<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158</id><updated>2012-01-27T15:35:01.775-08:00</updated><category term='conto'/><title type='text'>BloGrolla</title><subtitle type='html'>"Cogito Ergo Sum"</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>268</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-6550646756493174772</id><published>2012-01-27T15:28:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T15:35:01.784-08:00</updated><title type='text'>Os Gunas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-ymUNIEQ5-h4/TyMzfEqFZqI/AAAAAAAABes/EUR6BsUfVno/s1600/shiva1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 253px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ymUNIEQ5-h4/TyMzfEqFZqI/AAAAAAAABes/EUR6BsUfVno/s400/shiva1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702458162100397730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Texto extraído do livro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O SEGREDO DA SAÚDE E DA LONGEVIDADE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dr. Krishan Chopra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os três Gunas - Sattva, Rajas e Tamas - são considerados como as qualidades fundamentais da natureza, ou Prakriti. Para podermos compreender isso plenamente, temos de examinar a interpretação hindu da criação e da dissolução do universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Diz-se que de tempos em tempos o universo se dissolve e depois é recriado. Quando ele está em sua fase não-definida, não manifestada, ele permanece em um estado latente no decorrer de um certo período. Durante este tempo, os Gunas encontram-se em um estado de absoluto equilíbrio, e Prakriti ou a natureza material, não se manifesta. Enquanto os Gunas permanecem não-definidos, Prakriti continua indefinido e o universo existe apenas em um estado potencial. Tudo que existe é consciência, o Ser Puro ilimitado (Purusha) e não-manifestado, Brahma, o Absoluto Imutável, que não tem começo nem fim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://1.bp.blogspot.com/-FNvRltN0FlE/TyMzycxqwXI/AAAAAAAABe4/gbEdQ3wb328/s1600/BIGmind-gunas_jpg.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-FNvRltN0FlE/TyMzycxqwXI/AAAAAAAABe4/gbEdQ3wb328/s320/BIGmind-gunas_jpg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702458494992171378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Logo que o equilíbrio é perturb&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ado, tem início a recriação do universo. A partir da consciência imutável, o universo, em constante transformação, é mais uma vez criado. Os Gunas participam de uma enorme variedade de combinações e permutações, em que um ou outro predomina sobre os restantes. Isso dá origem à interminável variedade de fenômenos físicos e mentais que formam o mundo que vivenciamos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os Gunas são às vezes descritos como energias, outras vezes como qualidades ou forças. Eles representam um triângulo de forças simultaneamente opostas e complementares que governam tanto o universo físico quanto nossa personalidade e padrões de pensamento na vida do dia-a-dia, dando origem às nossas realizações ou fracassos, alegrias ou infelicidade, saúde ou doença. A qualidade de nossas ações dependem das Gunas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No que diz respeito à ação, Sattva é a força criativa, a essência da forma que precisa se concretizar. Tamas é a inércia, o obstáculo a esta concretização. Rajas é a energia ou o poder por meio do qual o obstáculo é removido e a forma toma-se manifesta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Examinemos o exemplo oferecido por Swami Prabhavananda e Christo-pher Isherwood em How to Know God (Como Conhecer Deus) (o Yogasutras, de Patanjali). Suponhamos que um escultor deseje criar na pedra uma estátua do Senhor Krishna. A idéia da estátua, a forma que o artista vê em sua imaginação, o impulso criativo e a imagem são inspirados por Sattva. O mármore representa Tamas, a solidez sem forma, o obstáculo que precisa ser superado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Prabhavananda diz que o próprio escultor também pode encerrar um elemento de Tamas. Ele pode pensar: "Estou cansado; por que eu deveria trabalhar tanto? Isto é difícil demais! Acho que vou fazer algo mais fácil." Mas aqui a força de Rajas vem em sua ajuda. O Rajas se manifesta na energia e na vontade do escultor, por meio das quais ele vence na sua mente a letargia Tamásica e a inércia sólida da pedra. Rajas também inspira o esforço físico e muscular que ele aplica ao trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Swami Prabhavananda afirma que se uma quantidade suficiente de rajas for gerada, o obstáculo de Tamas será superado e a forma ideal concebida por Sattva será criada no bloco de granito. Este exemplo demonstra que os três Gunas são necessários para qualquer ação criativa. "Sattva, sozinho", ele diz, "seria apenas uma idéia não concretizada, Rajas sem Sattva seria uma mera energia não direcionada; Rajas sem Ta-mas seria como uma alavanca sem um fulcro; e Tamas sozinho seria a inércia."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sattva é freqüentemente considerado como representando a pureza e a tranqüilidade; Rajas se refere à ação, ao movimento e à violência; Tamas é o princípio da solidez, da imobilidade, da resistência e da inércia. Os três Gunas estão presentes em tudo, mas um deles sempre predomina. Sattva prevalece à luz do sol, Rajas num vulcão em erupção e Tamas num bloco de pedra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na nossa mente, os Gunas se apresentam num relacionamento que muda com rapidez. Deste modo, experimentamos disposições de ânimo diferentes durante o dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se Sattva predomina, podemos ter momentos de inspiração, de afeto desinteressado, de alegria tranqüila ou calma meditativa. Sattva representa a pureza, a luz, a inteligência, o conhecimento, a satisfação, a clareza mental, a bondade, a compaixão e a cooperação. A calma e a paz prevalecem numa pessoa ou numa disposição de ânimo Sattvica. As qualidades da pessoa na qual Sattva predomina incluem a coragem, a integridade, a pureza, a capacidade de perdoar e a ausência da paixão, da raiva e do ciúme. Esta pessoa é calma e feliz. Quando Sattva domina, a mente torna-se firme como a chama de uma lamparina num local onde não há vento. A mente equilibrada ajuda tanto a atividade quanto a meditação, e aquele que é predominantemente Sattvico pode meditar com eficácia e é capaz de ter uma verdadeira concentração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pessoa com Rajas dominante nunca fica em paz. Rajas provoca explosões de raiva e gera um desejo intenso. Ele toma a pessoa inquieta e descontente, e dá origem a uma contínua atividade. A pessoa com Rajas dominante não consegue permanecer sentada, quieta; ela precisa ter sempre algo para fazer. A grande paixão é Rajas, assim como a agressividade, a ganância e a raiva também o são. Ao mesmo tempo, Rajas na sua expressão mais positiva, especialmente quando combinado com Sattva, é responsável por uma atividade construtiva e criativa, pois gera energia, entusiasmo e coragem física.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pessoa Rajásica adora o poder e os objetos dos sentidos. Ela se apresenta em constante atividade e anseia sempre por mais poder para ser capaz de dominar os outros; ela também é muito apegada às coisas materiais. A manifestação direta do Rajas dominante é a chama insaciável do desejo. Os desejos precisam ser satisfeitos, caso contrário a vida da pessoa toma-se deplorável! Quanto mais ela consegue satisfazer os desejos, mais ela quer. Ela sempre quer mais - um pouco mais, um pouco mais, um pouco mais... Ela conquista riqueza, poder, reputação e fama, mas nunca é suficiente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando Rajas é intenso, ele encobre o conhecimento e torna-se inimigo da sabedoria. Sob a pressão de Rajas, o homem alimenta ganância, luxúria e raiva. Rajas ataca a pessoa através dos sentidos, da mente e do entendimento, iludindo a alma encarnada. Para que a pessoa tenha uma vida proveitosa e paz de espírito, Rajas precisa ser apaziguado e equilibrado com Sattva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-UTYRtBhbTaU/TyM0LFCugLI/AAAAAAAABfE/nbQ4RWEECfM/s1600/gunas_diagram.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-UTYRtBhbTaU/TyM0LFCugLI/AAAAAAAABfE/nbQ4RWEECfM/s320/gunas_diagram.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702458918117998770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Tamas", diz Swami Prabhavananda, "é atoleiro mental no qual afundamos sempre que Sattva e Rajas deixam de prevalecer." Quando Tamas prevalece na nossa mente há pouco ânimo, externamos algumas das nossas piores características: preguiça, burrice, obstinação e um desespero forte e profundo. Tamas é freqüentemente descrito como a escuridão e a inércia. O desamparo, o embotamento, a confusão, a resistência e a ignorância também são características de Tamas. Quando ele domina, a mente pode ficar esquecida, sonolenta, apática e incapaz de qualquer ação ou pensamento proveitoso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pessoa dominada por Tamas pode se parecer mais com um animal do que com um ser humano; sem poder fazer um julgamento claro, ela pode deixar de distinguir entre o certo e o errado. Como um animal, ela viverá para si mesma e poderá ferir os outros para satisfazer seus desejos. Na sua ignorância e cegueira, ela poderá praticar ações perversas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;”Sattva adere à felicidade, Rajas à ação, enquanto Tamas, verdadeiramente encobrindo o conhecimento, adere à negligência.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;BHAGAVAD-GITA (14:9).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: yogalotus.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-6550646756493174772?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/6550646756493174772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=6550646756493174772' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6550646756493174772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6550646756493174772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2012/01/os-gunas.html' title='Os Gunas'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ymUNIEQ5-h4/TyMzfEqFZqI/AAAAAAAABes/EUR6BsUfVno/s72-c/shiva1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-3998197103967643979</id><published>2012-01-06T04:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T04:07:44.632-08:00</updated><title type='text'>Psicologia do Sono</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-tVmCXXM8fxs/TwbjXU76fFI/AAAAAAAABd8/zidg3R_xjCM/s1600/sono.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 310px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-tVmCXXM8fxs/TwbjXU76fFI/AAAAAAAABd8/zidg3R_xjCM/s320/sono.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694488768753073234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Atualmente a comunidade científica discute cada vez mais a importância do sono e de sua qualidade, já que sua alteração pode trazer diversas repercussões clínicas e comportamentais. O sono, fonte de interesse científico, é para alguns pesquisadores uma incógnita. A palavra sono nos vem do latim somnus; em grego é Hipnos. De acordo com a mitologia, Hipnos é irmão gêmeo de Tânatos (que significa morte), nascido de Nix (noite) por partenogênese (desenvolvimento a partir de um óvulo não fecundado). Em grego, Yrvos (Hýpnos) vem da raiz indo-européia swep (dormir, aquietar-se) e a palavra urvos (Hýpnos) deu origem ao swebban (fazer adormecer, matar, no inglês antigo).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Assim, o sono é algo que causa o interesse de estudiosos e historiadores desde a origem dos tempos. É vital.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;As horas que são entregues ao sono afetam de modo geral a saúde humana. Porém, mais relevante que a quantidade é a qualidade do sono. De acordo com Reimão (2000) o indivíduo pode chegar a passar cerca de um terço da sua existência em sono. Entretanto, o número de horas de sono para adultos pode variar muito, para mais ou para menos, e a diferença entre a sensação de sono adequado ou insuficiente é a qualidade, essência fundamental que irá definir a conseqüência no dia posterior, a ausência de sono no decorrer do dia e o fato de sentir-se refeito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A medicina ao envolver-se com a problemática do sono, concentrou-se na compreensão deste estado fisiológico complexo e de sua arquitetura, regulação, função e fisiologia, utilizando-se de um suporte de aparelhos eletrofisiológicos com capacidade para registrar a atividade elétrica cerebral nos seres humanos, visando uma perspectiva cientifica para as variáveis levantadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-CfVi0tyE8fo/TwbjhJLmDNI/AAAAAAAABeI/ZK_desJe43k/s1600/estagios-do-sono.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 282px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-CfVi0tyE8fo/TwbjhJLmDNI/AAAAAAAABeI/ZK_desJe43k/s400/estagios-do-sono.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694488937396309202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Em 1929, com o desenvolvimento do eletroencefalograma (EEG) por Hans Berger, o sono era considerado como um fenômeno passivo. Acreditou-se também que o sono se desse por deficiência, pois o cérebro não receberia mais os impulsos nervosos provenientes dos órgãos dos sentidos; o sono era considerado como uma simples diminuição do estado desperto. Em 1953, com a descoberta do sono paradoxal ou sono REM (rapid eyes movement – movimento rápido dos olhos), chegou-se ao ponto de que o sono é um fenômeno ativo. (SOUZA; GUIMARÃES, 1999).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Além da identificação do sono com movimentos oculares rápidos (REM), em 1953, outro fato que despertou o entendimento do sono foi o redimensionamento do hipotálamo no controle do sono-vigília em 1998, antes atribuído apenas a estruturas localizadas no tronco cerebral e tálamo. (ALOE; AZEVEDO; HASAN, 2005).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Com a descoberta do sono REM veio à confirmação de que o sono não é um estado tranqüilo, onde o corpo funciona em marcha lenta. Das pessoas que são acordadas durante o sono REM, 80% se lembram com nitidez de estar sonhando naquele momento. (USHER, 1991).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A este estado fisiológico, comum a todos os vertebrados e a quase todos os animais, o sono, apesar de cercado por mistério e fascinação tem seu estudo científico iniciado recentemente em meados do século XX. Por ser um tema amplamente estudado, mas ao mesmo tempo ainda obscuro, o conceito de sono é algo que apresenta algumas divergências de autor para autor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Este estado fisiológico complexo, o sono, não deve ser considerado somente como um estado de desligamento da rotina diária, tampouco como perda de tempo, ou extensão do dia como para muitos, a real importância do sono deve ser descoberta pela sociedade em geral. Estudantes, trabalhadores, pais e mestres precisam reconhecer que durante o sono nosso organismo desempenha diversas funções essenciais para nosso equilíbrio físico e mental.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os distúrbios do sono acarretam em um grande número de acidentes de trânsito e ocupacionais. Os custos e as conseqüências relacionadas aos distúrbios do sono podem ser direta e indiretamente significante a toda sociedade. Desde acidentes domésticos, ocupacionais, de trânsito, entre outros, os distúrbios do sono podem produzir seqüelas maiores. Indivíduos com distúrbio do sono, não expõem apenas a sua saúde, mas compromete toda sociedade em um risco de acidente de transito ou de trabalho/industrial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;De acordo com Martinez (1999) dominar o sono deveria ser uma meta de qualquer governo sábio. Continua-se, entretanto, ignorando a cadeia do sono e considerando-os inevitáveis. O sono é algo que foge do nosso controle, e ainda que se tente encurtar o tempo desta condenação, nos enganamos, já que apenas parcelamos a sentença em cochilos esporádicos. A insônia é uma vitória sobre a prepotência do sono, mas pagamos por ela com olheiras e a mente embotada do dia seguinte, pois o sono é vingativo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://1.bp.blogspot.com/-sstTUlVJGhk/Twbjzj-6AtI/AAAAAAAABeU/KrufUaFnh2w/s1600/sleep_disorder.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 142px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-sstTUlVJGhk/Twbjzj-6AtI/AAAAAAAABeU/KrufUaFnh2w/s200/sleep_disorder.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694489253828494034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Segundo Madalena (1979), a maioria dos autores divide a patologia do sono em distúrbios para menos (hipossônia) e distúrbios para mais (hipersônia). A hipossônia, ou seja, a falta de sono pode estar relacionada com a faixa etária, de modo que o sujeito não se sente diretamente atingido, conseguindo ter estabilidade para a realização da sua rotina, entretanto, quando decorre de uma desordem funcional, doença orgânica ou tensão psíquica ela se torna patológica e conseqüentemente, o sujeito sente-se diretamente afetado física e psiquicamente. Já a hipersônia, que é identificada como o estado de sonolência excessiva, pode ser espontânea ou provocada, transitória ou permanente. A sonolência pode apresentar-se como fisiológica ou condicionada por inúmeros fatores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Com base em diferentes autores e épocas, percebo que a má qualidade do sono traz inúmeros transtornos que podem prejudicar o indivíduo em todas as áreas, desde a social, emocional até a laboral. Quer por opção ou devido à demanda e exigências da sociedade atual somos constantemente expostos à privação de sono e a seus conseqüentes efeitos adversos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;REIMÃO, R. Temas de medicina do sono. São Paulo: Lemos Editorial, 2000.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;SOUZA, J. C.; GUIMARÃES, A. M. Insônia e qualidade de vida. Campo Grande – MS: Editora UCDB, 1999.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;ALOE, F.; AZEVEDO, A. P. de; HASAN, R. Mecanismos do ciclo sono-vigília. Revista Brasileira de Psiquiatria, maio 2005, vol.27 supl. 1, p.33-39. ISSN 1516-4446.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;MADALENA, J. C. O sono. Porto Alegre: Fundo Editorial Byk Procienx, 1979.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;http://www.psicologaonline.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-3998197103967643979?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/3998197103967643979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=3998197103967643979' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3998197103967643979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3998197103967643979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2012/01/psicologia-do-sono.html' title='Psicologia do Sono'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-tVmCXXM8fxs/TwbjXU76fFI/AAAAAAAABd8/zidg3R_xjCM/s72-c/sono.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4585529969931482385</id><published>2011-12-28T03:27:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T03:31:40.250-08:00</updated><title type='text'>Grandes Pensamentos</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/ntKLRGYqnbw" allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=" color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.&lt;br /&gt;Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.&lt;br /&gt;Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.&lt;br /&gt;Aí  entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e  outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style=" color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Carlos Drummond de Andrade)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4585529969931482385?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4585529969931482385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4585529969931482385' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4585529969931482385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' 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height="360" src="http://www.youtube.com/embed/i1iiiEgqgT4?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-3127311332785412824?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/3127311332785412824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=3127311332785412824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3127311332785412824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3127311332785412824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/12/emma-e-paul.html' title='Emma e Paul'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/i1iiiEgqgT4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7902893971492324874</id><published>2011-11-30T05:21:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T05:33:00.683-08:00</updated><title type='text'>Nietzsche e as Redes Sociais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-45pz1cifFNQ/TtYuMgB3EkI/AAAAAAAABcw/kYP48ahOfms/s1600/nietzsche-caricatura.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-45pz1cifFNQ/TtYuMgB3EkI/AAAAAAAABcw/kYP48ahOfms/s400/nietzsche-caricatura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680778772265505346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O fantástico da Internet é que ela permite que as narrativas sobre os acontecimentos se deem em concomitância com estes – ou quase isso.  Guardada as devidas proporções de tempo, nos anos de 1870 Nietzsche observou essa característica dos “tempos modernos”, referindo-se especificamente aos jornais. Ele comentou que nem bem uma guerra havia produzido seus primeiros mortos e os cadáveres apareciam nos jornais como história. E lembrou, é claro que em forma de chiste, que os periódicos não poderiam dizer a verdade porque eles sempre tinham mais ou menos o mesmo número de páginas, ao passo que o número de acontecimentos sempre estaria variando. Nietzsche escreveu isso em aforismos e, também, em um texto que os scholars qualificam como “de juventude”, uma das Extemporâneas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Naquela época, Nietzsche avaliou que tal prática acentuava ainda mais um clima de época: a predominância do historicismo(1). Nada teria mais presente. Tudo ganharia uma conotação histórica tão logo viesse a ocorrer. Aos poucos, então, haveria um número cada vez maior de pessoas predispostas a antes viver a história de outros, como espectadores, que viver suas próprias vidas. O “mundo da hegemonia das imagens (instantâneas)”, como é possível denominar o nosso mundo hoje, foi tomado por Nietzsche, há mais de cem anos, como uma verdadeira vítima do historicismo e, enfim, da “cultura filisteia”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A cultura filisteia, como Nietzsche a viu e a caracterizou, viria como um subproduto negativo do historicismo. Seria a transformação da cultura em um tipo de “sobrecasaca burguesa”, um capote de frio que é vestido para se locomover ao serviço, mas não para ficar em casa. Um exemplo disso, citado por Nietzsche, foi o do filósofo que, transformado em funcionário público – em professor –, nada teria mais a fazer nas suas aulas senão contar a história da filosofia, entupido de erudição, mas incapaz de assumir qualquer das doutrinas ensinadas como algo para a condução de sua própria vida. É claro que o bom professor de filosofia não seria o real filisteu da cultura, aquele que, por exemplo, compra livros para ter uma biblioteca, e não para lê-los e segui-los. Mas, uma coisa atrairia a outra: uma universidade baseada na ideia de que a vida só precisa ocorrer para ser rapidamente registrada em história, já não seria uma universidade em favor do ensino e da pesquisa e, sim, um campo de extensão do jornalismo – um jornalismo irreflexivo à medida que aturdido pelo excesso de informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://1.bp.blogspot.com/-IrEYhrWmUC0/TtYubyZx7QI/AAAAAAAABdI/04dzFlQejHI/s1600/Cliente.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 303px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-IrEYhrWmUC0/TtYubyZx7QI/AAAAAAAABdI/04dzFlQejHI/s320/Cliente.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680779034895707394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É claro que, com algum bom senso, podemos dizer que vivemos hoje esse mund&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;o denunciado por Nietzsche. Quem duvidaria disso? No entanto, nosso filósofo, uma vez aqui hoje, não deixaria de ter seu Facebook, seu twitter e seu blog. Para um intelectual como Nietzsche, predisposto aos escritos aforismáticos e a certo gosto pelas metáforas, pela alusão às imagens, esses instrumentos não ficariam encostados. Nietzsche foi um conservador, é claro, mas não um passadista tolo. Ele tinha lá sua máquina de escrever e, de modo algum, achava que deveria dispensá-la em favor da escrita cursiva. Sem dúvida, Nietzsche, hoje, estaria longe de ter de se educar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; em programas governamentais de “inclusão digital”, que abocanharam vários professores universitários no Brasil. Mas, vivo hoje, ele saberia muito bem que aquilo que foi denunciado por ele há mais de um século, agora, é antes a regra para todos, e não apenas um clima posto somente entre as elites informadas. Mais que qualquer pessoa, ele entenderia a fundo a natureza de nossa época.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todos nós sabemos bem que, dentro de qualquer evento, revolucionário ou corriqueiro, de protesto ou de entretenimento, moral ou exclusivamente estético, não raro as pessoas nem mesmo se preocupam em fazer o evento acontecer e, sim, em colocar seus celulares em disposição de registrar o momento. Os grandes eventos se tornam “maquinais”, eles têm um caminho próprio e são desencadeados e levados adiante por poucos, bem assessorados por máquinas (bandas eletrônicas ou dispositivos com telões e palavras de ordem vindas de situações já gravadas), e as pessoas, em meio ao que ocorre, se fotografam ou se filmam e de imediato distribuem tais imagens pela Internet. Outros, que continuam trabalhando na linha de produção, há milhares de quilômetros, olham de relance seus próprios celulares ou, então, telões ou pequenas TVs, e “ficam sabendo” de tudo. Tudo nem é mais informação. Tudo é história. Ou seja, na época do “fim da história&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;” o que ocorre é a saturação da história. Um casaco continua a ser produzido na linha de produção de uma fábrica brasileira ao mesmo tempo em que uma jornalista é mostrada na tela sendo violentada em uma multidão no Egito e, também ao mesmo tempo, Cristiano Ronaldo aparece para fazer uma gracinha sem graça em campo. Todos são jornalistas de si mesmos. Antes passar a imagem, para que alguém tome providências (que nunca virão, pois do outro lado todos só assistem), ou para que alguém “também curta”, que intervir na situação, para o bem ou para o mal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A regra de conseguir o “eu estava lá” só vale se eu registro no celular o evento. Mas, antes que registrar, o que preciso fazer é disponibilizar a imagem na Internet imediatamente, para que o mundo diga que “eu estou lá”. Caso o mundo não possa, instantaneamente, me ver “lá”, eu mesmo não saberei onde estou. Então, o celular em punho é minha atividade. Posso estar num baile, dançando com a homenageada (ou uma moça qualquer), mas um dos braços não está nela e, sim, esticado, servindo de apoio para o celular que nos transmite dançando para o mundo (ou quase dançando, pois é estranho dançar com um braço esticado). Isso sem contar as inúmeras cenas de sexo que são jogadas instantaneamente para a Internet, cenas que acabam não raro ocorrendo com dificuldade, caso eu não pare de acertar o celular, tentando achar o meu melhor ângulo de coito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-g-ggC8cmKdA/TtYuubEUGJI/AAAAAAAABdU/Mbu0rWyTHY4/s1600/redes-sociais-pelo-celular.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 273px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-g-ggC8cmKdA/TtYuubEUGJI/AAAAAAAABdU/Mbu0rWyTHY4/s320/redes-sociais-pelo-celular.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680779355049171090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Walter Benjamin escreveu que os que voltavam da Primeira Guerra Mundial não tinham histórias para contar, diferente dos que haviam voltado das guerras anteriores. A Primeira Guerra havia sido a guerra das máquinas, da morte sem glória, do puro extermínio, do desaparecimento até mesmo dos restos mortais. A Primeira Guerra já foi uma guerra onde a propaganda e o jornais, criando a história no momento mesmo de sua ocorrência, ocupou o espaço das histórias antes que elas pudessem ser contadas pelos que seriam seu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;s protagonistas. E elas não foram contadas, depois que os soldados voltaram. Eles haviam tido o experimento da guerra, mas não a experiência da guerra, não a vivência. Nossas guerras atuais mostram isso. Quem volta não conta a história, pois o que se faz é ligar o celular de modo a deixar que, em qualquer lugar, cada um possa ver o horror instantâneo e, portanto, se acostumar com todo e qualquer horror.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Walter Benjamin foi o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;primeiro a ver que esse tipo de mundo era aquele de seu tempo, em que uma foto que apresenta horrores pode ser vista por alguém que, enfim, exclama: “nossa, que linda foto”. O horror não mais choca, pois tudo tem um caráter estético, tudo é para informar e ser objeto de deleite ou de julgamento moral apressado – uma época em que a denúncia do preconceito só é regra porque o preconceito é o que há de mais atual. Nada é vivo, tudo é só imagem. Nada é para ocorrer, tudo é para ver. Um clima de hiperhistoricismo se consubstancia por meio de um clima de abundância jornalística. Um jornalismo sem jornalistas, só com repórteres – todos os nós. Conectadíssimos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa ideia de que todos nós seríamos Big Brothers de nós mesmos e que, além disso, faríamos tudo se transformar em espetáculo, se realizou. Ela parece ser positiva para nós. Mas, quando vemos Nietzsche analisá-la em sua forma embrionária, podemos perceber sua essência. Só assim a entendemos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Marx nos ensinou a ver o que ocorreria no século XX e, é claro, o que continua ocorrendo no século XXI quanto às revoluções e guerras. Mas Nietzsche, logo em seguida de Marx, nos deu as pistas para entendermos nossas atitudes no interior desses movimentos, como estamos fazendo agora. Marx foi o filósofo que mostrou como poderia ser o conteúdo das imagens desse nosso tempo. Nietzsche foi o filósofo que mostrou como poderia ser a forma das imagens desse nosso tempo. E com um detalhe, em nosso tempo, às vezes a forma faz o conteúdo! Marx tinha certeza que a modernização continuaria a fazer as coisas mais sólidas se desmancharem no ar. Nietzsche intuiu que cada etapa dessas coisas sólidas, uma vez se desmanchando no ar, seria notícia em cada celular.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;© 2011 Paulo Ghiraldelli Jr. Filósofo, escritor e professor da UFRRJ.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(1) Ghiraldelli Jr, P. A aventura da filosofia – de Heidegger a Danto. Editora Manole: Barueri-SP, 2011, vol. II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-gRRnm4_bp0k/TtYvT0iItaI/AAAAAAAABds/kQ7vbgJcFkI/s1600/tirinhas164.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 124px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-gRRnm4_bp0k/TtYvT0iItaI/AAAAAAAABds/kQ7vbgJcFkI/s400/tirinhas164.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680779997540300194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7902893971492324874?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7902893971492324874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7902893971492324874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7902893971492324874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7902893971492324874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/11/nietzsche-e-as-redes-sociais.html' title='Nietzsche e as Redes Sociais'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-45pz1cifFNQ/TtYuMgB3EkI/AAAAAAAABcw/kYP48ahOfms/s72-c/nietzsche-caricatura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-6547774567925536677</id><published>2011-11-24T05:41:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T10:49:19.397-08:00</updated><title type='text'>A Internet das Coisas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-KpkAw4izQxc/Ts5KYtgtNhI/AAAAAAAABcA/xQ8z_sZWfAk/s1600/ciscoinfographic%2Bread.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 339px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-KpkAw4izQxc/Ts5KYtgtNhI/AAAAAAAABcA/xQ8z_sZWfAk/s400/ciscoinfographic%2Bread.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678557968554866194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;gráfico: Cisco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No futuro, qua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;lquer coisa poderá ter uma pre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;sença on-line, gerando dados que poderiam ser usados de formas inimagináveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por LAMONT MADEIRA, DA COMPUTERWORLD (EUA)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O calcanhar da chuteira foi um dos primeiros exemplos da Internet das Coisas, mas Andrew Duncan não sabia disso na época. "Minha namorada foi capaz de me ver na tela do computador quando fiz uma caminhada de cinco quilômetros", lembra Duncan, um consultor de tecnologia de Los Angeles, que participava de uma caminhada para angariar fundos para combate ao Alzheimer, em novembro de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu sapato, equipado com GPS, é da GTX Corp e custa 299 dólares, com uma assinatura mensal wireless. Esse é um exemplo amplamente previsto da Internet das Coisas, em que qualquer coisa com inteligência (incluindo máquinas, estradas e edifícios) terá uma presença on-line, gerando dados que poderiam ser usados de formas inimagináveis atualmente. Observadores da indústria discordam apenas que estamos longe disso e ficção científica melhor retrata o que está vindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Qualquer coisa inteligente teria uma presença on-line", diz o analista da ABI Research, Sam Lucero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Chief Futurist da Cisco, Dave Evans, concorda. Ele prevê 50 bilhões de aparelhos conectados até 2020, e as redes sociais para conectá-los. "Nos próximos anos, qualquer coisa que tenha um interruptor on-off estará na rede", diz ele. "Prevejo que ocorrerá em praticamente todos os setores e fluxos da vida."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E essa grande onda já começou...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Há várias indústrias em que a Internet das Coisas está acontecendo", diz Steve Hilton, de uma consultoria sediada em Londres, Analysis Mason. Está acontecendo nas áreas de energia e utilities, automóveis e transporte, e segurança e vigilância. Há um "pouquinho na saúde", acrescenta. Se você incluir o leitor de e-books como o Kindle, que já está acontecendo no campo do consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ainda não estão acontecendo, diz ele, na linha branca de eletrodomésticos. "Os vendedores querem, mas eu não acho que vai ser um grande mercado", diz Hilton. "Se custa um extra de 150 dólares, você compraria? Nesse caso, a tecnologia está à frente da demanda do mercado."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A vice-presidente da IBM Research, Katharine Frase,  pergunta o que os modelos de negócio poderiam desenvolver para a máquina de lavar roupa, o termostato e o aquecedor de água serem geridos em conjunto, por qualquer consumidor. "Nós vemos uma disposição das pessoas em compartilhar informações entre si se vão receber algo de volta. Se houver algum benefício, como se souber que posso reduzir a conta de energia quando eu estou tomando banho, então pode ser OK".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Os investimentos estão sendo feitos agora", acrescenta o gerente de produtos da Microsoft Windows Embedded, Kevin Dallas, que se recusou a dar exemplos específicos. "Estamos vendo isso em todas as indústrias, e vamos começar a ver os resultados nos próximos dois a três anos."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dallas prevê vários possíveis cenários de futuro próximo com base na Internet das Coisas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como membro de um programa de fidelidade, você envia sua lista de compras a uma loja. Recebe uma tag RFID na chegada, e os sinais digitais de exibição em rede da loja vão direcioná-lo pelos corredores, de item para item, para encontrar o que você precisa. Sua geladeira monitora o seu conteúdo e faz sugestões para reabastecimento (refrigeradores com conectividade já estão no mercado, incluindo um da Samsung, mas para Hilton, atualmente não há demanda de mercado)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu carro prevendo para onde vai e com sugestões se você perguntar qual posto de gasolina mais próximo, utilizando os dados da nuvem (Toyota e Microsoft já estão construindo serviços como esses)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu carro, adicionalmente, monitora suas funções internas e oferece conselhos de manutenção, como o OnStar, uma facilidade de diagnóstico remoto que já é oferecida pela General Motors e, agora, por fabricantes de outros carros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-O_2hytbwB1U/Ts5K8rFkGsI/AAAAAAAABcY/4hAAnqec7T4/s1600/internet1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 262px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-O_2hytbwB1U/Ts5K8rFkGsI/AAAAAAAABcY/4hAAnqec7T4/s320/internet1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678558586379442882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu carro pode ter uma caixa-preta de dados que podem ser submetidos à sua companhia de seguros, em um esforço para obter taxas reduzidas, assumindo que os dados constituem evidência de uma condução segura. Um número de empresas de seguro do carro já oferece políticas de uso de dados coletados por um instrumento montado no carro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu carro pode enviar-lhe um aviso, se o adolescente estiver dirigindo numa determinada velocidade, ou por meio de um especificado "geo-fence", como pode agora ser feito com certos dispositivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Depois de três ou quatro anos, ir&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;á além de varejo, e depois de dez anos toda a no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ssa vida será diferente do que podemos imaginar agora", prevê o estrategista da Compass Intelligence, uma empresa de consultoria em Scottsdale, Arizona, Kneko Burney."Em dez anos, não vai ser estranho ter um fone de ouvido de telefone celular embutido no próprio ouvido."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na China, o premiê Wen Jiabao fez d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;a Internet das Coisas uma meta nacional, observa o professor do MIT, Edmund W. Schuster, que trabalh&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;a no Auto ID &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Center da universidade. "Os chineses veem como parte fundamental de uma sociedade harmoniosa, especialmente aquilo que tornaria mais fácil coordenar os serviços nas cidades densamente povoadas", diz Schuster.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Além disso, o governo municipal de Wuxi, um subúrbio de Xangai, anunciou a intenção de construir um parque temático baseado em Internet &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;das coisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style=" font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Origem no M2M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Internet das coisas começou há cerca de 15 anos com a ideia das tecnologias machine-to-machine (M2M) para monitorar ativos remotos. A maioria acabou extinta com as redes proprie&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;tárias, explica Alex Brisbourne, chefe do Kore Telematics, um provedor de serviços sem fio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A mudança para a Internet das Coisas iniciou em 2001, "quando começamos a ter os IP (Internet Protocol) oferecidos por meio de redes de telefonia celular", lembra ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"A Internet das Coisas é um termo mais novo, mas significa o mesmo que M2M", concorda o analista da Research Beecham, Bill Ingle. "As operadoras têm se interessado em M2M nos últimos dois anos como outra fonte de receitas, quando o mercado de voz começou a saturar."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Lucero, da ABI Research, acrescenta que há uma sobreposição considerável entre a Internet das Coisas, M2M, RFID, medidores inteligentes, redes de sensores diversos e sistemas de controle industrial e automação residencial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A tecnologia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um grande catalizador será disseminação do IPv6, que tem o potencial de oferecer endereços de Internet suficientes para cada átomo na face da terra, observa Evans.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Não há barreiras técnicas", concorda Burney. O fator limitante é o custo dos microcomponentes, a largura de banda das redes sem fio, as estratégias de negócios e a capacidade dos humanos de absorver tanta informação, acrescenta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os laboratórios da HP Labs estão atualmente desenvolvendo sensores de nanotecnologia para Internet das Coisas, diz o cientista sênior da HP e diretor do Grupo de Pesquisa em Nanotecnologia de laboratórios da empresa, Stan Williams. Até agora, seu laboratório desenvolveu um dispositivo baseado em MEMS para vibração, detecção e movimento, que pode sentir a vibraçã&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;o em três eixos. A HP está trabalhando também com sensores para sabor e cheiro baseados em laser. Ambos ocupam cerca de um milímetro quadrado, o que significa que sua produção pode ser muito barata.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No próximo ano, os laboratórios da HP estarão montando seu primeiro grande projeto usando tecnologia da Internet das Coisas, um projeto de imagem sísmica para a Shell Oil, dando transparência para os 20 quilômetros da crosta da Terra por uma área de 10 quilômetros quadrados. "Nós vamos fazer o mesmo para a Terra, como já foi feito com as imagens dentro dos sere&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;s humanos", diz Williams.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas, uma vez que a Internet das Coisas se generalizar, o volume de dados que será gerado será milhares de vezes maior que o atual, então a tecnologia de processamento "terá de ser milhares de vezes mais capaz", acrescenta Williams. "Isso é possível? Sim". Os processadores podem ser capazes mas " quando vamos ficar sem largura de banda?", pergunta Katharine, da IBM. Para evitar isso, as informações deveram ser, de alguma forma, filtradas. A IBM está trabalhando em processamento de fluxo (para discernir sinais de ruído, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;utilizando análise rudimentar), e está fazendo o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;utros trabalhos para que a atual largura de banda seja eficaz. O objetivo, diz Katharine, é "torná-la mais acessível para implementar dispositivos."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Enquanto isso, os dispositivos ligado à Internet das Coisas precisará de novas interfaces de usuário, que deve ser intuitivo, observa Burney. A tecnologia básica, as interfaces e até mesmo os procedimentos para inicializar novos dispositivos envolverão novas especializações que exigirão extensa parceria com a indústria, prevê.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Privacidade e segurança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-JAyuALNIc3E/Ts5KtkT4oBI/AAAAAAAABcM/beez1R7q60U/s1600/internet_das_coisas.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 207px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-JAyuALNIc3E/Ts5KtkT4oBI/AAAAAAAABcM/beez1R7q60U/s320/internet_das_coisas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678558326862422034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sejam quais forem os desafios &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;e vantagens da Internet das coisas, os usuários querem que seus dados permaneçam privados. E ainda não há resposta sobre como isso pode ser assegurado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Nós não chegamos lá ainda", afirma Schuster, do MIT, em relação ao ambiente de segurança necessário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Você poderia invadir seu medidor de energia e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;chegar até a usina de energia nuclear do outro lado da linha?", pergunta Brisbourne. "Para ser totalmente honesto, há projetos em nível f&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ederal, onde há gente tentando fazer exatamente isso e descobrir para onde realmente levam os buracos de segurança."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já existe uma força-tarefa na Comissão Européia para estudar questões de privacidade em relação à Internet das Coisas, diz Dan Caprio, que trabalhou na Comissão Federal de Comércio que atualmente é um consultor estratégico do escritório de advocacia em Washington McKenna Long &amp;amp; Aldridge LLP. No ano passado, a Comissão Européia o nomeou especialista em Internet das Coisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Há uma suposição, tanto na Europa quanto nos EUA, que teremos uma Internet das coisas", diz ele, acrescentando que se espera que a força-tarefa da CE faça suas recomendações em 2012 ou 2013.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nos EUA, segundo Caprio, a abordagem que concentra na proteção de informações sensíveis relativas às crianças, informações de saúde e informações financeiras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Os europeus têm um monte de regulamentos, mas poucas ações para serem executadas", observa ele. "Nós (nos EUA) não têm os regulamentos de base, mas temos uma protecção eficaz contra as práticas enganosas."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nos EUA, os anunciantes podem achar especialmente atraente encontrar dados recolhidos pela Internet das coisas, nota Burney. Levará de três a cinco anos para descobrir o que é legalmente prudente, mas "eu acho que o resultado se assemelhará a uma lista do que não se pode fazer, com os usuários tendo o controle sobre os dados de si mesmos que eles querem compartilhar", diz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas com um sistema inteligente contextualizado, posicionado corretamente, com a informação certa, no momento certo do anunciante certo ", será quase um prazer ser anunciado", prevê. "As pessoas podem vir a gostar de propagandas, desde que elas tenham valor."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Automóveis, edifícios, medicina, entretenimento e até mesmo publicidade - parece que a Internet das Coisas acabará por tocar quase todos os aspectos da vida. O resultado final poderia ser tão inimaginável hoje como a rede de energia elétrica moderna teria sido para Benjamin Franklin.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fonte: computerworld.uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="500" height="314" src="http://www.youtube.com/embed/cmHSNLadKWE?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-6547774567925536677?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/6547774567925536677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=6547774567925536677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6547774567925536677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6547774567925536677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/11/internet-das-coisas.html' title='A Internet das Coisas'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-KpkAw4izQxc/Ts5KYtgtNhI/AAAAAAAABcA/xQ8z_sZWfAk/s72-c/ciscoinfographic%2Bread.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-6218649936463199111</id><published>2011-11-17T09:46:00.000-08:00</published><updated>2011-11-17T10:06:06.057-08:00</updated><title type='text'>Os Cinco Sentidos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-90ytqZpeG2s/TsVIzaf49zI/AAAAAAAABac/Z-RzGl0Yo1U/s1600/5_sentidos_2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 120px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-90ytqZpeG2s/TsVIzaf49zI/AAAAAAAABac/Z-RzGl0Yo1U/s400/5_sentidos_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676022953493985074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ciclo é uma palavra de apenas cinco letras mas muitos significados. No dia a dia vivemos muitos ciclos. A semana, o ano, os meses de gestação, tudo em ciclo. A inspiração e a expiração completa um ciclo que nos mantêm vivos. Em todas as áreas do conhecimento há significados próprios para o ciclo. Os ciclos indicam o fim de uma fase, quando uma termina a outra já começou. Não é o fim de tudo, é o recomeço perene. A idéia do círculo, quer dizer ciclo, simboliza a perfeição exatamente por não ter nem começo e nem fim. A grandeza e importância dos ciclos medem-se pela intensidade dos sentimentos. É esta intensidade que marca o valor das experiências e que nos modifica permanecendo como progresso conseguido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na sabedoria chinesa, todo ano a primavera se repete como um a das estações, mas as flores são sempre novas, outras. Se alguém vive bem a experiência de um ciclo, torna-se apto a viver ainda melhor o próximo porque aproveitou e aprendeu com o que viveu na fase anterior. Viver inconseqüente equivale a não ter vivido, não acumulou vivência. A consciência leva a compreensão. Afinal, estar vivo é estar consciente. Se o ciclo não trouxer uma consciência do que fazer de nada nos valerá para o próximo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As transformações conseguidas num ciclo de experiências vão reorganizar as energias para o próximo ciclo de vida. Assim, a espiral da vida é um momento circular que vamos ascendendo, crescendo na compreensão da vida pelas experiências vividas. O sol, a lua, os elementos da natureza, as estações do ano, o dia e a noite, as horas, todos os seres, tudo está relacionado, nada é separado. E o universo é regido por dois princípios, duas energias opostas e complementares a que chamam de Yin e Yang. Yin é tudo que se concentre, que está no interior, que converge para o centro, que resfria e pacifica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Yang é tudo o que se expande, se movimenta, aparece e dinamiza. Yin é a energia materializada e Yang é a energia fluída. Yin é a terra, Yang o céu. Yin o escuro, noite, frio, interior. Yang é céu, dia, calor, exterior. Yin é água, Yang fogo. Yin o universo, a lua e a noite. Yang é o verão, sol e o sal. Yin é o conservador, Yang o inovador. Yin é a mulher, Yang o homem, Yin é a intuição e Yang racionalidade. Para cada qualidade Yin, você encontrará uma oposta e complementar Yang. Tanto Yin quanto Yang são necessários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para os chineses, entre a água (Yin) e o fogo (Yang) existe a madeira, a terra e o metal. Assim Yin e Yang que são dois se tornam cinco. Na natureza cinco elementos (madeira, fogo, terra, metal e água), relacionados a cinco direções (leste, norte, centro, oeste e sul), relacionados a cinco estações do ano: primavera, verão, canícula (os últimos 18 dias de cada estação), outono e inverno. Cada estação apresenta um dos cinco fatores climáticos: vento, calor, umidade, secura e frio. E na natureza prevalecem cinco cores: verde, vermelho, amarelo, branco e preto. Também são cinco as fases da vida: nascimento, desenvolvimento e crescimento, vida adulta, velhice e morte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;São cinco os órgãos internos do ser humano (fígado, coração, baço, pulmão e rim), cinco as vísceras complementares (vesícula biliar, intestino delgado, estômago, intestino grosso e bexiga), cinco os órgãos dos sentidos (olhos, língua, boca, nariz e ouvidos), cinco os tipos de tecidos (tendões, vasos, músculos, pele e ossos), cinco os sabores (ácido, amargo, doce, picante e salgado) e cinco as emoções relativas ao desequilíbrio de cada órgãos (raiva, euforia, preocupação, tristeza e medo).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O homem, “por meio dos sentidos, suspeita o mundo” (como diz o poeta Bartolomeu Campos de Queirós, Os cinco sentidos), simboliza, se expressa, diz para si mesmo e para o outro. Nossos sentidos não apenas percebem e enviam sinais nervosos para o cérebro, mas dão significados ao que nos cerca, criam, transformam, estabelecem relações, revelam, mostram e se comunicam. Com os olhos, olhamos a vida, imaginamos, acordamos sentimentos, criamos imagens. O olfato e o sabor despertam a memória, fazem o pensamento ir longe entre cheiros e sabores da história individual e coletiva. Com os ouvidos escutamos os sons e os silêncios dos nossos interlocutores e do mundo, nos encantamos e inventamos novos ritmos e melodias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pele envolvendo o c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-OyvY_L23W14/TsVJ4uwuvfI/AAAAAAAABa0/mB277LVPTbI/s1600/pele.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 179px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-OyvY_L23W14/TsVJ4uwuvfI/AAAAAAAABa0/mB277LVPTbI/s200/pele.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676024144344301042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;orpo inteiro, estremece, se arrepia, toca e é tocada, dança, chora, ri, registra e se deixa registrar. Assim, “por meio dos sentidos suspeitamos o mundo”, o recriamos e o damos à compreensão do outro. Todos os sentidos participam de cada linguagem, inclusive o sexto sentido, o que nos faz suspeitar, pois, como revela o filósofo e crítico da modernidade Walter Benjamin, a clarividência, o extra-sensorial estão presentes na linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As maneiras que usam&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;os para deliciar nossos sentidos variam de cultura para cultura. Nossos sentidos transpõem o tempo. Eles nos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ligam intimamente ao passado com mais intensidade do que nossas idéias. Vivemos atados por nossos sentidos. Ao mesmo tempo em que nos fazem crescer, eles nos limitam e cerceiam. Temos a necessidade de criar obras de arte para aprimorar nossos sentidos e aumentar as sensações do mundo que nos cerca, para que nós possamos deliciar mais com os espetáculos da vida. Vamos comentar neste segundo artigo de dois importantes sentidos para nossas vidas: a visão e o olfato. O primeiro torna-se mais densamente mais rico quando o percebemos com os olhos, e o poder do olfato sempre foi assunto de povos de todas as culturas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-Kep5s32RW7k/TsVKL52ljII/AAAAAAAABbA/RDN8eu1wiSc/s1600/olho_azul.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 199px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Kep5s32RW7k/TsVKL52ljII/AAAAAAAABbA/RDN8eu1wiSc/s200/olho_azul.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676024473739168898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vamos começar pelos olhos. Os olhos continuam sendo os grandes monopolizadores de nossos sentidos. Cerca de 70% dos receptores dos sentidos do corpo humano estão localizados nos olhos, e é principalmente por meio da visão do mundo que o podemos julgar e entender. Nossa linguagem está baseada nas imagens. Sem a luz e sem a água a vida existiria? A luz afeta nossos estados de espírito, acelera os hormônios, detona nosso ritmo. Durante as estações em que prevalece a escuridão nas latitudes do norte, aumentam os índices de suicídios, a insanidade surge em vários lares e o alcoolismo torna-se uma constante. Uma característica de nossa espécie é a habilidade de adaptarmo-nos ao ambiente e também de mudá-lo para servir-nos melhor. Quando queremos iluminar o mundo em torno de nós, construímos lâmpadas. Nossas pupilas aumentam naturalmente quando estamos entusiasmados ou excitados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Há muitas maneiras de ver. O esforço para enxergar projeta uma visão diferente de tudo e de todos. Às vezes as sombras desenham imagens que distorcem a verdade das coisas e das pessoas. E também a visão direta da claridade, sem acostumar os olhos, cegava. Para enxergar bem, é preciso olhar profundamente e isso faz descobrir novas formas e significados e até mesmo outras visões. Os olhos que tudo vêem, não vêm a si mesmos, têm que se adaptar ao desejo de quem olha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já os odores detonam suavemente nossas memórias. Basta percebemos um aroma, e as lembranças explodem todas imediatamente. O olfato é o sentido mudo, o que não tem palavras. Vemos somente quando existe luz suficiente, degustamos o paladar quando colocamos coisas na boca, sentimos apenas quando tocamos alguém ou alguma coisa, ouvimos somente quando os sons são audíveis. Mas cheiramos o tempo inteiro, sempre que respiramos. Se cobrirmos os olhos, deixaremos de ver, se taparmos as orelhas, deixaremos de ouvir, mas se bloquearmos o nariz para não sentir mais cheiros, morremos. “Quem dominasse os odores dominaria oi coração das pessoas”, escreveu Patrick Suskind no romance O Perfume.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O olfato está intimamente ligado às emoções, à memória, além de influenciar seu bem-estar, sua imaginação e personalidade. O olfato tem ligação com nosso subconsciente. Os nervos olfativos se ligam com a gente do cérebro que regula a atividade sensório-motora, o sistema límbico. Esta região cerebral é responsável pelos impulsos primitivos de sexo, fome e sede e afeta diretamente o comportamento emocional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os cheiros compõem u&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-ujjWuvACpLY/TsVK1EaPlaI/AAAAAAAABbM/RMrHKyK1gLw/s1600/nariz.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 148px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ujjWuvACpLY/TsVK1EaPlaI/AAAAAAAABbM/RMrHKyK1gLw/s200/nariz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676025180947715490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;m alfabeto e linguagem particular que têm o poder de provocar rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ções específicas no corpo e na psique. Assim atingem os mais profundos cantinhos da alma, muitas vezes desconhecidos. Muitos artistas procuram sensações olfativas para estimular a criatividade. Segundo Jean Jacques Rousseau o sentido do olfato é a própria imaginação. O aroma de um pedaço de bolo e uma xícara de chá inspiraram Marcel Proust a descrever, em uma das maiores obras primas da literatura, a recordação infantil de comer bolinhos chamados “madeleines”. O olfato é um sentido muitas vezes menosprezado pela cultura excessivamente visual da atualidade. Os cheiros envolvem-nos, giram ao nosso redor, entram em nossos corpos, emanam de nós. Vivemos em constante banho de odores. O olfato é o mais direto de nossos sentidos. Cada um de nós possui suas próprias memórias aromáticas. O olfato foi o primeiro de nossos sentidos a se desenvolver. Pensamos porque cheiramos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A cegueira não é empecilho para que o herói do gibi como Demolidor faça justiça. Quem é deveras cego? Pergunta José Saramago (Cia das Letras) no “Ensaio sobre a Cegueira”. Já João Vicente Ganzarolli de Oliveira (Revan) explicita como o belo é concebido pelo cego em “Do Essencial Invisível”. Em “O Perfume, História de um Assassino” (Record), Patrick Suskind busca a fórmula de um perfume ideal, num mundo descrito por odores, enquanto que o poeta Chales Baudelaire em vários poemas do “Flores do Mal”, traz a sinestesia, trabalha muito com o olfato. Isso sem falar na obra maior de Marcel Proust, “Em Buscas do Tempo Perdido”, no qual o odor de uma madeleine no chá traz à tona recordações de infância, inspirou pesquisadores ingleses a investigar a relação olfato-memória, que foi batizada de “proustian phenomena”. O terceiro e último desses artigos sobre sentidos vamos conhecer o tato, o paladar e a audição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-UtwEQy1HXEk/TsVL90oczpI/AAAAAAAABbY/-C64wyyswf8/s1600/maos.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 146px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-UtwEQy1HXEk/TsVL90oczpI/AAAAAAAABbY/-C64wyyswf8/s200/maos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676026430842785426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O tato é o nosso sentido mais essencial. É o sentido que apresenta funções e qualidades únicas, mas que, frequentemente se combina com os outros. Afeta todo o organismo, assim como sua cultura e os indivíduos com quem entre em contato. O órgão é a pele que se estende por todo o corpo. Se o tato não fosse uma sensação gostosa, não existiria as espécies, as famílias ou a sobrevivência. Se não gostássemos da sensação de tocar e acariciar as outras pessoas, o sexo não existiria. O tato é a chave da sobrevivência. É o primeiro sentido que se desenvolve no feto e, em uma criança recém-nascida, é automático, sugerindo até mesmo antes que os olhos se abram ou que o bebê comece a ter consciência do mundo que o cerca. Logo depois do nascimento, apesar de não enxergar ou falar, começamos instintivamente a tocar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O tato ensina-nos que a vida tem profundidade e contornos; faz com que sintam os o mundo e nós mesmos tridimensionalmente. Sem esse intricado conhecimento do mundo, não existiram os artistas, cuja habilidade é fazer mapas sensoriais e emocionais. O sexo é a intimidade em seu grau mais elevado, é o tato em seu mais alto nível. No beijo penetramos a pele um do outro e a mente e o corpo se ativam com deliciosas sensações. Mas o primeiro toque que os namorados trocam, geralmente, é nas mãos. Ou o aperto de mão que continua sendo um a espécie de contrato ou cumprimento comum. O tato é tão importante em situações emocionais que somos levados a tocarmos da maneira que gostaríamos que os outros nos consolassem. As mãos são as mensagens da emoção. O tato é veículo de cura tão poderoso que muitas vezes usamos os profissionais do toque (médicos, cabeleireiros, massagistas, etc). Quando não existe o toque, surge nosso verdadeiro isolamento. O contato aquece nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na hierarquia dos sentidos, o gosto ocupa o primeiro posto na fase inicial de cada biografia. A primeira interpretação humana é que a criança estabelece ao chupar as coisas. O sábio (palavra de maior prestígio intelectual e humano até há poucos séculos) é o homem que entende de sabores, que sabe a quem sabe as coisas e o que significa isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O paladar é senti&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-vE6sVzzXSx8/TsVMMVWPrPI/AAAAAAAABbk/csCpw90Ty2c/s1600/paladar.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-vE6sVzzXSx8/TsVMMVWPrPI/AAAAAAAABbk/csCpw90Ty2c/s200/paladar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676026680142966002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;do íntimo. Não podemos sentir gosto a distância. E o gosto que sentimos das coisas, assim como a composição exata de nossa saliva, pode ser tão individual quanto nossas impressões digitais. Ao longo da história e em muitas culturas, o paladar, ou gosto, sempre teve duplo sentido. Paladar é sempre julgamento ou teste. As pessoas que têm bom gosto são aquelas que apreciam a vida de maneira intensamente pessoal, descobrindo sua parte sublime; o resto não tem gosto. Uma coisa de mau gosto é tida como obscena ou vulgar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todas as culturas usam o alimento com o sinal de aprovação ou comem oração. Precisamos comer para viver, da mesma maneira que precisamos respirar. Mas o ato da respiração é involuntário, e a busca da comida não, exige energia e planejamento, para nos obrigar a abandonar nosso torpor natural. Sair de casa pela manhã, ir para o trabalho são para “ganhar o pão de cada dia”, ou, se preferirmos, “merecermos nosso sal”, de onde vem a palavra salário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A fome sexual e a física sempre estiveram interligadas. Qualquer alimento pode ser julgado afrodisíaco. Aqueles com formas fálicas, como cenouras, pepinos, picles, bananas e aspargos, sempre foram julgados afrodisíacos durante algum período, assim como as ostras e os figos, que lembram os órgãos genitais femininos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://1.bp.blogspot.com/-O3tWthBJkiM/TsVMYwRSrzI/AAAAAAAABbw/f7v6uyQCGho/s1600/ouvido.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 133px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-O3tWthBJkiM/TsVMYwRSrzI/AAAAAAAABbw/f7v6uyQCGho/s200/ouvido.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676026893528379186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A audição é o quinto sentido. O som engrossa o caldo sensorial de nossas vidas e dependemos dele como auxílio para interpretar, comunicar e expressar o mundo em torno de nós. O espaço sideral é silencioso, mas na Terra, quase tudo produz algum ruído. Os sons cativam tanto a gente que gostamos de ouvir palavras rimadas. A música, o perfume da audição, surgiu provavelmente como um ato religioso, com a finalidade de despertar grupos de pessoas. A música pode agitar ou acalmar, transportando nossas emoções. Escutamos com nossos corpos. É difícil ficarmos parados quando ouvimos música. A música produz estados emocionais específicos compartilhados por todas as pessoas e, como resultado, permite que comuniquem as nossas emoções mais íntimas sem que tenhamos que mencioná-las ou defini-las por meio de uma rede de palavras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para Beethoven, a surdez não foi entrave na composição de obras-primas. “Vendo Vozes” de Oliver Sacks (Cia das Letras), o autor conta a história dos surdos e questiona qual a melhor maneira de serem integrados à sociedade. Ariovaldo Franco descreve em sua obra “De Caçador à Gourmet” (Senac) os rituais e costumes que se formaram em torno da alimentação em diferentes civilizações. Já Jean Anthelme Brillat-Savarin aborda em “A Filosofia do Gosto” (Cia das Letras) as origens da gastronomia e do funcionamento do gosto. Para conhecer mais a fundo cada sentido uma obra primordial é “Uma História Natural dos Sentidos”, de Diane Ackerman (Betrand Brasil).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: blogdogutemberg.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-6218649936463199111?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/6218649936463199111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=6218649936463199111' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6218649936463199111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6218649936463199111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/11/os-cinco-sentidos.html' title='Os Cinco Sentidos'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-90ytqZpeG2s/TsVIzaf49zI/AAAAAAAABac/Z-RzGl0Yo1U/s72-c/5_sentidos_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-6403502352888157673</id><published>2011-11-08T11:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T10:37:11.452-08:00</updated><title type='text'>Hellblazer</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-ZV_P6Ix-aQk/TrmIwo8L6jI/AAAAAAAABZ0/qhe_Ya9FriE/s1600/Hellblazer_1.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: right;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 207px; height: 320px; " src="http://1.bp.blogspot.com/-ZV_P6Ix-aQk/TrmIwo8L6jI/AAAAAAAABZ0/qhe_Ya9FriE/s320/Hellblazer_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672715574854806066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);  font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;por Yuri Motta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um dos quadrinhos que eu mais recomendo é Hellblazer, título das histórias do famoso Mago &lt;span style="font-style: italic;"&gt;John Constantine&lt;/span&gt;, uma das séries mais longas da Vertigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Constantine foi abençoado desde sua criação, afinal foi criado por Alan Moore e mais tarde passou por outros excelentes escritores e desenhistas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele apareceu pela primeira vez em Swamp Thing, o Monstro do Pântano, como personagem secundário quando o Alan Moore assumiu e mudou completamente a revista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Logo ele ganhou uma revista só pra ele com o nome de Hellblazer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O título Hellblazer era para ser na verdade HellRaiser , mas como já existia um filme de terror com o nome foi decidido usar Hellblazer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na ideia original era para ser uma HQ de terror , mas o estilo fica meio como de aventura e suspense.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em Hellblazer você pode encontrar muitos temas diferentes por edição, são alguns deles são: xamanismo, mitologia, voodoo, radiestesia,  I ching, projeção astral, uso de drogas para acessar outras dimensões, pactos, evocações, deuses, egrégoras, arquétipos, anjos, demônios, demônios feitos do inconsciente coletivo, sincronicidade,  histórias bíblicas, conspirações governamentais, maçonaria  e muito mais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A história de John e o ocultismo começa antes mesmo dele nascer , pois muitos dos seus ancestrais já eram ligados com magia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele é um homem loiro, fumante, adora uma cerveja e não é tão anti-herói quanto alguns textos da internet dizem, porém na maior parte das vezes acaba por envolver pessoas inocentes em suas tramas, fazendo ele carregar algumas mortes na consciência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-8xYi51_undA/TrmI5hVRQPI/AAAAAAAABaA/cvJcVgiJwJ4/s1600/hellblazer.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 207px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-8xYi51_undA/TrmI5hVRQPI/AAAAAAAABaA/cvJcVgiJwJ4/s320/hellblazer.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672715727431352562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Constantine na maior parte das vezes usa originalidade para resolver seus problemas e, apesar de ter dons muito úteis, ele raramente os usa. Um exemplo dessas habilidades é a Hipnose e e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;m alguns capítulos ficamos sabendo que ele é sensitivo também.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cada capítulo tem em torno de 26 páginas, isso sempre deixa o leitor com aquela s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ns&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;de “Já Acabou?”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As histórias são meio que narradas por John, uma estratégia que faz o leitor entender melhor alguns fatos, com eles sendo “explicados” , tudo com uma pitada de humor e com excelentes frases e tiradas de John.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma coisa que também ajuda Hellblazer ser um grande sucesso é o sistema em que os capítulos são criados, que na maior parte vezes não são relacionadas uns com os outros, isso ajuda um pouco em relação as vendas pois você não deixa de comprar uma edição porque perdeu outras. Uma estratégia muito presente na editora vertigo, mas é claro que tem momentos em que uma edição tem continuação em outra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Gosto de deixar claro que no universo de Constantine, basta você ter um Grimorium Verum e você pode evocar qualquer entidade e essa vai aparecer para você toda bonitinha, por isso mesmo não podemos esquecer que é um mundo de “fantasia”, apesar disso vemos conceitos ocultistas presentes como a diferença entre Lúcifer e o Diabo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Entre os diversos escritores e ilustradores de Hellblazer temos, Jamie Delano, Garth Ennis, Neil Gaiman, Grant Morrison, Warren Ellis, e outros mais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Além disso as capas de Hellblazer são verdadeiras obras de arte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dica : Quando for ler Hellbl&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;azer, abra o Google e procure as palavras interessantes ou nomes que não conhece você p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ode aprender muito assim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Atualmente Hellblazer &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-nZ_idqOGnpY/TrmJQPBXB3I/AAAAAAAABaM/2Y8nT3wKZSQ/s1600/hellblazer3.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 198px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-nZ_idqOGnpY/TrmJQPBXB3I/AAAAAAAABaM/2Y8nT3wKZSQ/s320/hellblazer3.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672716117652998002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;esta sendo distribuído pela Panini que assumiu boa parte das HQ´s do Brasil, mais já passou po&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;r muitas editoras e como foi dito no começo a série é uma das mais longas já passando de 275 edições.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em 2005 foi lançado o filme com o nome Constantine adaptado dos quadrinhos, foi feito para agradar tanto quem gosta do tema (Magia) como também religiosos conservadores. Tanto agradou  que uma cena do final do filme foi usada em uma propaganda da igreja universal, mal sabem que o filme foi baseado em uma HQ com uma temática que eles repudiam (John Constantine é mesmo muito irônico).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Concluindo&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;, não acredite em nada do que está escrito acima, leia Hellblazer e tire suas próprias conclusões!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-size:78%;" &gt;&lt;span style=" ;font-family:verdana;" &gt;f&lt;span&gt;onte: deldebbio.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-6403502352888157673?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/6403502352888157673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=6403502352888157673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6403502352888157673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6403502352888157673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/11/hellblazer.html' title='Hellblazer'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZV_P6Ix-aQk/TrmIwo8L6jI/AAAAAAAABZ0/qhe_Ya9FriE/s72-c/Hellblazer_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-9085332697133949465</id><published>2011-10-28T11:27:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T11:31:58.435-07:00</updated><title type='text'>O Nascimento da Mente Global</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kqcEOycmrlE/Tqr0WRsi-5I/AAAAAAAABZc/tBMIvfbWmps/s1600/Mente-Global.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 226px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-kqcEOycmrlE/Tqr0WRsi-5I/AAAAAAAABZc/tBMIvfbWmps/s400/Mente-Global.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668611744543734674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;por Tim O’Reilly em artigo para o Financial Times&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A melhor simbiose entre o homem e o computador é quando o programa aprende com os humanos mas vê coisas que ele não veria Consciência global. Nós já ouvimos isso antes. Nos anos 60, nós todos iríamos estar misticamente conectados, ou iría ser uma máquina super-inteligente – a skynet do Exterminador do futuro – que seria inimiga da humanidade. Mas e se a realidade é mais mundana?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O cientista de computação Danny Hillis uma vez disse: “A consciência global é responsável pela tomada de decisão das embalagens de café decafeinado serem laranjas.” E claro, o mecanismo pelo qual a cor se tornou um quase-universal símbolo para o café decafeinado nos EUA é exatamente o mesmo pelo qual centenas de milhões de pessoas tem compartilhado conhecimento de Lady Gaga, Newton, Einstein e Darwin, e, por essa razão, de muitas outras coisas verdadeiras e falsas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O que é diferente hoje, entretanto, é a velocidade na qual o conhecimento propaga. Notícias, entretenimento e opiniões se espalham pelas redes sociais, websites e mecanismos de busca em um processo gradativamente indo perto do real-time. Essas coisas que surgem no topo estão sendo decididas não pelos executivos de mídia mas pela sua força viral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Alguém pode dizer que isso são os mesmo que governam o mecanismo de  capturar e retransmitir conhecimento humano que tem dirigido o avanço da civilização. Mas mesmo como o avanço do alfabetismo e do livro impresso nos levou a era moderna, a aumentada capacidade de transmissão de conhecimento usando as redes eletrônicas está nos levando a um futuro bastante diferente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A web é um perfeito exemplo do que o engenheiro e cientista da computação Vannegar Bush chamou de “Aumentamento da Inteligência” (“intelligence augmentation”) por computadores, em seu artigo de 1945 “As We May Think” no jornal The Atlantic. Ele descreve um futuro onde a habilidade humana de seguir uma trilha de conhecimento associativo iria ser possibilitada por um aparelho chamado “the memex”. Isto iria aumentar a memoria humana para a lembrança com maior precisão. O Google nos dias de hoje se tornou este “memex”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A web tem também demonstrado é o que JCR Licklider, outro visionário do início da computação, chamou de “simbiose homem-máquina”. Os humanos criam documentos que fazem a web e provêm as ligações (links) entre elas. Os mecanismos de buscas seguem estas trilhas, avaliam os caminhos mais fortes, e mostram o caminho para outros do que achou. Quando os algoritmos para achar o documento “certo” se aprimoram, nós ficamos mais espertos e quando os “spammers” e outros “malware” superam os algoritimos, nós ficamos mais burros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-7SXSJhs9Qqo/Tqr0coJM4eI/AAAAAAAABZo/6OfmUBrdIHs/s1600/cerebro.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-7SXSJhs9Qqo/Tqr0coJM4eI/AAAAAAAABZo/6OfmUBrdIHs/s320/cerebro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668611853648716258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A simbiose homem-máquina não é apenas sobre a recuperação de conhecimento, é também sobre a criação de conhecimento. Nossos computadores não tem inteligência sem nós, mas eles aceleram nossa inteligência coletiva a uma velocidade que nunca vista antes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Quando a web se faz móvel, ainda mais coisas interessantes começam a acontecer. Um humano com um smartphone pode literalmente ver “around corners” e pelo tempo. E mais, nossos fones são olhos e ouvidos do que está começando a parecer como uma mente global. Fotos são automaticamente enviadas para os bancos de dados na nuvem, cada um categorizado com sua localização e o horário que foram tirados. Aplicativos como o Shazam pode ouvir uma música e nos dizer quem está cantando. O som ambiente de uma sala pode ser usado para localizar sua localização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Para entender o que a combinação de sensores móveis, bases de dados na nuvem e algoritmos de computador aumentados pela ação humana é capaz de fazer, considere um carro que dirige automáticamente sem motorista. Stanley, um carro assim, venceu o prêmio do desafio US Darpa (Defense Afavanced Research Projects Agency) em 2005 ao navegar por um caminho de 7 milhas em um pouco menos de sete horas. Ano passado, o google demonstrou um veículo automático que dirigiou por mais de 100.000 milhas em tráfego normal. A diferença: o Stanley usou algoritimos de inteligência artificial e o carro do Google usou a memória aumentanda de milhões de milhas de estrada inseridas por motoristas humanos que construíram a base de dados do Google StreetView. Estes carros gravaram incontáveis detalhes – a localização de semáforos, obstáculos e até qualidade da superfície.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Isso é a simbiose homem-computador no seu melhor, quando o programa de computador aprende pela atividade de professores humanos e seus sensores notam e lembram de coisas que seres humanos não seriam capazes. Este é o futuro: uma quantidade massiva de dados criados pelas pessoas, estocados em aplicações na nuvem que usam algoritmos inteligentes para extrair significado disso, alimentando de volta resultados dessas pessoas em equipamentos móveis, gradualmente gerando aplicações que emulam o que elas aprenderam dos “feedback loops” entre essas pessoas e seus aparelhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;No melhor dos casos, nós podemos ver a simbiose criativa entre o homem e a máquina. Entretanto, é fácil de se ter um balanço errado: podemos simplesmente olhar para os excessos dos mercados financeiros da última década e ver o risco de algoritmos saindo de controle nas mãos de empresas e indivíduos procurando apenas sua própria vantagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A mente global está ainda em sua infância. Nós podemos fazê-la para ajudar a construir um mundo melhor, ou nós podemos fazê-la para ser egoísta, injusta e de curto-prazo em sua maneira de enxergar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O autor e designer Edwin Schlossberg disse um dia, “A capacidade de escrever cria um contexto no qual outras pessoas possam pensar”. Este é um ótimo momento para pensar profundamente sobre o futuro. Ele está cada dia mais nas mãos dos computadores para aumentar a efetividade – e as escolhas – daqueles que o usam. O grande desafio do século 21 irá ser ensiná-lo a diferenciar o certo do errado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;fonte: jornaldoempreendedor.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-9085332697133949465?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/9085332697133949465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=9085332697133949465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/9085332697133949465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/9085332697133949465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/10/o-nascimento-da-mente-global.html' title='O Nascimento da Mente Global'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-kqcEOycmrlE/Tqr0WRsi-5I/AAAAAAAABZc/tBMIvfbWmps/s72-c/Mente-Global.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7312464830976034244</id><published>2011-10-21T07:18:00.000-07:00</published><updated>2011-10-21T07:19:57.702-07:00</updated><title type='text'>O Castigo do Pedófilo</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/27911262?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" allowfullscreen="" frameborder="0" height="314" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7312464830976034244?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7312464830976034244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7312464830976034244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7312464830976034244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7312464830976034244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/10/o-castigo-do-pedofilo.html' title='O Castigo do Pedófilo'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-813295144720293154</id><published>2011-10-14T11:53:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T11:59:14.551-07:00</updated><title type='text'>As Egrégoras</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-GYCPXHuBscQ/TpiFayVwqZI/AAAAAAAABYw/GX3kMlcVCPs/s1600/egr%25C3%25A9gora1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-GYCPXHuBscQ/TpiFayVwqZI/AAAAAAAABYw/GX3kMlcVCPs/s400/egr%25C3%25A9gora1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663423226654534034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“Pois onde se acham dois ou três reunidos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;em meu nome, aí estou eu no meio deles.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mateus 18:20&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Egrégora, ou egrégoro para outros, (do grego egrêgorein, Velar, vigiar) designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação "genética" das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por axioma, um ser humano nunca vence a influência de uma egrégora caso se oponha frontalmente a ela. A razão é simples. Uma pessoa, por mais forte que seja, permanece uma só. A egrégora acumula a energia de várias, incluindo a dessa própria pessoa forte. Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando à egrégora para que ela incorpore às dos demais e o domine.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A egrégora se realimenta das mesmas emoções que a criaram. Como ser vivo, não quer morrer e cobra o alimento aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções. Assim, a egrégora gerada por sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta e ódio. No caso dos partidos ou facções extremistas, por exemplo, são os intermináveis atentados. No das revoluções, freqüentemente, os primeiros líderes revolucionários a alcançar o poder passam de heróis a traidores. Terminam os seus dias exatamente como aqueles que acabaram de destronar (segundo Richelieu, ser ou não ser um traidor, é uma questão de datas).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-zGTuedj3X_4/TpiFhcmHsMI/AAAAAAAABY8/CPkY3L6Dzx4/s1600/egr%25C3%25A9gora3.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zGTuedj3X_4/TpiFhcmHsMI/AAAAAAAABY8/CPkY3L6Dzx4/s320/egr%25C3%25A9gora3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663423341076656322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já a egrégora criada com intenções&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; saudáveis, tende a induzir seus membros a continuar sendo saudáveis. A egrégora de felicidade, procura "obrigar" seus amos a permanecer sendo felizes. Dessa forma, vale aqui a questão: quem domina a quem? Conhecendo as leis naturais, você canaliza forças tremendas, como o curso de um rio, e as utiliza em seu benefício.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A única maneira de vencer a influência da egrégora é não se opor frontalmente a ela. Para tanto é preciso ter Iniciação, estudo e conhecimento suficiente sobre o fenômeno. Como sempre, as medidas preventivas são melhores do que as corretivas. Portanto, ao invés de querer mudar as características de uma determinada egrégora, o melhor é só gerar ou associar-se a egrégoras positivas. Nesse caso, sua vida passaria a fluir como uma embarcação a favor da correnteza. Isso é fácil de se conseguir. Se a egrégora é produzida por grupos de pessoas, basta você se aproximar e freqüentar as pessoas certas: gente feliz, descomplicada, saudável, de bom caráter, boa índole. Mas também com fibra, dinamismo e capacidade de realização; sem vícios nem mentiras, sem preguiça ou morbidez. O difícil é diagnosticar tais atributos antes de se relacionar com elas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma vez obtido o grupo ideal, todas as egrégoras geradas ou nas quais você penetre, vão induzi-lo à saúde, ao sucesso, à harmonia e à felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os antigos consideravam a egrégora um ser vivo, com força e vontade próprias, geradas a partir dos seus criadores ou alimentadores, porém independente das de cada um deles. Para vencê-la ou modificá-la, seria necessário que todos os genitores ou mantenedores o quisessem e atuassem nesse sentido. Acontece que, como cada um individualmente está sob sua influência, praticamente nunca se consegue superá-la.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se você ocupa uma posição de liderança na empresa, família, clube, etc., terá uma arma poderosa para corrigir o curso de uma egrégora. Poderá afastar os indivíduos mais fracos, mais influenciáveis pelos condicionamentos impostos pela egrégora e que oponham mais resistência às mudanças eventualmente propostas. É uma solução drástica, sempre dolorosa, mas às vezes imprescindível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se, entretanto, você não ocupa posição de liderança, o mais aconselhável é seguir o ditado da sabedoria popular: os incomodados que se mudem. Ou seja, saia da egrégora, afastando-se do grupo e de cada indivíduo pertencente a ele. Isso poderá não ser muito fácil, mas é a melhor solução.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-Tlp0n38jDFo/TpiF3e9TpmI/AAAAAAAABZI/n9gIJG0AjVI/s1600/egr%25C3%25A9gora2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Tlp0n38jDFo/TpiF3e9TpmI/AAAAAAAABZI/n9gIJG0AjVI/s320/egr%25C3%25A9gora2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663423719667902050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outro fator fundamental neste estudo é o da incompatibilidade entre egrégoras. Como todo ser humano está sujeito a conviver com a influência de algumas centenas de egrégoras, a arte de viver consiste em só manter no seu espaço vital egrégoras compatíveis. Sendo elas, forças grupais, um indivíduo será sempre o elo mais fraco. Se estiverem em dessintonia umas com as outras, geram um campo de força de repulsão e se você está no seu comprimento de onda, ao repelirem-se mutuamente, elas rasgam-no ao meio, energeticamente. Dilaceram suas energias, como se você estivesse sofrendo o suplício do esquartejamento, com um cavalo amarrado em cada braço e em cada perna, correndo em direções opostas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esse esquartejamento traduz-se por sintomas, tais como ansiedade, depressão, nervosismo, agitação, insatisfação ou solidão. Num nível mais agravado, surgem problemas na vida particular, familiar, afetiva, profissional e financeira, pois o indivíduo está disperso e não centrado. No grau seguinte, surgem neuroses, fobias, paranóias, psicopatologias diversas, que todos percebem, menos o mesclante. Finalmente, suas energias entram em colapso e surgem somatizações concretas de enfermidades físicas, das quais, uma das mais comuns é o câncer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Isso tudo, sem mencionar o fato de que duas ou mais correntes de aperfeiçoamento pessoal, se atuarem simultaneamente sobre o mesmo indivíduo, podem romper seus chakras, já que cada qual induz movimento em velocidades, ritmos e até sentidos diferentes nos seus centros de força.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com relação à compatibilidade, há algumas regras precisas, das quais pode ser mencionada aqui a seguinte: as egrégoras semelhantes são incompatíveis na razão direta da sua semelhança; as diferentes são compatíveis na razão direta da sua dessemelhança. Você imaginava o contrário, não é?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todo o mundo se engana ao pensar que as semelhantes são compatíveis e ao tentar a coexistência de forças antagônicas, as quais terminam por destruir o estulto que o intentara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quer um exemplo da regra acima? Imagine que um homem normal tenha uma egrégora de família, uma de profissão, uma de religião, uma de partido político, uma de clube de futebol, uma de raça, uma de país e assim sucessivamente. Como são diferentes entre si, conseguem coexistir sem problemas. Aquele homem poderia ter qualquer profissão e qualquer partido político, torcer por qualquer clube e freqüentar qualquer igreja.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Agora imagine o outro caso. Esse mesmo homem resolve ter duas famílias, torcer para vários clubes de futebol, pertencer a partidos políticos de direita e de esquerda ao mesmo tempo, exercer a medicina e a advocacia simultaneamente e ser católico aos domingos, protestante às segundas e judeu aos sábados! Convenhamos que a pessoa em questão é psiquiatricamente desequilibrada. Não obstante, é o que muita gente faz quando se trata de seguir correntes de aperfeiçoamento interior: a maioria acha que não tem importância misturar aleatoriamente Yôga, tai-chi, rei-ki, macrobiótica, teosofia e quantas coisas mais se lhe cruzarem pela frente. Então, bom proveito na sua salada mista!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: imagick.org.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-813295144720293154?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/813295144720293154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=813295144720293154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/813295144720293154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/813295144720293154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/10/as-egregoras.html' title='As Egrégoras'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-GYCPXHuBscQ/TpiFayVwqZI/AAAAAAAABYw/GX3kMlcVCPs/s72-c/egr%25C3%25A9gora1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7567522419724668293</id><published>2011-10-06T07:23:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T07:29:09.679-07:00</updated><title type='text'>Déjà vu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-a1TLscbPAbM/To26RjRfKII/AAAAAAAABYY/NO3bH6o5_NQ/s1600/deja_vu1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 256px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-a1TLscbPAbM/To26RjRfKII/AAAAAAAABYY/NO3bH6o5_NQ/s320/deja_vu1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660385117363710082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Déjà vu é uma expressão de origem francesa, que significa "já visto", mas possui muitas variações. O fenômeno começou a ser estudado no final do século XIX pelo cientista francês Emile Boirac.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O fenômeno é facilmente confundido com experiências precognitivas, aquelas onde você tem a sensação de saber exatamente o que vai acontecer e em seguida a situação acontece. Um déjà vu é experimentado durante o evento e não antes dele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Alucinações causadas por drogas trazem um aumento de sensibilidade e são confundidas com déjà vu. Memórias irreais geradas pela esquizofrenia podem também ser confundidas com déjà vu. Diferentemente dos verdadeiros déjà vu, que duram de 10 a 30 segundos, essas memórias falsas podem durar muito mais tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Há dois tipos de déjà vu:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Associativo:&lt;/span&gt; É o tipo mais comum de déjà vu, vivenciado por pessoas normais e saudáveis.Vemos, ouvimos, cheiramos ou experimentamos algo que desperta uma sensação que associamos com algo já vivenciado antes. Cientistas acham que esse tipo de déjà vu é uma experiência baseada na memória e que os centros de memória do cérebro são responsáveis por ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Biológico:&lt;/span&gt; Pessoas com epilepsia do lobo temporal costumam experimentar, um pouco antes de ter um ataque, uma forte sensação de déjà vu. Isso tem dado aos cientistas mais confiabilidade para estudar o déjà vu e eles têm sido capazes de identificar as áreas do cérebro onde esses tipos de sinais de déjà vu se originam. Entretanto, alguns cientistass acreditam que esse tipo de déjà vu é diferente do déjà vu associativo. A pessoa que o experimenta pode acreditar que já passou exatamente por aquela situação, ao invés de ter apenas uma breve sensação do fato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O déjà vu ocorre em distúrbios psiquiátricos importantes como a ansiedade, depressão, distúrbios dissociativos e esquizofrenia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O déjà vu é muito complicado de se estudar porque ocorre muito rapidamente, sem aviso e apenas em algumas pessoas, além de não apresentar manifestações ou sintomas externo. Por esse motivo, há poucas pesquisas confiáveis e nenhuma teoria comprovada. Os dados para os estudos de déjà vu dependem de descrições pessoais e lembranças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Muitos pesquisadores ignoraram o déjà vu completamente devido à sua freqünte associação com experiências de vidas passadas, persepção extra-sensorial ou abduções alienígenas. Essas associações deixaram o estudo do déjà vu um pouco estigmatizado. Recentemente, os cientistas abandonaram algumas dessas associações e começaram a colocar a tecnologia de imagens cerebrais a seu serviço. Colocando o estudo do déjà vu dentro do estudo da memória, eles esperam descobrir mais sobre como as memórias são formadas, armazenadas e recuperadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Eles já determinaram que o lobo temporal médio está envolvido na nossa memória consciente. Dentro do lobo temporal médio há o giro parahipocampal, o rinencéfalo e a amígdala. John D.E. Gabrieli, da Stanford University, descobriu em 1997 que o hipocampo nos possibilita recordar os eventos conscientemente. Ele também descobriu que o giro parahipocampal nos possibilita determinar o que é familiar e o que não é (e isso sem acessar uma memória específica para o fato).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Como já foi dito, cerca de 70% das pessoas afirmaram que já tiveram déjà vu, mas ocorrências são mais altas em jovens entre 15 e 25 anos de idade. A idade superior varia entre os pesquisadores, mas a maioria concorda que as experiências de déjà vu diminuem com a idade. Há também relatos de maior ocorrência entre aqueles com renda mais alta, que viajam mais e com alto nível educacional. A imaginação ativa e a habilidade de recordar sonhos também têm sido algo comum entre pessoas que relatam experiências de déjà vu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Alguns cientistas também relataram que quanto mais cansada ou estressada está a pessoa, maior a probabilidade de experimentar um déjà vu. Outros pesquisadores, contudo, descobriram exatamente o oposto. Eles relataram que quanto mais descansado e relaxado você está, maior a probabilidade de ter um déjà vu. Obviamente, ainda não se chegou a um acordo sobre muitas situações relacionadas ao déjà vu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Uma descoberta relatada é que a pessoa que tem a mente mais aberta ou é politicamente mais liberal, tem maior possibilidade de experimentar um déjà vu. Contudo, isso também significa que quanto mais mente-aberta você é, mais provavelmente você falará de alguma coisa que possa ser encarada como "estranha", por exemplo, o déjà vu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Teorias:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-CvJs2t4Zc7E/To26dB8bC9I/AAAAAAAABYg/PsdDUjYug5c/s1600/deja_vu2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 194px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-CvJs2t4Zc7E/To26dB8bC9I/AAAAAAAABYg/PsdDUjYug5c/s320/deja_vu2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660385314575420370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;1. Atenção dividida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Dr. Alan Brown vem tentando recriar um processo que ele acha ser similar ao déjà vu. Em estudos na Duke University e SMU, ele e a colega Elizabeth Marsh testaram a ideia da sugestão subliminar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os pesquisadores mostraram fotografias de vários lugares a um grupo de jovens, planejando perguntar a eles quais locais lhe eram familiares. Mas antes de mostrar aos jovens algumas das fotografias, eles projetaram instantaneamente as fotos em uma tela a velocidades subliminares (cerca de 10 a 20 milisegundos), tempo suficiente para o cérebro registrar a foto mas não suficiente para o aluno percebê-la conscientemente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Nessas experiências, as imagens que tinham sido mostradas subliminarmente foram apontadas como sendo familiares em uma proporção muito maior do que as que não tinham sido mostradas, embora os estudantes que realmente estiveram naqueles locais tenham sido tirados do estudo. Larry Jacoby e Kevin Whitehouse, da Universidade de Washington, fizeram estudos similares usando listas de palavras e tiveram resultados parecidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Com base nessa idéia, Alan Brown propôs o que ele chamou de teoria do telefone celular (ou atenção dividida). Isso significa que, quando estamos distraídos com alguma outra coisa, captamos subliminarmente o que está ao nosso redor mas não registramos de modo consciente. Então, quando somos capazes de nos concentrar no que estamos fazendo, esses ambientes periféricos dão a sensação de já serem familiares para nós, mesmo quando não deveriam ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Com isso em mente, é lógico entender como podemos andar por uma casa pela primeira vez, talvez ao conversar com o dono da casa e ter um déjà vu. Poderia funcionar mais ou menos assim: antes de realmente olharmos para o local, nosso cérebro já o processou visualmente e/ou através do odor ou som, de modo que, quando realmente olhamos para ele temos a sensação de que já estivemos lá antes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;2. A teoria do holograma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O psiquiatra holandês Hermon Sno propôs a ideia de que as memórias são como hologramas, significando que você pode recriar a imagem tridimensional inteira a partir de qualquer fragmento do todo. Contudo, quanto menor o fragmento, mais confuso o quadro final. O déjà vu, segundo ele, acontece quando algum detalhe do ambiente onde estamos no momento (uma vista, som, odor, etc.) é similar a algum resquício de memória do nosso passado e o cérebro recria uma cena inteira a partir desse fragmento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Outros pesquisadores também concordam que um pequeno fragmento de familiaridade pode estar semeado, criando a sensação de déjà vu. Por exemplo, você sai para dar uma volta com um amigo em um carro antigo ano 1964 e tem uma forte sensação de déjà vu, mas não chega a lembrar (ou nem mesmo está ciente do fato) que seu avô tinha o mesmo tipo de carro, e você está lembrando de quando andou nesse carro quando era bem pequeno. O cheiro, a aparência e a textura do assento ou do painel podem trazer de volta memórias que você nem sabia que existiam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;3. Processamento duplo (ou visão atrasada)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Outra teoria baseia-se no modo como nosso cérebro processa as informações novas e como ele as armazena em memórias de longo e curto prazo. Robert Efron testou uma ideia no Veterans Hospital de Boston, em 1963, que se mantém como uma teoria válida atualmente. Ele propôs que uma resposta neurológica atrasada causa o déjà vu. Como a informação entra nos centros de processamento do cérebro através de mais de uma via, é possível que ocasionalmente essa mistura de informações não ocorra em total sincronia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Efron descobriu que o lobo temporal do hemisfério esquerdo do cérebro é responsável por classificar as informações que chegam. Ele descobriu também que o lobo temporal recebe duplicadas essas informações, que chegam com um leve atraso (de milissegundos) entre elas: a primeira vem diretamente e a outra passa primeiro pelo hemisfério direito do cérebro. Se essa segunda transmissão tem um atraso um pouco maior, o cérebro pode classificar de modo errado essa parte da informação e fazer seu registro como sendo uma memória passada, porque ela já foi processada. Isso poderia explicar o súbito senso de familiaridade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;4. "Memórias" de outras fontes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-2iDPfxC98FY/To26ssDwnRI/AAAAAAAABYo/YZvA0txLwI8/s1600/Deja-vu3.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-2iDPfxC98FY/To26ssDwnRI/AAAAAAAABYo/YZvA0txLwI8/s320/Deja-vu3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660385583578520850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Essa teoria propõe que temos muitas memórias armazenadas que vem de diferentes aspectos da nossa vida, incluindo não apenas nossas próprias experiências mas também filmes e quadros que vimos, assim como livros que lemos. Podemos ter memórias muito fortes de fatos sobre os quais lemos ou vimos sem que realmente os tenhamos experimentado, e com o tempo essas memórias podem ser empurradas para o fundo da nossa mente. Quando vemos ou experimentamos algo muito similar a uma dessas memórias, podemos experimentar uma sensação de déjà vu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Por exemplo, quando era criança você pode ter visto um filme com uma cena em um restaurante ou ponto turístico famoso. Então, quando você já adulto visita o mesmo local, sem lembrar-se do filme, o local parece ser muito familiar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;5. Sonhos precognitivos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Alguns pesquisadores acreditam que os sonhos precognitivos são a fonte de muitas experiências de déjà vu. J.W. Dunne, um engenheiro da aeronáutica que projetava aviões na Segunda Guerra Mundial, conduziu estudos em 1939 usando estudantes da Universidade de Oxford. Seus estudos descobriram que 12,7% dos temas dos sonhos tinham similaridades com eventos futuros. Estudos recentes, incluindo um realizado por Nancy Sondow, em 1988, apresentaram resultados similares de 10%.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Esses pesquisadores também juntaram evidências de sonhos precognitivos às experiências de déjà vu que ocorreram em algum ponto a partir daquele dia até oito anos depois. Tem-se perguntado por que as experiências propriamente ditas são normalmente de acontecimentos cotidianos banais. Uma explicação de Funkhouser é que algo mais marcante tem maior probabilidade de ser lembrado, tornando menos provável uma experiência de déjà vu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Embora o déjà vu venha sendo estudado como fenômeno por mais de 100 anos e os pesquisadores tenham proposto várias teorias sobre sua causa, não há uma explicação simples para o que ele significa ou por que acontece. Talvez, à medida que a tecnologia avança e aprendemos mais sobre o funcionamento do cérebro, também aprendamos mais sobre por que experimentamos esse estranho fenômeno.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;fonte: www.misteriosdomundo.com | pessoas.hsw.uol.com.br/deja-vu2.htm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7567522419724668293?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7567522419724668293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7567522419724668293' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7567522419724668293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7567522419724668293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/10/deja-vu.html' title='Déjà vu'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-a1TLscbPAbM/To26RjRfKII/AAAAAAAABYY/NO3bH6o5_NQ/s72-c/deja_vu1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4387914999926802829</id><published>2011-09-27T08:44:00.001-07:00</published><updated>2011-09-27T08:49:55.039-07:00</updated><title type='text'>O Conhecimento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-lN7JIBJKrJc/ToHwg_0d6_I/AAAAAAAABYQ/LaTjZJRtaIA/s1600/Nietzsche%2Bcartoon.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 106px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-lN7JIBJKrJc/ToHwg_0d6_I/AAAAAAAABYQ/LaTjZJRtaIA/s200/Nietzsche%2Bcartoon.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657067056632032242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;"Nosso tesouro está na colméia de nosso conhecimento. Estamos sempre voltados a essa direção, pois somos insetos alados da natureza, coletores do mel da mente."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nietzsche&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4387914999926802829?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4387914999926802829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4387914999926802829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4387914999926802829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4387914999926802829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/09/o-conhecimento.html' title='O Conhecimento'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lN7JIBJKrJc/ToHwg_0d6_I/AAAAAAAABYQ/LaTjZJRtaIA/s72-c/Nietzsche%2Bcartoon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-6106538909702617886</id><published>2011-09-23T13:34:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T16:39:20.335-07:00</updated><title type='text'>Ganesha o Removedor de Obstáculos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jgonp21tCZA/TnzuX_LqsfI/AAAAAAAABX4/y-IBZtWMISg/s1600/ganesha.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 242px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-jgonp21tCZA/TnzuX_LqsfI/AAAAAAAABX4/y-IBZtWMISg/s320/ganesha.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5655657327935271410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ao olharmos a imagem de Ganesha, semideus hindu, devemos procurar compreender a simbologia que ele representa, ou seja, a evolução do homem no caminho da divindade. Os hindus foram os que mais desenvolveram a arte do simbolismo sem o qual as estórias se transformam em absurdos sem sentido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Segundo o mito, Ganesha é filho de Shiva (representante na trindade divina da destruição e da regeneração) e foi gerado por Parvati (sua esposa) para que ele impedisse a entrada de qualquer um dentro de sua casa, sempre que Shiva se encontrasse em meditação no Himalaia. Como esses períodos de meditação duravam milênios, quando Shiva retornou, não foi reconhecido por Ganesha que não deixou que ele entrasse em casa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Após longo combate, Shiva cortou a cabeça do filho com seu tridente. Neste momento, Parvati se aproximou e, revoltada, resolveu se afastar da existência. Shiva assustou-se porque Parvati representava a matéria, parte fundamental da criação, e propôs que faria qualquer coisa para reabilitar-se perante ela. Parvati exigiu então que Ganesha, dali em diante, fosse venerado antes de qualquer ritual. Shiva ordenou a seus guardas que lhe trouxessem a cabeça do primeiro animal que encontrassem na floresta. Ao entregarem a cabeça de um elefante, Shiva fez com que Ganesha revivesse.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Simbolicamente o elefante é bastante propício para demonstrar o caminho da evolução do homem na busca da espiritualidade e da imortalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O cortar a cabeça simboliza cortar as velhas idéias em busca de novos valores. As orelhas grandes do animal representam a capacidade de escutar o conhecimento, condição básica de um sábio. Sua enorme cabeça reflete a possibilidade de analisar este conhecimento. A tromba representa a discriminação entre o sutil e o mais grosseiro, a diferenciação entre o mundo material e o transcendental, pois, com ela, o elefante é capaz de arrancar uma árvore ou pegar um pequeno objeto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma de suas presas quebradas demonstra a imperfeição e o fato de já ter superado a luta dos opostos, tão presente na vida do homem, a dialética do bem e do mal, da alegria e da tristeza, da vida e da morte. A barriga grande indica que Ganesha já digeriu o conhecimento e os obstáculos. Por isso ele é conhecido como o removedor de obstáculos. Afinal, o maior entrave do homem é sua ignorância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele também tem sempre um dos pés levantados e o outro no chão, pois ao sábio é necessária a elevação, mas sem perder a humanidade. Aos seus pés sempre há um rato, símbolo de descontrole e da voracidade, que muitas vezes lhe serve de montaria, significando a capacidade do homem de dominar seus desejos, pois o verdadeiro sábio também tem desejos, porém eles estão sob seu controle.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A machadinha em suas mãos não pode ser esquecida, pois simboliza não só o desapego, mas também a capacidade de fazer justiça. Afinal de contas, ele é filho de Shiva (representante da destruição e da regeneração na trindade hindu) e irmão de Kartikeya (semi-deus da guerra).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A mão superior esquerda leva um laço e ou um lotus – Com o laço ele prende a atenção na verdade, na realidade suprema, ou seja no Eu absoluto. O Lotus é a natureza pura, absoluta e imaculada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A mão inferior direita abençoa com Abhãya Mudrã – Esta mudrã abençoa com prosperidade e destemor. Freqüentemente encontramos um Japamala (Japa = repetição, Mala = cordão ou colar: objeto antigo de devoção espiritual, conhecido também como rosário de orações no ocidente), mostrando que esta prosperidade está na forma de Japa (repetição de um mantra) a mais eficaz técnica de preparação da mente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A mão inferior esquerda oferece Modaka – Modaka é um doce de leite e arroz tostado que representa a satisfação, a plenitude que se alcança com um caminho de disciplina e auto conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu mantra é o OM SRI GANESHAYA NAMAH e recitando você muda seu estado vibracional com isso você se prepara para a remoção de obstáculos, sucesso e tudo mais já dito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sendo o removedor de obstáculos prestar reverência a Lord Ganesha é querer começar qualquer tipo de trabalho com o pé direito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/cer9o24TbA4" allowfullscreen="" frameborder="0" height="314" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte:  www.divagacoes.org | www.ganesha.jor.br | www.yogalotus.com.br/ganesha.htm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-6106538909702617886?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/6106538909702617886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=6106538909702617886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6106538909702617886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6106538909702617886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/09/ganesha-o-removedor-de-obstaculos-e.html' title='Ganesha o Removedor de Obstáculos'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-jgonp21tCZA/TnzuX_LqsfI/AAAAAAAABX4/y-IBZtWMISg/s72-c/ganesha.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-8653717316262299514</id><published>2011-09-15T15:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T15:29:07.582-07:00</updated><title type='text'>Uma análise psicológica do filme "Perfume"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-hN3gu0UHUgY/TnJ2RSFCu7I/AAAAAAAABXo/LPCD4KxJ81A/s1600/perfume.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-hN3gu0UHUgY/TnJ2RSFCu7I/AAAAAAAABXo/LPCD4KxJ81A/s200/perfume.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5652710521586236338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O filme se passa no século XVIII, na França. Jean Baptiste Grenouille passou por grandes rejeições a começar por sua mãe, que o abandonou sob uma banca de peixes esperando que ali morresse como todos os outros cinco filhos que tivera. Mas por algum motivo sem explicação, em meio de tanta sujeira e condições precárias para um recém-nascido, contrariou todas as expectativas e sobreviveu à negligência de sua mãe e aos maus tratos de todos os outros durante o decorrer de sua infância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com um olfato apurado, a cada dia demonstrava grande obsessão por odores. Inicialmente não fazia distinção de bons e maus odores, mas quando se torna um homem, amadurecendo sua sexualidade e libido a fonte de seu prazer, de todos os olfatos anteriormente sem distinção, passou a ser o odor feminino.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O olfato era sua única via de reconhecimento e relacionamento com o mundo. Jean Baptiste dizia conhecer todos os odores do mundo, mas o que parecia chamar mais a atenção era o odor feminino. Tanto que, a partir desta obsessão, se transforma num assassino em série, tentando capturar o cheiro de mulheres, mas em vão, pois percebeu que aquele era um cheiro particular e não poderia ser encontrado em mais ninguém e nem retirado daquele corpo. Esta foi sua primeira grande frustração, pois percebeu que não podia reter sua fonte de prazer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O jovem conhece um perfumista e consegue um trabalho mostrando seu talento e acaba fixado na idéia de capturar o cheiro de todas as coisas, com a intenção de capturar aquele cheiro que tanto lhe provocou prazer e frustração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O grande insight psicológico do protagonista acontece, enquanto estava a caminho do lugar que lhe ensinaria novas técnicas para capturar essências, quando percebe que ele mesmo não possuía cheiro e assim não possuía identidade. Sendo que a busca pelos odores estava além de seu prazer, tornando-se uma busca para si próprio, para se tornar um ser pertencente ao mundo, já que seu método de inclusão era feito pelos odores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como a lembrança do prazer de ter sentido o cheiro de sua primeira vítima, sempre lhe vinha à memória, Jean Baptiste decidiu capturar o cheiro das mais belas e puras mulheres que encontrasse para reter suas essências e fazer o perfume perfeito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O jovem consegue extrair toda a essência da pureza, beleza, sensualidade e inocência das garotas, vítimas de sua obsessão, unindo as notas perfeitas, criando um perfume que tinha de todas estas boas características de um modo concentrado, tornando esta essência capaz de manipular as pessoas. É notável que a inocência e a beleza feminina sempre foram apreciadas em todo o mundo e muitas vezes capazes de influenciar pessoas e por vezes até uma nação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Jean Baptiste percebeu o poder que tinha em suas mãos, e quando estava para ser condenado pela morte de suas vítimas fez uso do perfume inebriante manipulando todos ao seu redor, fazendo com que o vissem como inocente, com uma pureza tão grande, sendo comparado até com um anjo. Ele utiliza o perfume para dar a ele mesmo essas características e neste momento aquele garoto que não possuía identidade e cheiro, estava ali com uma identidade invejável, tão boa que não poderia ser condenado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Este perfume tinha uma magia tão incrível que quando espalhado entre as pessoas, fazia com elas tomassem para si as características do perfume, desencadeando uma paixão avassaladora e incontrolável entre os mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O jovem sabia de sua genialidade e do poder que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;havia criado, podendo controlar o mundo se quisesse, mas sabia também que aquele perfume nunca poderia lhe transformar em uma pessoa capaz de amar e ser amada como todas as outras, sendo essa descoberta a maior de todas as suas frustrações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-1G4MHO1HZNM/TnJ2ZwwItdI/AAAAAAAABXw/Q5h5mpHxGnA/s1600/5perfume.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 108px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-1G4MHO1HZNM/TnJ2ZwwItdI/AAAAAAAABXw/Q5h5mpHxGnA/s320/5perfume.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5652710667259000274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim, Jean Baptiste retorna ao local de sua infância&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;, levado pelo cheiro de suas lembranças: um lugar mal-tratado, esquecido pela sociedade, onde as pessoas não tinham nenhum respeito por si e pelos outros. Acaba derramando o perfume todo sobre si e é devorado (literalmente) pelo amor daqueles que sempre o rejeitaram.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É possível compreender que sua real necessidade era capturar o amor que nunca teve, para que o tivesse no momento em que bem desejar. O próprio ator Ben Whishaw, que interpretou o jovem Jean Baptiste Grenouille, em seus comentários na sessão de “extras” diz achar que o personagem tem uma personalidade autista, devido ao seu isolamento social, alienação com o mundo e desconexão emocional com as outras pessoas. De fato o garoto demonstra ter grande dificuldade em relacionar-se, limitando toda a sua comunicação verbal e não-verbal para o olfato, com uma personalidade psicopata, perversa, cometendo atos criminosos, mesmo que realizados sem intenção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style=" font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Fonte: psicologaonline.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-8653717316262299514?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/8653717316262299514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=8653717316262299514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8653717316262299514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8653717316262299514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/09/uma-analise-psicologica-do-filme.html' title='Uma análise psicológica do filme &quot;Perfume&quot;'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hN3gu0UHUgY/TnJ2RSFCu7I/AAAAAAAABXo/LPCD4KxJ81A/s72-c/perfume.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-6975831589872541878</id><published>2011-08-30T11:39:00.000-07:00</published><updated>2011-08-30T11:45:31.078-07:00</updated><title type='text'>A Razão das Guerras</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-2PWkSJ2KGqQ/Tl0uu9S2wNI/AAAAAAAABXI/zL4s6v8k-yU/s1600/guerra.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 236px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-2PWkSJ2KGqQ/Tl0uu9S2wNI/AAAAAAAABXI/zL4s6v8k-yU/s320/guerra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646720892054978770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Você conhece – perguntou Prak – a história da Razão?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Arthur disse que não e Prak respondeu que já sabia que não.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele a contou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma noite, ele disse, uma espaçonave apareceu no céu de um planeta que nunca antes havia visto uma delas. Surgiu como uma nova e brilhante estrela se movendo silenciosamente através do céu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As pessoas das primitivas tribos que estavam sentadas nas encostas das Montanhas Gélidas olharam para cima, segurando suas xícaras com bebidas fumegantes e apontaram, com dedos trêmulos, jurando que haviam visto um sinal de seus deuses significando que deveriam agora levantar-se e partir para massacrar os malignos Príncipes das Planícies.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nas altas torres de seus palácios, os Príncipes das Planícies olharam para cima e viram a estrela brilhante, compreendendo que aquele era um sinal inequívoco de seus deuses para que partissem e atacassem as malditas Tribos das Montanhas Gélidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Entre ambos, os Habitantes da Floresta olharam para o céu e viram o sinal da nova estrela. Olharam para ela com medo e apreensão porque, apesar de nunca terem visto nada assim, eles também sabiam exatamente que presságio aquilo trazia e curvaram suas cabeças em desespero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sabiam que, quando as chuvas vinham, era um sinal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando as chuvas paravam, era um sinal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando houvesse nascido na terra, à meia-noite em uma lua cheia, uma cabra com três cabeças, era um sinal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando houvesse nascido na terra, em uma hora qualquer, um gato ou porco perfeitamente normal sem qualquer complicação, ou mesmo uma criança com nariz empinado, muitas vezes essas coisas também eram vistas como um sinal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então não havia dúvida alguma de que uma nova estrela no céu era um sinal de enorme magnitude.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E cada novo sinal significava a mesma coisa – que os Príncipes das Planícies e as Tribos das Montanhas Gélidas estavam se preparando para arrancar o couro uns dos outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por si só, isso não seria nada de mais, exceto que os Príncipes das Planícies e as Tribos das Montanhas Gélidas sempre decidiam arrancar o couro uns dos outros na Floresta, e a pior parte dessas lutas sobrava para os Habitantes da Floresta, ainda que, até onde eles conseguissem entender, não tivessem nada a ver com isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E algumas vezes, depois dos piores desses ultrajes, os Habitantes da Floresta enviavam um mensageiro para o líder dos Príncipes das Planícies ou para o líder das Tribos das Montanhas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Gélidas, perguntando-lhes qual a Razão daquele comportamento insuportável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E o líder, fosse quem fosse, levava o mensageiro para um canto e lhe explicava a Razão, lenta e cuidadosamente, tendo um grande cuidado ao explicar todos os detalhes envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A coisa mais terrível era a seguinte: a razão era muito boa. Era clara, muito racional e muito dura. O mensageiro abaixava a cabeça, consternado, sentindo-se um tolo por não ter percebido o quão duro e complexo era o mundo real, e quão enorme eram as dificuldades e paradoxos que precisavam ser defrontados para que fosse possível viver nele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Você entende agora? – dizia o líder.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O mensageiro concordava em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- E você compreende que essas batalhas precisam ocorrer?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outra vez concordava em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- E por que elas têm que ocorrer na Floresta, no interesse de todos, inclusive dos Habitantes da Floresta?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Eh...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- A longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E o mensageiro de fato compreendia a Razão, e retornava para seu povo na Floresta. Contudo, enquanto se aproximava deles, enquanto atravessava a Floresta por entre as árvores, percebia que tudo de que podia se lembrar a respeito da Razão era o quão incrivelmente claro o argumento havia parecido. Qual era exatamente o argumento, isso ele nunca conseguia se lembrar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-mufdi8m94B8/Tl0u3x3UPpI/AAAAAAAABXQ/ishNNRH31gY/s1600/queimada%2Bfloresta.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-mufdi8m94B8/Tl0u3x3UPpI/AAAAAAAABXQ/ishNNRH31gY/s200/queimada%2Bfloresta.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646721043605503634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E isso era, claro, um grande consolo quando as Tribos e os Príncipes voltavam a guerrear, cortando e queimando tudo em seu caminho e matando todos os Habitantes da Floresta que encontrassem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Prak fez uma pausa em sua história e tossiu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Eu fui o mensageiro – disse ele – após as batalhas causadas pela aparição de sua nave, que foram especialmente selvagens. Muitos de nosso povo morreram. Acreditei que poderia trazer a Razão de volta. Fui até o líder dos Príncipes, que a contou para mim, mas no caminho de volta ela foi se desfazendo e sumindo em minha mente como neve sob o sol. Isso foi há muitos anos e muitas outras coisas já aconteceram deste então.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Trecho do livro: O Guia dos Mochileiros das Galáxias, 3º volume, de Douglas Adams.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-6975831589872541878?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/6975831589872541878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=6975831589872541878' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6975831589872541878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6975831589872541878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/08/razao-das-guerras.html' title='A Razão das Guerras'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-2PWkSJ2KGqQ/Tl0uu9S2wNI/AAAAAAAABXI/zL4s6v8k-yU/s72-c/guerra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-987963354128554830</id><published>2011-08-29T06:59:00.000-07:00</published><updated>2011-08-29T07:00:25.071-07:00</updated><title type='text'>O Deus de Einstein</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/OZVK_bXD_60" allowfullscreen="" width="500" frameborder="0" height="314"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-987963354128554830?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/987963354128554830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=987963354128554830' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/987963354128554830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/987963354128554830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/08/o-deus-de-einstein.html' title='O Deus de Einstein'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/OZVK_bXD_60/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7386350835791424920</id><published>2011-08-23T13:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-24T06:32:48.755-07:00</updated><title type='text'>O simbolismo Hermético do Pinóquio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mWqsSmHjO5o/TlQOED36rzI/AAAAAAAABW4/HVMSvVBB7fU/s1600/collodi.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 147px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-mWqsSmHjO5o/TlQOED36rzI/AAAAAAAABW4/HVMSvVBB7fU/s200/collodi.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644151695924178738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;por DEL DEBBIO em TEORIA DA CONSPIRAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Carlo Collodi escreveu em 1882 um livro chamado “As Aventuras de Pinóquio”, onde conta a história de um velho Mestre Carpinteiro que construiu um boneco de madeira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Esta história simples é salpicada com considerações de ordem moral e da evolução da pessoa, que faz da história um relato iniciatico, em que Pinóquio se vai desprendendo de seus muitos defeitos até se tornar um verdadeiro ser humano, uma criança neste caso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Poucas pessoas sabem que o Pinóquio, o boneco de madeira saiu da mente e da criatividade do escritor italiano Carlo Collodi, não é um conto de fadas. Na verdade, seu comprimento é um romance, mas sua trama infantil insuspeita é nada mais do que o veículo através do qual Collodi destina-se a entregar uma mensagem profundamente espiritual, iniciática, esotérica, de desenvolvimento pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Na verdade, a primeira coisa que gostaria de salientar é que o autor, Carlo Collodi, foi um membro da Ordem Maçônica, uma instituição que guarda e estuda as antigas tradições herméticas atribuídas a Hermes Trismegistus e é considerada uma das mais importantes instituições esotérica até os dias de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Walt Disney, que esta história imortaliza no filme de animação e cujos desenhos representam mais do que qualquer outro o boneco e os outros personagens, também foi um irmão rosacruz e demolay.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;No contexto contu&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-ZZvJEv1U5b0/TlQN2SgaxqI/AAAAAAAABWw/vSPH013DmAw/s1600/jose-garibaldi-2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZZvJEv1U5b0/TlQN2SgaxqI/AAAAAAAABWw/vSPH013DmAw/s200/jose-garibaldi-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644151459333981858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;rbado da re-unificação italiana, liderada por outro irmão, José Garibaldi (pertencente à Ordem dos Carbonários), Collodi escreveu “As Aventuras de Pinóquio”, publicado em 1882. Uma análise superficial do trabalho revela uma apologia para a educação e uma denúncia do vício e da ociosidade. Ideais próprios da cultura ocidental, mas são inevitáveis mandato para encomendas para as ordens esotéricas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Vamos rever a história, e marcar em negrito algumas palavras que são muito esclarecedoras do ponto de vista esotérico e maçônico em particular: Gepetto, um velho mestre que usa o avental, sempre sonhou em ter uma criança, de modo que, ao ver brilhar no céu a Estrela Azul (Estrela Flamígera) fervorosamente pediu que seu desejo fosse concedido (este é entrar em contato com um maior nível de consciência).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Naquela noite, enquanto dormia Gepetto, apareceu a Fada Azul e deu vida ao boneco, e o advertiu a se comportar bem para se tornar um menino de verdade (o compreendemos a partir da idéia de ser um homem de verdade, outra idéia inspiradora das escolas de iniciaticas). Para aconselhamento sobre seu comportamento chamou o Grilo Falante como sua consciência (o trabalho consciente de desenvolvimento pessoal é também um ideal hermético).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não nos esqueçamos de que Pinóquio foi trabalhado à mão pelo carpinteiro que o elaborou a partir de um pedaço de madeira, criando mesmo um boneco muito bom, graças ao seu esforço (na Maçonaria se trabalha para dar forma a uma pedra).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-QY66EjJzvk8/TlQOLD436zI/AAAAAAAABXA/bg7gc6IjEvY/s1600/pinoquio.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-QY66EjJzvk8/TlQOLD436zI/AAAAAAAABXA/bg7gc6IjEvY/s320/pinoquio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644151816187276082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Gepetto construindo Pinóquio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os fios que movem o destino dos bonecos são semelhantes aos fios do destino que movem as pessoas, daqui para lá e vice-versa quando desenvolvemos a consciência. Assim, então, Pinóquio com falta de consciência e surdo aos ensinamentos do Grilo Falante (outro mestre) provou ser amoral e estúpido, verdadeiro orgulho do mundo créu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Poderia dizer que Pinóquio estava vivo, mas ainda não tinha livre arbítrio; estava dormindo, permanecendo em um estado de torpor semelhante às pessoas no dia-a-dia; não usava a sua consciência, desconhecia o sendero da virtude e a libertação, uma espécie de “morto vivo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O esoterismo ensina que, infelizmente, a imensa maioria dos seres humanos são como Pinóquio: eles seguem o caminho mais fácil, deixando-se guiar por quem falar mais alto e não sabem que existe algo melhor, algo que nos conecta com níveis mais elevados de consciência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Um pesquisador maçônico chamado Rudyard Kipling (um dos maiores escritores britânicos de todos os tempos) disse: &lt;i&gt;“A verdade é que existem apenas dois tipos de homens em todo o mundo: os poucos que já perceberam o esquema divino poderoso e as imensas massas que ainda não o conhece. Os últimos vivem para eles mesmos, e estão muito escravizados por suas paixões; os primeiros vivem para Deus e para a evolução, que é a Sua vontade, e independe se são chamados Budistas ou hindus, muçulmanos ou cristãos, ou pensadores judeus”&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Nessa perspectiva, Pinóquio é o escravo de seus “eus”, este é um ego hipertrofiado produto de distintos vícios que foram acumulados. Suas mentiras fazem crescer o nariz e as orelhas de burro depois, tal qual o rei Midas nas antigas fábulas gregas. Esta é uma alegoria física de todos os agregados psíquicos que o acompanham.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Pinóquio e Grilo Falante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Uma e outra vez, Pinóquio, pela lei de causa e efeito, sofre as conseqüências de suas más ações, que o conduzem a uma vida desgraçada, onde o boneco paga com o sofrimento do karma que há sido gerado. Quando a vida de Pinóquio não poderia ser mais insuportável, é engolido por uma baleia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Este episódio, que evoca claramente a história bíblica de Jonas, vem a ser no simbolismo maçônico da câmara de reflexões que representa a descida ao centro da terra &lt;i&gt;“Pois assim como Jonas esteve no ventre do grande peixe por três dias e três noites, assim estará o Filho do Homem no seio da terra três dias e três noites “&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não se esqueça que o Filho do homem, também, como o Pinóquio, era um iniciado filho de um Mestre carpinteiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Como acontece com qualquer tradição esotérica válida, o importante é a morte mística; à luz de uma vela, Pinóquio medita sobre o seu destino e decide mudar, deixando para trás seu passado de inconsciência. Finalmente o boneco é expelido pela baleia para o mar, onde a água atua como um purificador, limpando interna e externamente a Pinóquio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-JMU0iTI6Aw4/TlQNnivyr9I/AAAAAAAABWo/_eHhHJt4Ink/s1600/Melkizedek.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 156px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-JMU0iTI6Aw4/TlQNnivyr9I/AAAAAAAABWo/_eHhHJt4Ink/s200/Melkizedek.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644151205995392978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Diz-se que quando alguém está imerso em uma corrente de água, renasce para uma nova vida. Esta prática é comum em muitas tradições religiosas e do batismo cristão, tradição que remonta às origens Egípcias do rito de Melkizedek. Maçônicamente tem a ver com a lenda do terceiro grau e o Mar de bronze.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Pinóquio, no entanto, não sobrevive à fúria do oceano e, finalmente, se afoga. Esta morte do boneco equivale à morte mística do profano ao ser iniciado. Nas palavras do Evangelho lembra a sentença que está em João 3:3-10: &lt;i&gt;“Em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus (…) quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ao retornar à vida, Pinóquio vai para um estado mais elevado, que vai adquirir uma humanidade plena (para ser um menino de verdade).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Vale a pena ver “Pinóquio” e descobrir o profundo conteúdo simbólico e iníciatico deste trabalho. Especialmente recomendado para aqueles que pertencem a instituições herméticas filosófica como a Ordem Maçônica, Rosa Cruz, Gnósticos, Teosófica, Antroposófica Biosófica, Metafísicas e similares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas para o resto dos mortais, que tentamos manter uma vida digna, enquadrada nos limites de uma moral mais ou menos estável, a aventura de Pinóquio também tem muito a dizer, sobretudo porque o boneco se parece muito como nós somos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Podemos dizer o quanto a história de Pinóquio corresponde à evolução dos seres humanos para alcançar a plena realização da “humanidade”, como seres humanos completos e particularmente com a nossa própria evolução como ocultistas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;fonte: sedentario.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7386350835791424920?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7386350835791424920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7386350835791424920' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7386350835791424920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7386350835791424920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/08/o-simbolismo-hermetico-do-pinoquio.html' title='O simbolismo Hermético do Pinóquio'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mWqsSmHjO5o/TlQOED36rzI/AAAAAAAABW4/HVMSvVBB7fU/s72-c/collodi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7460968076504448917</id><published>2011-08-18T07:34:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T07:37:03.021-07:00</updated><title type='text'>Ciberespaço: A Fronteira entre o Real e o Virtual</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-KvEt-6QA_TE/Tk0jSGtlA7I/AAAAAAAABWQ/NT4mGsK_HWY/s1600/mundo%2Bvirtual.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 320px; height: 235px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-KvEt-6QA_TE/Tk0jSGtlA7I/AAAAAAAABWQ/NT4mGsK_HWY/s320/mundo%2Bvirtual.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642204702111499186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por: Ricardo Murer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A fronteira entre o real e o virtual não mais existe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“O universo virtual é mais concreto do que se supõe. Ele existe ao redor de nós, como um monstro ou um anjo, dependendo do lado pelo qual o abordamos”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 10/04/2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Afinal qual o limite, a fronteira entre real e virtual? Onde começa a realidade e termina o ciberespaço? Máquinas computacionais, micro-processadas, conectadas, trocando de mensagens entre si estão por toda parte. A computação pervasiva, invasiva ou consentida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Infovias com bilhões de bits circulam pela mesma sala onde você agora, neste momento, está lendo este artigo, ele mesmo uma matriz de pixels organizada numa tela digital, cuja origem está a centenas, talvez milhares de quilômetros de você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um hipertexto, guardado não em arquivos de uma biblioteca, mas em servidores de dados distribuídos em rede. A rede hoje chamada de Cloud, a nuvem. Nada mais apropriado do que imaginar uma nuvem, a qual possui nenhuma e todas as formas, algo transitório, com a potência de uma tempestade e a suavidade de uma chuva fina de verão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Bits são como gotas de chuva, movendo-se em todas as direções, essencialmente não lineares. Não é mais possível distinguir o virtual do lugar onde você está. O outro lado do espelho, o mundo de Alice agora é parte da sua realidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Observe, analise seu dia e você irá perceber que o ciberespaço ocupa o mesmo espaço do real, numa única arquitetura de textos, imagens, músicas e sensações. É realidade aumentada, Kinect hacks, biochips, 3G, o neuro-headset da Emotiv e milhões de telas touch-screen. Este novo estado de coisas inaugura o fim das interfaces, da intermediação homem-máquina. Neste novo território, átomos e bits coexistem, não vivemos mais o tempo da sociedade da informação, somos nós mesmos a informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não tenho dúvidas que este é o exato momento de parar e refletir. Ao nos deslocarmos para os livros fora das bibliotecas, as aulas sem mestres, o amor-sexo virtual e as religiões sem as luzes da reflexão, não podemos fazê-lo sem discernimento, sem a devida experiência, sem um mentor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No oceano da informação digital é preciso saber navegar, estar com a mente clara e aberta para não se deixar levar pelo canto das sereias. Se o mundo real está repleto de hostilidade, violência e desilusão, as areias e praias virtuais representam um perigo ainda maior, porque não é possível saber onde estão as armadilhas, tudo se move, tudo é aparência, arquiteturas binárias, sempre distantes e intangíveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como bem escreveu Cony, “O universo virtual é mais concreto do que se supõe”. O ciberespaço é aqui, agora, onde você está. O que vamos fazer com o universo neutro das informações digitais, depende em última instância de uma camada acima, chamada sabedoria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;[Webinsider]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7460968076504448917?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7460968076504448917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7460968076504448917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7460968076504448917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7460968076504448917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/08/ciberesoaco-fronteira-entre-o-real-e-o.html' title='Ciberespaço: A Fronteira entre o Real e o Virtual'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-KvEt-6QA_TE/Tk0jSGtlA7I/AAAAAAAABWQ/NT4mGsK_HWY/s72-c/mundo%2Bvirtual.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-2545117398734898410</id><published>2011-08-10T12:49:00.001-07:00</published><updated>2011-08-10T12:50:44.960-07:00</updated><title type='text'>O Pensar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-72vaCaxm7Do/TkLhCt8Z22I/AAAAAAAABWI/wulR4CIB0io/s1600/millor_fernandes%255B1%255D.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 168px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-72vaCaxm7Do/TkLhCt8Z22I/AAAAAAAABWI/wulR4CIB0io/s200/millor_fernandes%255B1%255D.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639317120230218594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;"Terrível é o pensar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;Eu penso tanto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;E me canso tanto com meu pensamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;Que às vezes penso em não pensar jamais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;Mas isto requer ser bem pensado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;Pois se penso demais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;Acabo despensando tudo que pensava antes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;E se não penso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;Fico pensando nisso o tempo todo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;(Millôr Fernandes)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-2545117398734898410?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/2545117398734898410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=2545117398734898410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2545117398734898410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2545117398734898410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/08/o-pensar.html' title='O Pensar'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-72vaCaxm7Do/TkLhCt8Z22I/AAAAAAAABWI/wulR4CIB0io/s72-c/millor_fernandes%255B1%255D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-5965913837852985982</id><published>2011-08-08T12:57:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T13:01:00.511-07:00</updated><title type='text'>A Maldição dos 27</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-DNzX1Y-fO0A/TkA__Np4VLI/AAAAAAAABVY/RMcIcunTyhQ/s1600/morte_1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-DNzX1Y-fO0A/TkA__Np4VLI/AAAAAAAABVY/RMcIcunTyhQ/s400/morte_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638577088697488562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;"Você nunca vai fazer 28.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Oh, agora vocês falam de uma maldição dos 27 anos. Misturam teorias conspiratórias, buscam explicações na numerologia, apelam para a astrologia. Então, eu levaria Jim Morrison e Jimi Hendrix pelo simples fato de que eles nasceram sob o signo de Sagitário? Poupem-me.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mistificar o simples é algo tão humano que me traz uma sensação rara: sorrir. Resolvi, portanto, dar algumas respostas. Não é isso que vocês vivem procurando?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Antes de qualquer coisa, Brian Jones foi um engano. Logo, toda a teoria da maldição dos 27 é baseada em um erro. Um erro primário, confesso. O meu alvo era Keith Richards, mas estava em uma péssima noite. Adoro Brian, ele é muito talentoso, acredite, pois o ouço todos os dias. Não tinha motivos para levá-lo. Ele tinha sido expulso da banda, estava triste e minha encrenca era com Mick e Keith. Muito por causa daquela canção Sympathy for the Devil. Eu adoraria que aqueles versos tivessem sido escritos para mim. Então, resolvi usá-los contra Keith. Cheguei cantando: Please allow me to introduce myself, I'm a man of wealth and taste, I've been around for a long, long years... Mas atingi Brian. Em troca, dei a Keith todos os anos de vida que Brian teria direito. E isso, apenas isso, explica o fato dele estar vivo. Ele não é um sobrevivente, eu que me senti culpada. Ele pode subir em coqueiros, tomar doses cavalares de bebida e continuar andando, porque eu, um reles imortal, cometi um pequeno deslize.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Voltemos aos fatos como eu vivi, ou morri. Jimi Hendrix veio depois. Mas preste atenção nessa letra: angel came down from heaven yesterday, she stayed with me just long enough to rescue me. Ok, não sou um anjo. Mas entendo a metáfora como quiser e levei ao pé da letra. Achava que era comigo que ele estava falando. Aproveito para acabar com um dos mitos que me cercam. Jimi Hendrix não toca com Stevie Ray Vaughan, nem faz jam sessions com Charlie Parker. Seria injusto ouvir algo que você, mortal, nunca ouviu. Sim, eu tenho um senso de justiça. Ou você acha que é à toa que inúmeras versões inéditas surgem após a morte? Que, por décadas, esses artistas mantenham a presença nos rankings de venda? Eu simplesmente sei criar um mito. Ah, se eu&lt;/span&gt; gostasse tanto do número 27 teria levado Stevie Ray com essa idade. E aí, sim, teríamos uma grande teoria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Janis Joplin? Ela cantava Farewell Song. Preciso explicar muito? E, cá entre nós, acho que a sua voz não continuaria a mesma. E seria doído vê-la cantando pior. Há uma outra questão humana. Com tanto artista ruim, porque eu levo os melhores? Bem, em que momento vocês imaginaram que eu teria mau gosto musical? Eu simplesmente gosto de boa música.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-EaYDMNvR2yE/TkBAJAVcuRI/AAAAAAAABVg/oQOJ4jnlViM/s1600/morte27.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 196px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-EaYDMNvR2yE/TkBAJAVcuRI/AAAAAAAABVg/oQOJ4jnlViM/s320/morte27.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638577256920824082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Depois tem o menino Jim Morrison. Eu sou discreta, chego sem esperar. Mas quando ouvi “The End” pensei: esse rapaz sabe que eu estou chegando. E gosto de me imaginar como o beautiful friend da letra. Ver The Doors em turnê com outros cantores quase me traz um arrependimento. Ele não merecia isso. E Val Kilmer? Pensei em adiantar a vinda de um certo diretor só por essa escolha. Mas com Jim, senti que os 27 seriam um assunto. E isto foi algo pensado. Pela primeira vez, até então. E descansei. Gary Thain do Uriah Heep? Alan Wilson do Canned Heat? Pigpen do Grateful Dead? Ah, não me subestime. Todos ao acaso. Não fosse a busca pela internet, você não conseguiria ligar um assunto ao outro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Tive muito trabalho nesse tempo. Levei grandes do reggae, o rei do rock, pelo menos uma dúzia de rappers, o menino Lennon e o maior ídolo pop de todos os tempos. Eternizei lendas, marquei seus lugares na história. E aí, vem a tal maldição dos 27 com Kurt Cobain. Sério? O cara canta: I hate myself and I want to die,  Come on death e vocês acham que ele se foi por causa dos 27? Eu simplesmente adorava a audácia desse rapaz. Gostava como ele escrevia canções para mim. Vocês não sabem, mas me doeu tanto que vesti xadrez por um mês em luto. Em troca, lhes deixei o Dave Grohl repleto de ideias. E, mais uma vez, diversos takes inéditos do Nirvana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E agora, vocês lamentam pela Amy. Fazem novas conjecturas com os 27. Uma explicação: ela era simplesmente muito talentosa. Você não escolhe o seu playlist? Eu também. E, de quebra, preservei sua voz em Back to Black. Com o tempo, vocês esquecerão a imagem de uma artista em decadência física e se lembrarão apenas de sua grande voz. Por isso, ela não fez 28.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Encerrando: não me importa 27 ou 42. Ah, você em suas crenças não se tocou que Peter Tosh e Elvis morreram com 42? A morte é o meu trabalho, apenas. E eu não acredito em superstições. Último pedido? Olha que ironia, eu falando em último pedido. Se é para fazer uma versão de uma canção de alguém que eu levei, que seja realmente boa. Eles raramente se sentem homenageados. Digo-lhes com conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;S: Não comentei sobre Robert Johnson porque temos um acordo."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Texto publicado na edição de agosto da revista Billboard.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-5965913837852985982?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/5965913837852985982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=5965913837852985982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5965913837852985982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5965913837852985982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/08/maldicao-dos-27.html' title='A Maldição dos 27'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DNzX1Y-fO0A/TkA__Np4VLI/AAAAAAAABVY/RMcIcunTyhQ/s72-c/morte_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-8970995406103463731</id><published>2011-08-04T05:48:00.001-07:00</published><updated>2011-08-04T05:49:42.286-07:00</updated><title type='text'>do Equilíbrio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-RW9BvApROLI/TjqVQFMkPUI/AAAAAAAABVQ/A1O60DJRqc8/s1600/equilibrio.png"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 158px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-RW9BvApROLI/TjqVQFMkPUI/AAAAAAAABVQ/A1O60DJRqc8/s200/equilibrio.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636981987112926530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;por Luciux&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Muito se busca, muito se deseja e tudo muito rápido, tudo antes mesmo de se saber o que se quer e não são poucos os exemplos que eu poderia dar, a maioria proxima demais de qualquer um que venha a ler estas linhas, outros talvez dentro dos próprios leitores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Nem sempre é fácil domar a ansiedade, aliás é perfeitamente normal, principalmente quando se depara com conhecimentos novos, perspectivas mais amplas ou mesmo um simples entendimento de porque cada coisa é como é e como deveria ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Antes de tentar mudar o mundo, de mudar a sociedade ou mesmo seu bairro, comece mudando seus hábitos, organizando seu quarto, ou mesmo apenas as gavetas do armário, controle seus vícios (e consequentemente elimine-os na medida do possível, pois não acredito que possam existir vicios bons) e principalmente: domando a fera que comumente chamamos de mente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dizem muito por ai de monstros inomináveis, de segredos abomináveis ou mesmo de personas que desafiam o senso da realidade, mas desconheço monstro mais ameaçador e medonho do que o que carregamos dentro de nós.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Enfrentar a verdade, a nossa própria verdade, dói e é necessário. Não tenha medo, pois você no fim das contas tem todo o tempo e habilidade de que precisa para domar essa fera mesmo que ainda não o saiba, basta parar de procurar em todo o canto e ao menos uma vez, com a devida atenção e respeito,  olhar para dentro de si mesmo e buscar compreender, e não somente destruir o que lhe é desconhecido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Antes de buscar a sinceridade e parar de mentir para o mundo, seja sincero consigo mesmo, procure saber onde está mentindo  ou mesmo omitindo coisas a si mesmo. Fugir dos problemas apenas adia, e não resolve, os problemas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A chave maior que conheço para isso é paciência, coragem e determinação. O melhor caminho para conquistá-los é meditando. Criar uma linha saudável de hábitos começa aos poucos, debaixo e lentamente, é um processo que leva tempo, e é aí onde se separa os verdadeiramente fortes dos que apenas tentam. Não busque resultados do dia para a noite, viver não é uma decisão de apenas uma noite, e viver de forma saudável é um trabalho que denota atenção e amor, se não sente amor por si mesmo, como poderá sentir por outras pessoas? Comecem, pois mais vale um passo firme numa longa estrada, do que um caminhar vacilante a jornada toda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E por favor, poupem as próprias mentes das mesmas dúvidas, das mesmas perguntas inúteis e busquem o que realmente importa. Simplicidade e Equilibrio, o verdadeiro segredo da mente humana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;fonte: hermeticrose.wordpress.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-8970995406103463731?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/8970995406103463731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=8970995406103463731' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8970995406103463731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8970995406103463731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/08/do-equilibrio.html' title='do Equilíbrio'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-RW9BvApROLI/TjqVQFMkPUI/AAAAAAAABVQ/A1O60DJRqc8/s72-c/equilibrio.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-2536300632181150463</id><published>2011-07-28T12:55:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T12:59:16.449-07:00</updated><title type='text'>Zero</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/LOMbySJTKpg" allowfullscreen="" width="500" frameborder="0" height="314"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em um mundo que julga as pessoas pelo seu número, Zero enfrenta preconceito e perseguição constante. Ele caminha um caminho solitário até que um encontro casual muda sua vida para sempre: ele conhece um zero fêmea. Juntos, eles provam que através de determinação, coragem e amor, nada pode ser realmente alguma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-2536300632181150463?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/2536300632181150463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=2536300632181150463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2536300632181150463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2536300632181150463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/07/zero.html' title='Zero'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/LOMbySJTKpg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7768862204608394362</id><published>2011-07-22T07:11:00.000-07:00</published><updated>2011-07-22T07:13:43.815-07:00</updated><title type='text'>Assim falou Tyler Durden...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-vkZEtPVLhMQ/TimFV2wrrfI/AAAAAAAABTM/eFOS0n1JfVo/s1600/tyler_durden.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 300px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-vkZEtPVLhMQ/TimFV2wrrfI/AAAAAAAABTM/eFOS0n1JfVo/s320/tyler_durden.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632179419526966770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“…Eu vejo no clube da luta os homens mais fortes e mais inteligentes que já viveram.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vejo todo este potencial, e eu os vejo desperdiçando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Puta que pariu, toda uma geração de bombeadores de gás, servindo mesas; escravos com colarinhos brancos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Publicidade tem nos feito perseguir carros e roupas, trabalhando em empregos que odiamos para que possamos comprar merdas que não precisamos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nós somos os filhos do meio da história. Sem propósito ou lugar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nós não temos nenhuma Grande Guerra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nenhuma Grande Depressão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nossa Grande Guerra é uma guerra espiritual… nossa grande depressão são nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todos nós fomos criados pela televisão para acreditar que um dia estaríamos todos milionários, e deuses do cinema, e estrelas rock. Mas não somos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E estamos aos poucos aprendendo isto. E estamos muito, muito irritados…”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tyler Durden – Clube da Luta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7768862204608394362?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7768862204608394362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7768862204608394362' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7768862204608394362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7768862204608394362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/07/assim-falou-tyler-durden.html' title='Assim falou Tyler Durden...'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-vkZEtPVLhMQ/TimFV2wrrfI/AAAAAAAABTM/eFOS0n1JfVo/s72-c/tyler_durden.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-2045921174669656493</id><published>2011-07-19T11:32:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T11:36:32.669-07:00</updated><title type='text'>Vikings parte 2 de 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-46f6Sdk0Zho/TiXOVj9sD9I/AAAAAAAABSU/sRxde5AU-zc/s1600/Northlanders-17a.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 236px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-46f6Sdk0Zho/TiXOVj9sD9I/AAAAAAAABSU/sRxde5AU-zc/s400/Northlanders-17a.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631133778923229138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;(...) Para o homem comum, é fácil de ver em meio a uma tropa conscrita, pelo seu maldito senhor da terra. Por certo os impostos que você paga significa que o senhor e os seus guarda-costas têm obrigação de cuidar para que você não como um machado, não? As safras não vão colher a si mesma, vão?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mesmo se convocam só a metade dos homens, parece que você sempre é contemplado. E ai esta você dando beijinhos de despedida nos pimpolhos e evitando o olhar rancoroso da esposa. Saindo para atear fogo naquilo que outro pobre lavrador levou a vida inteira para construir para depois então vaguear desajeitadamente, fazendo de conta que os soldados fixos do seu senhor não estupram na sua frente toda e qualquer fêmea que encontrem. E tudo em que você consegue pensar e na sua casa, e orar para que da próxima vez o destino não resolva ser caprichoso e mande meia tropa conscrita contra o seu lado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Também temos o tipo empreendedor, o sujeito que consegue farejar riquezas no vento e achar certo perturbar belos e dourados dias de verão com um pouco de invasões Vikings.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Três semanas num barco ensebados nunca são um piquenique, mas a recompensa pode ser ótima. Incursões-relâmpagos lá e acolá na costa Irlandesa podem ser fundamentais quando a colheita rende abaixo da expectativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Todo mundo sonha com sua própria ilha de Lindisfarne: uma fortuna a espera de ser tomada e montes de monges gordos para fatiar. Atividade por conta própria são cheias de perigo e frustração, mas basta uma só teta de ouro onde você possa voltar mais e mais vezes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“O borrifo do mar nunca encharca o guerreiro de prontidão nem cutuca a vista do cidadão dormente .” Armod, na saga Orkneyinga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Em outras palavras, se você não fez, não vai entender.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Assim como os Berserkers, ergamos taças ao inventor do casco de calado raso. Um barco que leva cinqüenta homens e requer menos de um metro de água para flutuar? Conte outra. Diga-nos quem é seu inimigo e onde ele toma seu banho noturno, que velejaremos direto aquele riacho ou poça de água suja e cairemos sobre ele tal qual demônios. Mesmo com a cabeça de dragão posta, mesmo com a cantoria deplorável em que insistem os mais entusiasmados entre nós, vocês não saberão que vínhamos até ser tarde muito tarde.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não que eu queira distribuir muitos tapinhas nas costas, mas sempre admirei o pragmatismo que rege os assaltos. Claro, pensar e agir com inteligência sempre beneficia quem tem um pouco de disciplina. Mas por outro lado existe uma certa pureza na coisa toda. Que não é pelos deuses, não por um rei, não por um conjunto de normas ou um brasão ou filosofia. Mas é por comida, por terra para cultivo e água para pesca. Para escapar da corrupção e da violência. Por uma vida melhor para a família.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Resta pouco consolo aos conquistados, mas os deuses fizeram uma só terra. Provavelmente para rirem ate rachar o bico enquanto a disputamos. Fazer o que.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Snorri está por baixo, acuado pela mais simples das armas: um escudo de madeira de tília, confeccionado de ripas, rebites de ferro, aro de couro e uma só alça no centro. Definitivamente descartável. Mais ou menos como Snorri noventa centímetro de diâmetro, espessura de um centímetro se muito. Quanto mais você levar a uma batalha, melhor. Na maioria dos casos, você vera agarrado somente a alça e aos rebites, com a madeira reduzida a lascas obteria mais proteção se empunhasse o prato em que jantou na véspera. Mesmo assim em combate nos agarramos desesperadamente aos escudos, mesmo que só pela ilusão de segurança. Alem de quebrarem, são perfurados por flechas e lanças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“Quem usa faca curta precisa de braço comprido” geitir, na saga dos Vopnafirthings.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“Dente canino”, espada curta e gume único, é a arma furtiva de Snorri, em princípio usadas em assassinatos e outras atividades escusas. Não é boa em campo de batalha geralmente houve época em que nosso Egil era um grande líder. Apesar de ser o segundo irmão mais velho, ficou quieto, mostrou a que veio e rapidamente ganhou o favoritismo do pai. Aos dezesseis anos, recebeu o comando de uma tropa. Além de ficar na frente e no centro das paredes de escudos, como qualquer líder que se preze, muitas vezes divertiu seus homens ao arremeter sozinho área de conflito adentro, sacudir o pinto para o inimigo e voltar correndo, seus soldados choravam de tanto rir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Eles o adoravam. Quando tomou a flechada na cabeça (o idiota tinha tirado o capacete para coçar uma infestação particularmente pruriginosa de piolhos), seus próprios homens abriram um furo no capacete para apresentá-lo como marca de um disparo incrivelmente sortudo para o bem do pai deles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Depois disso, Egil nunca mais foi o mesmo. Manteve seus reflexos, destrezas de combate e recordações, mas se tornou um muro de pedra. Sem ânimo, senso de humor ou felicidade, Egil bem que poderia ter morrido naquele dia. Certamente foi como se tivesse. Dispersaram os homens de Egil e o nomearam campeão mais para impedir que seis maus bofes afetassem os demais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Depois de iniciado e findo o dia desta luta, muito se especulara sobre a verdadeira razão de Snorri te se recusado a vestir uma cota de malha. Mas o provável é que ele não tivesse uma. Ou melhor, que não tivesse mais. Ele certamente conservou a morde-raio, mas, por te divida de jogo lengedárias, pode ter se desfeito da cota como um pagamento. Creio que foi fácil escolher. Pois a cota, por melhor que fosse, era comprida para o tamanho de Snorri e lembrava uma camisola tanto que seus homens começaram a chamá-lo de “Snorri, o munheca virada”e a elogiar em alto e bom tom a graça e elegância dessa filha da casa. Ele ficava da cor da beterraba.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas não da para simplesmente jogar de lado trinta quilos de túnica de metal e mijar na taberna. Toma tempo e um par de mãos extras. É por isso que a vestimos por tanto tempo quanto possível. Alguns chegavam a dormir de cota. Tanto melhor para entrar em combate. Se você pudesse acostumar o corpo a tal peso morto, fica como se você não o tivesse vestido. A exceção é na água. Se cair no mar, não importa o quanto suas costas sejam fortes, essa túnica o fincará no fundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É fácil esquecer que o mundo é um belo lugar. Muitas vezes isso me parece uma brincadeira cruel dos deuses conosco. Mostram-nos vistas deslumbrantes, águas cristalinas, pomares perfumados de maçãs e colinas verdes tão viscosas que dá dó de pisar na grama.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas é uma luta sangrenta só para se manter neste mundo. Só para atender as necessidades básicas de terra e comida. Só para ir de um lugar a outro sem que algum escroto tente retalhá-lo, cobrar impostos, raptar sua cara-metade ou incendiar sua casa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Aqueles longos meses de inverno entocados com sua mulher, todo aquele glorioso e aconchegante tempo na horizontal a fazer bebês, se estes conseguem sobreviver ao primeiro ano de vida, você passa mais doze anos num estado de terror entorpecido, temendo que algo horrível aconteça a eles. Temendo que os horrores que você mesmo cometeu acabem dando um jeito de voltar. E não há porra nenhuma que você possa fazer para evitar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E é ai que Loki ri seu riso mais poético, escorregadio e ardiloso, e todos vocês têm que baixar a cabeça, pois afinal não deixa de ser justiça, certo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“Riqueza vai embora, amigos passam, um dia você também morre. A única coisa que sempre fica é o julgamento de como você passou a vida.”- Do compêndio norueguês de aforismos Hávamál.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A ânsia de fugir insiste. Abra certa distância dos entes queridos para aumentar a chance de poupá-los da dor. Você só se poupa de dar seu testemunho. A culpa fica é claro que você não se afasta só os abraça mais apertado e assiste as terras do norte encolherem ano a ano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Você constrói uma casa melhor, cuida da reserva de comida, muda o que mais tiver para um novo esconderijo e não esquece de afiar as espadas. Você tenta esquecer a feiúra e reza para que o vento oeste não se vingue.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“De corpo em corpo eu engatinho e rastejo agora... desvalido. Quem sabe a quais altura serei proclamado algum dia?” Harold Sirgurdarson, sobrevivente ferido da batalha de Stiklestad e futuro Rei da Noruega.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Retirado na integra da revista “Vertigo nº17”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Escrito por Briam Woods&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-2045921174669656493?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/2045921174669656493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=2045921174669656493' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2045921174669656493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2045921174669656493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/07/vikings-parte-2-de-2.html' title='Vikings parte 2 de 2'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-46f6Sdk0Zho/TiXOVj9sD9I/AAAAAAAABSU/sRxde5AU-zc/s72-c/Northlanders-17a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-8869573495173170468</id><published>2011-07-12T07:09:00.000-07:00</published><updated>2011-07-13T04:25:56.414-07:00</updated><title type='text'>Vikings parte 1 de 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0vmkjYtT7vg/ThxaKtR6MvI/AAAAAAAABSM/GwHMcnmgNMs/s1600/northlanders17.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 208px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-0vmkjYtT7vg/ThxaKtR6MvI/AAAAAAAABSM/GwHMcnmgNMs/s320/northlanders17.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628472774306181874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic; font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Norte da Europa, entre 790 e 1100 d.C.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O senhor das terras ao leste, um sujeitinho magro, rijo e assolado por nada mais que filhas, tomou uma decisão cretina ao esbravejar bêbado uma noite. E não menos que de repente o senhor ao oeste acordou com seu salão novo em folha pegando fogo acima da própria cabeça, e retalhou com entusiasmo amigos próximos e familiares ao escapar pela única saída.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas os dois senhores em conflito, após seis gerações de guerras de proporções modestas, reduziram seus embates a indecorosos assassinatos noturnos. Sua capacidade de mobilizar qualquer força de combate maior que uma pequena quadrilha era então quase nula.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De modo que selecionaram campeões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Snorri, o Preto defende.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Egil Sleggia (tradução: “Egil o Malho”) vinga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dois homens que, para o bem ou para o mal, se enfrentarão até a morte em nome de seus senhores e clãs.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tudo por causa do orgulho caprichoso de um velho tolo, atiçado por cerveja e filhas demais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Noventa centímetros de aço-carbono forjado em camadas mescladas, dois gumes, qualidade do Reino Franco, um quilo e 140 gramas, cinco milímetro de espessura máxima e pomo de ferro maciço. Cabo de abeto Norueguês, polido como vidro depois de empunhado dez mil vezes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O aço-carbono e dobrado sobre um núcleo de aço mais macio, o que confere flexibilidade excepcional á espada e compensa o afã e a despesa de trazer as lâminas francas pelos rios. Verdade seja dita, Viking nenhum jamais conseguiu produzir uma lâmina como as que os Francos faziam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A espada é antiga, e o pai de Snorri a chama de “Morde-Raio”. Emagreceu varias dezenas de gramas após incontáveis passadas pela pedra de amolar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Snorri, 22 anos sobrinho do senhor da terra, nasceu de uma serva. A bastardia nas ações, e ele se virou bem. Numa casa com falta de filhos legítimos, até um bosta como Snorri pode brilhar feito prata.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Problemas à parte, Snorri fez o próprio nome ao enfrentar uns imprestáveis Bem piores que o oponente Egil. Claro que Egil não é nenhum piolho furreca. É o campeão de um Lorde, tanto quanto Snorri.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quem se engalfinha com porco sai cheirando a porco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Egil ficou naquele salão em chamas mais tempo do que qualquer um. Cavacos em chamas caiam-lhe sobre a cabeça, assando-o como a um biscoito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele não daria essa satisfação aos assassinos. Disseram os poetas que dava para sentir o cheiro de seu cozimento a meio quilômetro. Disseram também que, quando ele finalmente irrompeu do inferno de chamas, as espadas de seus atacantes resvalaram na sua carne quente como pedrinhas lisas na superfície de um lago.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O machado de Egil, no momento enfiado no cinto, é de seis quilos de aço de alto carbono que se abrem numa borda de ataque de trinta centímetros. É uma arma de impacto de curto alcance, apropriada para despedaçar escudos e rachar capacetes. Egil, ele mesmo tendo um quê de objeto rombudo, chama o machado de “HEL”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os outros se limitam a assistir. O lado do campeão que perder terá um período de trégua para ficar em casa e encher a cara por umas semanas até a rixa voltar a se inflamar. Se tudo correr bem, vão emprenhar a companheira e arrumar um herdeiro antes da merda começar a voar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Este jovem traça no chão o circulo de quatro metros de raio determinado pela versão local das regras. É o ringue dos combates. Um PE fora do circulo significa rendição. Dois pés fora querem dizer que o pobre diabo se escafedeu, caso em que poderia muito bem ter entregado a alma aos céus, já que mulher ou guerreiro nenhum iria mais querer ficar a seu lado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Regras não validas nesta praia em especial: Um segundo homem por perto com vários escudos de reserva, e a chance de o perdedor comprar a própria vida ao primeiro ferimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elas deixaram de existir há um par de gerações. Esta rixa é negócio sério. Guerreiros lutam dispostos em blocos ou em focinho de javali, que é uma formação em cunha com os homens que estão à direita sobrepondo os escudos à esquerda, como escamas num peixe ou telha num teto. Mire a ponta da cunha no inimigo e marche direto sobre a garganta dele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Claro que, como seu inimigo apronta a mesma coisa, o problema é que é mais forte, quem tem a retaguarda mais forte e o coração mais vigoroso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nossa Snorri nunca botou muita Fé em táticas de grupo ou em lutas equilibradas. Egil apenas arranca para começar a bater, e Snorri dispensa a armadura, trocando segurança por velocidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O ponto fraco do focinho de javali é algum safado pequeno e ligeiro passar a faca de caça por baixo do seu escudo e lhe rasgar a coxa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se você luta atrás de uma parede de escudos, o que é a sensação morna que molha suas canelas e escorre entre os dedos dos pés?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sim pode ser o parceiro do lado se mijando de medo. Mas é mais provável que seja sangue de artérias femorais. Então, prepare-se, pois sua parede de escudos está rachando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A morde-raio verga como um canino, e o fato de não se partir ao meio faz o ateu Snorri sentir – se idiota por ter chegado a pensar em rezar há meros dois segundos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os jovens em meio a nós trilharão alegremente “Thor!” a serem perguntados sobre os deuses da guerra. Mas um guerreiro lídimo, do tipo que não faz algo tão covarde quanto sangrar numa parede de escudos quando deveria proteger as suas costas esse vai sorrir e falar de Loki.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O liso e escorregadio Loki. O deus ideal da guerra, decerto, mas também deus da poesia, educação, falsidade e trapaça, tudo num pacote só.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Thor cai matando dos céus em sua direção como um grande babaca arrogante. Já Loki chega por trás enquanto você paparica alguma moça, e arranca um rim seu com uma colher de pedreiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É o conceito básico de “atacar o inimigo onde ele não está” ou de trapaça, como preferem chamar outros. Os mortos via de regra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois por que perder quando se pode vencer? Por que morrer quando se pode sair vivo? Por que não voltar para casa quando você pode voltar, plantar um alqueire, desenvolver uma receita realmente épica de vinho de batata e viver para ver os netos aprendendo a andar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por que entrar em combate sem pensar, como um idiota? Isto é ao estilo dos Berserkers. Guerreiros com vida útil média de dois verões. Os reis e senhores os adoram.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Jogue algum equipamento usado e um punhado de cogumelos na mão deles. Em vinte minutos, estarão malucos o suficiente para mascarem o próprios escudos, sem perceberem que quebram os dentes e estão a ponto de investirem contra o inimigo com espadas cegas e enferrujadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pessoas normais apenas meneiam a cabeça, admiradas com a imagem de um Berserkers avançando desabaladamente, cuspindo e babando, contra uma dúzia de pontas de lança. Mas eles têm a marcante vantagem de apavorar um inimigo desprevenido.  Por isso, e por todas as batalhas que não teriam sido vencidas sem eles, brindemos aos malucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(continua...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-8869573495173170468?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/8869573495173170468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=8869573495173170468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8869573495173170468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8869573495173170468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/07/vikings.html' title='Vikings parte 1 de 2'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0vmkjYtT7vg/ThxaKtR6MvI/AAAAAAAABSM/GwHMcnmgNMs/s72-c/northlanders17.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-8171675071196545786</id><published>2011-07-05T08:45:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T13:00:28.820-07:00</updated><title type='text'>Cosmos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“Nós somos uma forma do Cosmos conhecer a si mesmo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-LXMJGumoGdY/ThMyXBreH9I/AAAAAAAABRo/zS0aJQVzucE/s1600/homem%2Blua.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 291px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-LXMJGumoGdY/ThMyXBreH9I/AAAAAAAABRo/zS0aJQVzucE/s400/homem%2Blua.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625895730685026258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando a Humanidade deu seu grande salto na Lua em 1969, em torno de meio bilhão de pessoas assistiram empolgadas em pequenas TVs em preto e branco a dois astronautas pisarem em outro mundo. O evento marcou toda uma geração e continua sendo um dos maiores feitos de nossa espécie, mas apenas três anos depois, quando os astronautas da Apollo 17 deram o último adeus ao nosso satélite natural, o interesse popular pela exploração espacial já não era tão grande. Faltava algo mais básico para continuar a alimentar o grande interesse público além da novidade de pisar na Lua.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Foi neste contexto que um cientista espacial que continuava a explorar outros mundos com sondas robóticas renovaria a fascinação de centenas de milhões. Através da mesma telinha, agora a cores e com efeitos especiais e um roteiro quase poético, ele relembraria e para muitos apresentaria pela primeira vez o que realmente significava aquela pegada no solo lunar – e tanto mais além desta façanha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desde as verdadeiras dimensões do Universo em que vivemos até a magnífica aventura do conhecimento que levou um pequeno punhado de macacos pelados a se estender por todo um planeta e, com o poder fantástico do método científico, viajar ainda mais longe. À vastidão em que ainda não tocamos, com uma “nave da imaginação” modelada à imagem de uma semente de dente-de-leão ao vento, ele nos levaria cruzando a galáxia por anos-luz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando finalmente retornarmos à Lua depois de um longo afastamento, ou quando visitarmos Marte e os infinitos mundos que nos aguardam pelo espaço, talvez nosso interesse e excitação como um todo dure um tanto mais porque nos lembraremos de sua grande e bela visão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Falamos, é claro, da série televisiva “Cosmos: Uma Viagem Pessoal” do astrônomo Carl Edward Sagan, cujo primeiro episódio foi ao ar pela TV americana em 28 de setembro de 1980. Toda uma geração, incluindo este que escreve estas linhas, já nasceu e cresceu não sob a sombra, mas sob a luz e inspiração de uma obra ao mesmo tempo popular e imensamente inteligente, sóbria e profundamente atraente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-H5I-bPCIPu8/ThMzMDrNqsI/AAAAAAAABRw/COFlcvUY-fE/s1600/carlsagan.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 110px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-H5I-bPCIPu8/ThMzMDrNqsI/AAAAAAAABRw/COFlcvUY-fE/s200/carlsagan.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625896641753885378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Três décadas depois, é surpreendente como muito da visão de Sagan do Cosmos seria largamente validada, transformando especulação otimista em fato científico. Um destes elementos mais empolgantes envolve o primeiro planeta fora do sistema solar, que só seria confirmado como descoberta científica quase uma década depois que Sagan despertasse milhões às tantalizantes possibilidades da multiplicidade de mundos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois desde o primeiro exoplaneta em 1988, quase 500 exoplanetas já foram confirmados. Os nove, ou melhor, oito planetas de nosso sistema solar são hoje poucos em comparação com as centenas de outros corpos orbitando estrelas longínquas. E a viagem da imaginação aos fatos não parou aí.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os dados iniciais de um novo satélite, o Kepler, como parte continuada da exploração do Cosmos, podem mais do que dobrar este número em poucos meses de observação, levando à sugestão de que planetas sejam não só quase onipresentes pela Galáxia, como que até 100 milhões de planetas como a Terra populem a Via Láctea. Por sua vez, apenas uma das centenas de bilhões de galáxias pelo Universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na mesma semana de aniversário de Cosmos, o mais forte candidato a exoplaneta potencialmente habitável, chamado Gliese 581 g, foi anunciado com grande animação. A beleza disto é que sendo esta a ciência, a descoberta pode ou não ser confirmada, mas sendo esta a ciência e particularmente uma área que assistiu a enormes avanços nas últimas décadas, é uma questão de tempo até que dezenas, centenas, milhares e quem sabe mesmo milhões de planetas como a Terra sejam comprovados em nossa galáxia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;São números que mesmo o homem dos grandes números, com quem o apresentador Johnny Carson brincava sobre os “bilhões e bilhões”, tomaria como uma estimativa muito otimista. O amanhã em que vivemos hoje trata de confirmá-la como fato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;iframe style="font-family: verdana;" src="http://www.youtube.com/embed/EjpSa7umAd8" allowfullscreen="" width="500" frameborder="0" height="314"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em meio à viagem pelas estrelas, e entre os milhões de planetas como a Terra que podem existir, Sagan também se preocupou muito em abordar as questões muito humanas que enfrentávamos em nosso único e pálido ponto azul. No início da década de 1980, a Guerra Fria começava a se reaquecer enquanto EUA e União Soviética acumulavam dezenas de milhares de ogivas nucleares, um número grande que o cientista espacial se dedicou obstinadamente a diminuir. Poucos anos depois de Cosmos, Carl Sagan seria um dos descobridores do Inverno Nuclear, destacando ainda mais o perigo de extinção que enfrentávamos como espécie.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Igualmente superando suas mais otimistas expectativas, alguma lucidez tomou conta de líderes de ambos os lados, que passaram a diminuir seu arsenal, até que em 1989 a União Soviética implodiu sem o disparo de nenhuma bomba nuclear. Se superamos a maior urgência deste desafio, por outro lado, perigos sobre os quais Sagan também alertou e que há trinta anos pareciam menores hoje se tornam prioridade, como as mudanças climáticas e todo o impacto que o nosso próprio sucesso descomunal em habitar todos os continentes e contar com um número cada vez maior de confortos exerce sobre o pálido ponto que pode em breve tomar uma cor diferente e menos hospitaleira que o azul.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vivemos em um fabuloso amanhã, com novos conhecimentos e novos desafios de uma geração somando-se à enorme jornada de milhares de ancestrais explorada em Cosmos. Lamentavelmente, vivemos também sem a companhia de Sagan, que nos deixou cedo apenas 16 anos depois de comover um mundo com a beleza e mesmo a espiritualidade que pode ser encontrada na busca pelo conhecimento através da ciência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se Sagan teve uma visão por vezes profética de descobertas futuras, também podemos profetizar com grande segurança que é mera questão de tempo até que um membro da geração sob a luz de Cosmos ganhe um prêmio Nobel. E ele – ou ela – será apenas o primeiro de muitos, enquanto Carl Sagan deve ter o mérito de ter inspirado diretamente mais do que qualquer outra pessoa um número gigantesco de jovens a seguir uma carreira científica e ajudar o Cosmos a conhecer a si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O legado de Sagan vive como uma porção particularmente brilhante de conhecimento, e como tal só deve se multiplicar enquanto novas mentes continuarem sendo inspiradas a buscar saber mais sobre “tudo que existe, tudo que existiu e tudo que existirá”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É parte da frase com que Carl Sagan iniciou seu primeiro episódio às “margens do oceano cósmico” há três décadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E é como definiu o próprio Cosmos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fonte: ceticismoaberto.com / saganismos.haaan.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-8171675071196545786?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/8171675071196545786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=8171675071196545786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8171675071196545786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8171675071196545786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/07/cosmos.html' title='Cosmos'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LXMJGumoGdY/ThMyXBreH9I/AAAAAAAABRo/zS0aJQVzucE/s72-c/homem%2Blua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-3767265364592336457</id><published>2011-06-26T11:23:00.001-07:00</published><updated>2011-06-26T11:27:00.698-07:00</updated><title type='text'>O Labirinto e o Minotauro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-AcJ164Mgy1U/Tgd5WrE9STI/AAAAAAAABQw/ZTT7QhyrMhM/s1600/labyrinth.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 272px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-AcJ164Mgy1U/Tgd5WrE9STI/AAAAAAAABQw/ZTT7QhyrMhM/s320/labyrinth.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622596090222954802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: lucida grande;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;avia um labirinto na antiga Grécia, na ilha de Creta. Esse labirinto foi criado com o intuito de abrigar umas das feras do mundo antigo chamada Minotauro: uma criatura que tem corpo de homem, cabeça de touro e dentes de leão, os quais usa para devorar todos que se aproximam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Conta-se que o rei de Atenas, Egeu, fez um acordo com o rei Minos para que não invadissem sua amada cidade; de sete em sete anos o rei Egeu deveria enviar à ilha de Creta sete rapazes e sete moças para que a cidade de Atenas permanecesse intacta, pois a frota marítima de Minos era numerosa e terrível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas aconteceu que Teseu, filho do rei, se apresentou para embarcar junto às 14 pessoas oferecidas em sacrifício, porém, com o intuito de matar o Minotauro. O rei Egeu insistiu para que seu filho não embarcasse em tão desesperada missão, mas Teseu estava irredutível; por fim, seu pai concordou com seus planos; Teseu faz a viagem até a ilha de Creta, e consegue convencer o rei Minos a aceitar o acordo de libertar Atenas dessa obrigação caso ele conseguisse matar o Minotauro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Na noite anterior, Ariadne, filha de Minos, vai até o quarto de Teseu e lhe dá de presente um punhal e um carretel de fio de ouro, dizendo-lhe “Ainda que você tenha força para matar o monstro, precisará achar o caminho para fora do Labirinto. São tantas curvas e desvios escuros, tantas passagens falsas e vias sem saídas, nem mesmo meu pai conhece todos os segredos. Se está determinado a levar adiante esse plano, leve isso.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;- Logo que entrar no Labirinto – ela disse -, amarre a ponta do fio numa pedra e segure com firmeza o carretel todo o tempo. Quando quiser sair, o fio será seu guia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;- Por que está fazendo isso ? Estará em grande perigo, se seu pai descobrir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;- Sim – Ariadne respondeu lentamente – Mas se eu nada fizer, você e seus amigos estarão em perigo ainda maior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E Teseu descobriu que a amava.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Na manhã seguinte, Teseu foi levado ao labirinto. Tão logo os guardas o deixaram, atou a ponta do fio a uma pedra aguçada e se pôs a andar devagar, segurando firmemente o precioso carretel. Avançou pelo corredor mais largo, do qual saíam outros à esquerda e à direita, até chegar a uma parede. Voltou sobre seus passos e tentou outra passagem, e mais outra, parando a cada passo para tentar ouvir o monstro. Atravessou muitas passagens escuras e tortuosas, voltando às vezes a lugares por onde já passara, mas adentrando cada vez mais o Labirinto. Finalmente chegou a um salão cheio de pilhas de ossos. O monstro estava próximo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();}  catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-jls_ae33YNQ/Tgd5cjjXCkI/AAAAAAAABQ4/7EmDYKBEOfk/s1600/minotauro.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 202px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-jls_ae33YNQ/Tgd5cjjXCkI/AAAAAAAABQ4/7EmDYKBEOfk/s320/minotauro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622596191282203202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Sentou-se, quieto, e ouviu ao longe um ruído abafado, como o eco de um rugido. Levantou-se e prestou atenção. O som estava mais perto e mais alto, não rouco como o bufar de um touro; era um ruído mais estridente, mais fino. Teseu abaixou-se rapidamente e apanhou um punhado de terra do chão do Labirinto, empunhando com a outra mão o punhal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O bufar do Minotauro se aproximava cada vez mais. Já se ouvia o barulho dos pés, ecoando pesados no chão. Um rugido, uma bufada e silêncio. Teseu recuou para o canto mais escuro de uma via estreita e se agachou. Seu coração batia forte. Veio o Minotauro. Percebendo a figura agachada, deu um rugido alto e avançou diretamente para ele. Teseu pulou e, desviando para o lado, atirou um punhado de terra nos olhos da besta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Minotauro urrou de dor. Com as mãos monstruosas esfregou os olhos, bramindo em confusão. Sacudiu fortemente a cabeçorra, rodopiou, estendendo as mãos para encontrar a parede. Estava totalmente cego. Teseu agarrou o punhal, esgueirou-se por trás do monstro e desfechou-lhe um golpe rápido nas pernas. O Minotauro veio ao chão com um urro e um estrondo, mordendo o chão com os dentes de leão, debatendo-se, as mãos dilacerando o ar. Teseu esperou a chance e, quando as mãos em garra pararam de se agitar, enfiou três vezes a lâmina afiado do punhal no coração do Minotauro. O corpo se contorceu no ar e caiu, quieto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Teseu ajoelhou-se para agradecer aos deuses e, ao terminar a prece, pegou o punhal e cortou fora a cabeça do Minotauro. Segurando a cabeça degolada, pôs-se a seguir o fio para fora do Labirinto. Parecia que nunca mais conseguiria sair daquelas passagens escuras e sinistras. Teria o cordão se partido em algum lugar e ele, afinal, estava perdido ? Seguiu ansiosamente até chegar à entrada, onde deixou-se cair exaurido pela luta e caminhada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;- Não sei que milagre o fez sair vivo do Labirinto – disse Minos, ao ver a cabeça do monstro. – Manterei minha palavra. você e seus companheiros estão livres. Agora haverá paz entre seu povo e o meu. Boa viagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Teseu sabia que devia a vida e a &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();}  catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://1.bp.blogspot.com/-a_mELfLrdWM/Tgd5r5OEmDI/AAAAAAAABRA/9v98gTNbKi4/s1600/teseu.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 289px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-a_mELfLrdWM/Tgd5r5OEmDI/AAAAAAAABRA/9v98gTNbKi4/s320/teseu.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622596454796531762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;libertação de sua terra à coragem de Ariadne, e sabia que não partiria sem ela. Alguns dizem que pediu sua mão ao rei, que concedeu com prazer. Outros afirmam que ela escapuliu para o navio no último minuto antes da partida sem o conhecimento do pai. Seja como for, os amantes estavam juntos quando a âncora foi levantada e o navio partiu de Creta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas esse final feliz se mistura à tragédia, como acontece em muitas histórias. Pois o capitão do barco não sabia que deveria içar velas brancas para anunciar a vitória de Teseu e o rei Egeu que, do alto de um penhasco perscrutava aflito as águas, viu as velas negras surgirem no horizonte. Seu coração se partiu e ele despencou do alto do penhasco em pleno mar, que hoje se chama mar Egeu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Adaptado de Andrew Lang. Retirado de “O Livro das Virtudes” – William J. Bennett&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;fonte: www.labirintodamente.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-3767265364592336457?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/3767265364592336457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=3767265364592336457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3767265364592336457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3767265364592336457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/06/o-labirinto-e-o-minotauro.html' title='O Labirinto e o Minotauro'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-AcJ164Mgy1U/Tgd5WrE9STI/AAAAAAAABQw/ZTT7QhyrMhM/s72-c/labyrinth.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-997582036727632397</id><published>2011-06-22T07:59:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T08:01:24.448-07:00</updated><title type='text'>A Relação entre uma Cadeira e a Criação do Universo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-csrK6mUTfSY/TgIDniCi9jI/AAAAAAAABQo/Q8Vjys5PhmY/s1600/cadeira.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-csrK6mUTfSY/TgIDniCi9jI/AAAAAAAABQo/Q8Vjys5PhmY/s320/cadeira.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5621059262599067186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(Hermes) Vê aquela cadeira, Benedito?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(Benedito) Claro, um belo exemplar talhado em madeira nobre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Você sabe quem a talhou?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Certamente algum carpinteiro, mas não o conheci...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Do que necessitou para fazer esta obra?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Bem, além da madeira, provavelmente as ferramentas para o entalhe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Ignoremos as ferramentas, você concordaria comigo em que o material principal foi à própria madeira, certo? Pois bem, imaginemos este nobre carpinteiro prestes a executar o entalhe, o que diria se no seu ateliê não existisse nenhuma madeira?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Bem, que ele certamente precisaria ir a alguma madeireira para comprar mais madeira...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Mas e se não existissem madeireiras?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Como assim? Nesse caso teria ele mesmo que ir derrubar árvores e extrair a madeira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) E se não existissem árvores? E se não existisse nenhuma madeira no mundo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Porque suas conversas sempre ficam tão estranhas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Isso não importa agora, o que importa é que você pense no que lhe falei...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Bem, supondo que não existissem árvores, nós tampouco existiríamos, e esse carpinteiro subitamente se torna alguma espécie de deus, ao meu entender.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Mas pensemos na cadeira: mesmo que não houvesse madeira nenhuma, ainda assim ela já estaria pronta, concorda?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Pronta aonde?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Na mente do carpinteiro. Ou você acredita que um carpinteiro possa dar sequer o primeiro entalhe nalgum bloco de madeira antes de ter a cadeira pronta em sua mente?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Compreendo. De fato: mesmo que não existisse madeira nenhuma no ateliê, o carpinteiro já poderia ter a cadeira pronta na própria mente, apenas esperando a madeira para construí-la.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Mas se não existisse madeira nenhuma, ela antes teria de ser inventada...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(B.) Aonde quer chegar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(H.) Ora, e não é óbvio? Para se construir uma cadeira à partir do nada, antes é necessário inventar todo o Cosmos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;fonte: textosparareflexao.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-997582036727632397?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/997582036727632397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=997582036727632397' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/997582036727632397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/997582036727632397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/06/relacao-entre-uma-cadeira-e-criacao-do.html' title='A Relação entre uma Cadeira e a Criação do Universo'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-csrK6mUTfSY/TgIDniCi9jI/AAAAAAAABQo/Q8Vjys5PhmY/s72-c/cadeira.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-3416749284121401197</id><published>2011-06-16T07:32:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T07:33:16.964-07:00</updated><title type='text'>Para que servem os blogs...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-XBLLhGdnXHU/TfoUFmOo_QI/AAAAAAAABQM/ickQOuphj2M/s1600/folheteen.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 149px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-XBLLhGdnXHU/TfoUFmOo_QI/AAAAAAAABQM/ickQOuphj2M/s400/folheteen.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618825571491970306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-3416749284121401197?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/3416749284121401197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=3416749284121401197' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3416749284121401197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3416749284121401197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/06/para-que-servem-os-blogs.html' title='Para que servem os blogs...'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-XBLLhGdnXHU/TfoUFmOo_QI/AAAAAAAABQM/ickQOuphj2M/s72-c/folheteen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4726654911557007061</id><published>2011-06-13T12:45:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T08:59:30.491-07:00</updated><title type='text'>A Clockwork Orange</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cKIlS8CTiMs/TfZr8DfhgdI/AAAAAAAABQE/cIkASTECjZw/s1600/laranja%2Bmec%25C3%25A2nica.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 157px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-cKIlS8CTiMs/TfZr8DfhgdI/AAAAAAAABQE/cIkASTECjZw/s200/laranja%2Bmec%25C3%25A2nica.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617796264665121234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1971)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;por Anthony Burgess&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;1. Aspectos mais significativos do filme.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A capa do filme já avisa: “Trazendo as aventuras de um jovem rapaz cujos principais interesses são o estrupo, ultra-violência e Beethoven” – partindo dessa premissa, somos levados ao futuro, no caso o ano de 1995, como indica o nome do carro pilotado em uma das cenas (Durango 95), da maneira como era imaginado em 1965. Tendo assistido ao filme anteriormente, assistir novamente em 2007 é quase um paradoxo ontológico: o diretor, Stanley Kubrick, nos leva por cenários que por vezes nos fazem imaginar que se trata de um futuro distópico, e por vezes nos trazem uma sensação estranhamente familiar – na segunda vez parece que estamos olhando para o passado, e não para o futuro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Lembrando da primeira vez que assisti a esse filme, por volta de 1994, a sensação era de que ele não se passava no futuro, apenas se tratava de uma realidade onde as pessoas usavam roupas e cortes de cabelo realmente esquisitos, e falavam de maneira pitoresca... Ora, essa realidade não difere muito daquilo que sempre foi e ainda é a Inglaterra. Naquele tempo eu usava fitas-cassete para gravar músicas, que eram escutadas em um toca-fitas portátil. Bom, já havia discos compactos, mas utilizávamos muito mais as fitas-cassetes. No filme Alex usava fitas-cassete compactas, como aquelas que são utilizadas em gravadores de voz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Agora, em 2007, o filme parece incrivelmente atrasado. Problema? Mais parece um acerto, uma vez que a projeção prevista pelo diretor era 1995. Como muitos filmes futuristas, o futuro apresentado tornou-se passado, mas diferente da maioria dos filmes que fazem especulações sobre o futuro, este encontrou um lugar muito próximo no presente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outro aspecto interessante do filme é a preferência musical do protagonista/narrador; quando eu estava passando pelo processo de divórcio e fui questionar a guarda da minha filha, uma assistente social me perguntou: “Que tipo de filme e que tipo de música você mais gosta?” – a mesma pergunta foi repetida por uma psicóloga quase um ano depois, e em ambas ocasiões eu sabia que era uma pergunta repleta de preconceitos, sendo que escolhi uma resposta vaga, apelando para a generalidade e ecleticismo. Não adiantou muito pois aquelas pessoas já possuíam uma idéia formada a meu respeito antes mesmo de me entrevistar, mas teria sido pior se eu tivesse simplesmente respondido que adoro assistir filmes de terror trash, com muito sangue de molho de tomate e gosma de massinha de modelar, e ouvir punk rock. A questão é que os gostos subjetivos de uma pessoa não a tornam melhor ou pior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em 1999 culminava uma onda de violência nas escolas americanas, que vinha crescendo ao longo da década, com o massacre de Columbine. Na época, muito mais do que questionar o bullying, a prescrição indiscriminada de psicotrópicos, e o fácil acesso às armas de fogo nos EUA, apontaram para as músicas que os atiradores escutavam, para as roupas que eles vestiam, e para os jogos presentes em seus computadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em uma das edições do programa Fantástico da Rede Globo, os repórteres acusavam o movimento punk e o movimento skinhead de promover a violência em São Paulo. O problema não está no grupo ou nos gostos de um grupo: alguns anos atrás alguns garotos de classe média alta do Distrito Federal puseram fogo em um índio; e outros, da mesma classe, amarram uma cadela prenha a um carro e a arrastaram pelas ruas da cidade de Pelotas. Dirão então que os playboys são um problema?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://1.bp.blogspot.com/-SVMsQjsiBJs/TfZpp1xlVQI/AAAAAAAABPs/EsqPdw_Ffko/s1600/clockwork_orange_fight.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 320px; height: 223px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-SVMsQjsiBJs/TfZpp1xlVQI/AAAAAAAABPs/EsqPdw_Ffko/s320/clockwork_orange_fight.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617793752721872130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O filme mostra um jovem psicopata carismático e bem articulado – apesar das gírias, que escuta Beethoven e se veste de branco para roubar, espancar, estuprar e matar pessoas sem motivo algum. Como suas preferências encaixariam-se nos esteriótipos que nossa sociedade tanto recorre quando precisa espiar suas próprias faltas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Também me marcou muito a cena onde o protagonista é agredido de forma teatral e degradante em frente à duas platéias, uma na tela e outra na sala de aula, provocando reações iniciais de riso, que foram diminuindo à medida que a violência persistia e aumentava. Uma vez que o protagonista estava enquadrado como um criminoso, um pária, ele se torna alvo de toda violência reprimida do restante da sociedade, que espera que as autoridades expressem essa violência de forma física, moral e psicológica. As fantasias destrutivas que todos temos guardadas encontram sua gratificação na negação do aspecto reintegrador, no esquecimento do aspecto reparativo, e no uso desmedido do aspecto punitivo da pena – a base tríplice do direito penal. Em busca desse tipo de gratificação, a sociedade ignora que muitos desses indivíduos irão voltar para as ruas, mais violentos, mais experientes e mais doentes do que quando foram institucionalizados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em um documentário exibido no Discovery Channel, foi abordada uma lei aprovada no estado da Califórnia, durante um período de comoção pública em decorrência a um crime violento, que prevê uma pena de 25 anos à prisão perpétua para qualquer criminoso que fosse condenado pela terceira vez, independente do crime que tenha cometido: não importa se o indivíduo foi condenado pela terceira vez por furtar uma garrafa de uísque levado pelo alcoolismo, ele será condenado à uma pena que o tornará um fardo para os cofres públicos, e um fantasma em vida, sem esperança de recuperação. A realidade no Brasil, embora no papel não seja tão absurda, não é muito diferente. As instituições rotulam os indivíduos, e ignoram séculos de teorias que vem sendo elaboradas desde o direito romano, passando pelos textos de Beccaria e Ihering, até o burocrático movimento legislativo brasileiro, que não possui velocidade para acompanhar as transformações sociais, e nem mesmo se importa em cumprir com seus pressupostos de eqüidade, humanismo, reparação e recuperação. Basta fazer a vontade do povão, basta empregar a punição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Reflexo disso está no sucesso do filme Tropa de Elite, visto como divertido e como violência justificada. Embora não tenha visto o filme, ouvi comentários que diziam: “Então o policial começou a bater no guri de 14 anos, depois botou o ‘saco’ na cara dele... Não, mas a violência foi justificada, o policial queria saber onde morava o traficante.” Não sei se compreendi direito a lógica desse pensamento, mas não vejo justificativa, primeiro porque o policial estava agredindo um adolescente e não o traficante, segundo porque a legitimidade do poder do policial emana das leis, que por sua vez não endossam a tortura em caso algum. Mas entendo o prazer obtido pelo público, ao ver o policial espancando o garoto, o marginal, eles se colocam na pele do policial, e estão espancando aquele chefe que não sai do pé, aquele flanelinha que riscou o carro, o político corrupto... Acontece que o chefe continuará sendo chefe, o flanelinha vai continuar nas sinaleiras, e o político continuará sendo corrupto; e talvez algum garoto, de alguma favela, que foi de fato espancado por um policial, pegue uma arma e resolva descontar sua raiva, buscar uma gratificação para esse sentimento destrutivo, coincidentemente num dos espectadores do filme que vibraram com a violência policial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-QqebxkizxAw/TfZqQ0TUpGI/AAAAAAAABP8/NCGGJMsOsGc/s1600/clockwork-orange-bar.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 239px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-QqebxkizxAw/TfZqQ0TUpGI/AAAAAAAABP8/NCGGJMsOsGc/s400/clockwork-orange-bar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617794422341411938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;2. Críticas e posicionamentos do argumento do filme.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O filme questiona conceitos de justiça, moralidade, bondade e liberdade. Um momento bastante ilustrativo disso foi o pensamento do protagonista ao sair da prisão: “Agora estou livre.” Como foi levantado pelo padre, após a terapia de aversão Alex se comportaria como um cidadão exemplar, mas não por livre escolha, ele simplesmente não conseguiria agir de maneira diferente. É a mecanização do ser humano que dá origem ao título do filme, “uma laranja mecânica” - assim se comportaria o indivíduo condicionado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Também, como comentado anteriormente, o filme discute sobre como a sociedade tende a responder violência com violência, por meios que utilizam-se de seus dotes intelectuais para fins não racionais – uma vez que os resultados tendem a voltar-se contra a sociedade: o final do filme dá a entender que, após superar sua terapia de aversão, Alex aceita um cargo no governo, já imaginando como irá resumir de maneira mais dissimulada sua agressividade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No filme, Alex está condicionado a um comportamento agressivo e cruel, cuja causa se encontra numa psicopatologia de personalidade anti-social, psicopata. Seriam seus amigos também psicopatas? Todos os jovens que agem de maneira irresponsável, destrutiva e agressiva são psicopatas? Acredito que não; sem recorrer às hipóteses estereotipantes já descartadas na primeira questão, defendo que parte da crueldade infantil se deve a um córtex pré-frontal ainda em formação, e parte da agressividade e impulsividade adolescente se devem a uma maior atividade do sistema límbico. Ao atingir a maturidade, a atividade desse sistema, relacionado justamente aos impulsos agressivos, à sexualidade, à emoção, diminui, e uma atividade maior no lobo frontal, relacionado ao juízo e ao controle das emoções, pode ser notada. A maturação biológica do sistema nervoso não é desculpa para atos de vandalismo, o ser humano vive em sociedade, e na sociedade desenvolve-se de maneira civilizada... Ou não?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seriam os jovens que, desprovidos de deficiências mentais, cometem atos reprováveis, vítimas do corpo social que o cerca, seu núcleo familiar, sua escola, amigos e exemplos adultos, uma mídia que glamoriza a violência e a impunidade? Se são as regras da sociedade que são quebradas, e se tais regras devem ser introjetadas no jovem pelo corpo social que o cerca, então considero justo atribuir à sociedade parte da falha no desenvolvimento do caráter daquele que é taxado de delinqüente. Ao invés de, por dentro, nos regozijarmos com a violência sofrida por esses indivíduos quando são punidos, deveríamos sofrer junto com eles por nossa falta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;3. Associação das idéias apresentadas às Teorias Comportamentais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vejo o filme como uma crítica à psicologia behaviorista como proposta por Watson e Skinner. O aparato utilizado para manter o protagonista imóvel e de olhos abertos lembra o gosto behaviorista pelas máquinas e uma questão que muitos estudantes se fazem ao ouvir, por exemplo, a história de Pavlov e seus cães: como Pavlov poderia considerar que, um cachorro que teve seu aparelho bucal perfurado para a implantação de um medidor de salivação feito de metal, estaria demonstrando um comportamento normal, “num ambiente controlado e livre de influências externas?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mais que isso, a utilização da segreg&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://1.bp.blogspot.com/-ClVBc9iI1nI/TfZp3cQjGfI/AAAAAAAABP0/moJ7yLCYxv0/s1600/6802244_UmvAE.jpeg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ClVBc9iI1nI/TfZp3cQjGfI/AAAAAAAABP0/moJ7yLCYxv0/s320/6802244_UmvAE.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617793986390596082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ação de ratos, pombas e outros animais para a realização de experiências num ambiente que não é em nada natural ao animal, também deve influir sobre seu comportamento, da mesma maneira que já foi comprovado que ao serem observados por pesquisadores, grupos de seres humanos se comportam de maneira diferente do usual – em geral procurando responder de maneira positiva à espectativa manifesta consciente ou inconscientemente pelo pesquisador. Técnicas como a double-blind já foram elaboradas para minimizar esses e outros vicariantes, mas a crítica do filme é dirigida ao behaviorismo clássico. Ao ver o protagonista na cadeira, que procura exercer algum nível de domínio sobre sua atenção, não pude deixar de me lembrar imediatamente da foto da cadeira projetada por Skinner para seu uso pessoal, cuja a finalidade era a mesma: controlar sua atenção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O tipo de comportamento modelado na cena dos filmes é o comportamento operante, pois procurava modificar as ações violentas voluntárias do protagonista. Ao definir o que é e o que não é sua ciência de modificação do comportamento, Skinner alega que seu objetivo é “aliviar os problemas humanos.” Em resposta a isso, o filme levanta a questão: quem decide o que é um problema e o que não é um problema? Um indivíduo completamente violento certamente é um problema, mas um indivíduo incapaz de se defender está fadado à morrer de maneira horrível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fazendo uma comparação, recentemente fiquei surpreso na aula de Psicofisiologia ao saber que as deformidades apresentadas pelos portadores da doença de Hansen (vulgarmente conhecidos como leprosos) não são causadas pela doença, mas pela incapacidade desses indivíduos de sentir dor, dessa maneira, quando sofrem algum ferimento, ou quando da infecção por fungos ou bactérias, não buscam tratamento até que seja tarde demais, além de sofrerem ferimentos por não serem capazes de sentir o aviso de dano tissular durante suas atividades cotidianas; de maneira semelhante a um indivíduo que não é capaz de se defender, porém, a diferença crucial é que tal indivíduo sente a dor, seja ela moral ou física.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O grande problema da terapia aversiva vista no filme foi a completa eliminação do impulso agressivo, ao invés de um moderamento do mesmo, e a situação incapacitante em que o reflexo condicionado à agressão deixava o indivíduo, impedindo que esse recorresse à fuga de tal situação, quando a esquiva não fosse possível. A técnica Ludovico aleijou psicologicamente o protagonista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O abuso da punição por diferentes indivíduos, quando a modalidade de punição negativa é usada recorrentemente, também está presente no decorrer filme. O protagonista já havia cumprido um certo tempo de prisão, e teria sua capacidade defensiva maculada, quando implorou para que não prejudicassem seu gosto por música clássica, ao que o cientista respondeu “que este poderia ser o elemento punitivo.” Mais adiante, na demonstração para políticos e para administradores institucionais, o protagonista é novamente punido, vindo a ser punido outra vez ao chegar em casa, e mais uma vez quando é capturado por uma de suas vítimas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não sou um defensor dos malfeitores, assim como os defensores dos direitos humanos também não são. Quero um mundo seguro e melhor para todos, uma sociedade justa e harmoniosa; e é justamente por isso que quero mecanismos legais que não piorem aqueles que cometeram delitos mas, tendo consciência da realidade legal do país, de que esses indivíduos voltarão às ruas mais cedo ou mais tarde, que eles pelo menos tenham a chance de uma recuperação, ou que recebam os cuidados cabíveis quando tal recuperação não for possível. Se eu tivesse que responder à pergunta clássica daqueles que defendem penas cada vez mais duras, do “e se fosse com um ente amado, com alguém da tua família?”, eu admitira desconhecer a minha reação, mas caso eu não tivesse a coragem de fazer justiça com as minhas próprias mãos e depois arcar com as conseqüências legais das minhas ações – que fossem consqüências justas ou injustas, eu estaria sendo duplamente covarde se esperasse que o instrumento coercitivo do governo agisse com iniqüidade ou me sentisse vingado com isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ironicamente, foi uma das vítimas do protagonista que promoveu sua recuperação instantânea durante um procedimento de punição negativa, ao fazer com que ele tentasse suicídio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“Seres humanos e sociedades fazem parte de um processo cíclico que se move pra frente e para trás no tempo, entre a bondade e a maldade, o totalitarismo e a liberdade.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: psicologiarg.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4726654911557007061?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4726654911557007061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4726654911557007061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4726654911557007061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4726654911557007061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/06/clockwork-orange.html' title='A Clockwork Orange'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-cKIlS8CTiMs/TfZr8DfhgdI/AAAAAAAABQE/cIkASTECjZw/s72-c/laranja%2Bmec%25C3%25A2nica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-5837813231316655616</id><published>2011-06-08T13:29:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T13:33:44.401-07:00</updated><title type='text'>Cores</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/23199805?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400" frameborder="0" height="225"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-5837813231316655616?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/5837813231316655616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=5837813231316655616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5837813231316655616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5837813231316655616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/06/cores.html' title='Cores'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-5356187800367181106</id><published>2011-06-01T08:28:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T08:32:40.215-07:00</updated><title type='text'>Alexandre o Grande e o Período Helenístico - parte 2 de 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-oM0ebH4Sreg/TeZa-bKf_xI/AAAAAAAABO8/tcNR0PJJTlU/s1600/periodo-helenistico-escultura.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 172px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-oM0ebH4Sreg/TeZa-bKf_xI/AAAAAAAABO8/tcNR0PJJTlU/s400/periodo-helenistico-escultura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613274014054088466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Período Helenístico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Período helenístico normalmente é entendido como um momento de transição entre o esplendor da cultura grega e o desenvolvimento da cultura romana. Tal concepção está associada a uma visão eurocêntrica de cultura e portanto torna secundários os elementos de origem oriental, persa e egípcia, apesar de ter esses elementos como formadores da cultura helenística&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antecedentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Grécia viveu seu momento de maior esplendor cultural no século V a.C., particularmente a cidade de Atenas. Foi o Século de Ouro ou Século de Péricles. Época de apogeu da democracia, a cidade combinou guerra e desenvolvimento. Contraditoriamente esse século foi marcado por inúmeras guerras, que viram nascer e ruir o imperialismo de Atenas, Esparta e Tebas sucessivamente, esse último já no século IV a.C.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As constantes guerras que envolveram as cidades gregas foram responsáveis por grande mortalidade, gastos e destruição, enfraquecendo o "mundo grego" e conseqüentemente, facilitando as invasões estrangeiras. A conquista do território grego pelos macedônios combinou a decadência grega e a ascensão do Reino de Felipe II.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A história não dá importância para o Reino da Macedônia. Formado a partir do século VIII a.C. ocupou principalmente as regiões de planícies ao norte da Grécia, vivendo principalmente da agricultura e pastoreio, uma vez que o controle ateniense das regiões costeiras forçou os governantes macedônios a se concentrarem na unificação dos planaltos e planícies da Macedônia, tarefa completada por Amintas III, que reinou de 389 a 369 a.C. os dez anos seguintes foram marcados por crises internas, com a rebelião da nobreza territorial contra o poder central.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em 359 a.C., Filipe II sucedeu a Perdicas III no trono macedônio. Depois de restabelecer e até ampliar as fronteiras do país, consolidou-as mediante o estabelecimento de colônias e apoderou-se da região mineira de Pangeu, onde conseguiu o ouro necessário para cunhar sua própria moeda. Dessa maneira atraiu a nobreza e ao mesmo tempo organizou uma poderosa estrutura militar, responsável pela conquista dos territórios gregos, com a vitória na Batalha de Queronéia em 338 a.C. Felipe II foi assassinado no ano seguinte e o sucedeu seu filho, Alexandre III.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Aspectos da Cultura Helenística&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-g7JYY2giqaM/TeZbCtjAGKI/AAAAAAAABPE/4_VittaoU7M/s1600/Mapa_de_Alejandr%25C3%25ADas.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 216px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-g7JYY2giqaM/TeZbCtjAGKI/AAAAAAAABPE/4_VittaoU7M/s400/Mapa_de_Alejandr%25C3%25ADas.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613274087708170402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Da enciclopédia Barsa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alexandria, no Egito, com 500.000 habitantes, tornou-se a metrópole da civilização helenística. Foi um importante centro das artes e das letras, e a própria literatura grega tem uma fase chamada "alexandrina". Lá existiram as mais importantes instituições culturais da civilização helenística: o Museu, espécie de universidade de sábios, dotado de jardim botânico, zoológico e observatório astronômico; e a biblioteca, com 200.000 volumes, salas de copistas e oficinas para preparo do papiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Do ponto de vista cultural, o período compreendido entre 280 e 160 a.C. foi excepcional. Tiveram grande desenvolvimento a história, com Políbio; a matemática e a física, com Euclides, Eratóstenes e Arquimedes; a astronomia, com Aristarco, Hiparco, Seleuco e Heráclides; a geografia, com Posidônio; a medicina, com Herófilo e Erasístrato; e a gramática, com Dionísio Trácio. Na literatura, surgiu um poeta extraordinário, Teócrito, cujas poesias idílicas e bucólicas exerceram grande influência. O pensamento filosófico evoluiu para o individualismo moralista de epicuristas e estóicos, e as artes legaram à posteridade algumas das obras-primas da antigüidade, como a Vênus de Milo, a Vitória de Samotrácia e o grupo do Laoconte. À medida que o cristianismo avançava, a civilização helenística passou a representar o espírito pagão que resistia à nova religião. O espírito grego não desapareceu com a vitória dos valores cristãos; seria, doze séculos depois, uma das linhas de força do Renascimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: www.historianet.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-5356187800367181106?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/5356187800367181106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=5356187800367181106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5356187800367181106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5356187800367181106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/06/alexandre-o-grande-e-o-periodo.html' title='Alexandre o Grande e o Período Helenístico - parte 2 de 2'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oM0ebH4Sreg/TeZa-bKf_xI/AAAAAAAABO8/tcNR0PJJTlU/s72-c/periodo-helenistico-escultura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7966453455761178417</id><published>2011-05-31T12:17:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T08:33:16.608-07:00</updated><title type='text'>Alexandre o Grande e o Período Helenístico - parte 1 de 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-nm9vpOFNwoI/TeU_Q29MA6I/AAAAAAAABOk/hMmrg1iY3pQ/s1600/alexandre%2Bo%2Bgrande.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 294px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-nm9vpOFNwoI/TeU_Q29MA6I/AAAAAAAABOk/hMmrg1iY3pQ/s320/alexandre%2Bo%2Bgrande.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5612962069449802658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; poderosa figura de Alexandre III pertence ao reduzido grupo de homens que definiram o curso da história humana. Seu gênio militar se impôs sobre o império persa e assentou as bases da frutífera civilização helenística.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alexandre nasceu em 356 a.C. no palácio de Pella, Macedônia. Filho do rei Filipe II, cedo se destacou como um rapaz inteligente e intrépido. Quando o príncipe tinha 13 anos, seu pai incumbiu um dos homens mais sábios de sua época, Aristóteles, de educá-lo. Alexandre aprendeu as mais variadas disciplinas: retórica, política, ciências físicas e naturais, medicina e geografia, ao mesmo tempo em que se interessava pela história grega e pela obra de autores como Eurípides e Píndaro. Também se distinguiu nas artes marciais e na doma de cavalos, de tal forma que em poucas horas dominou o Bucéfalo, que viria a ser sua inseparável montaria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na arte da guerra recebeu lições do pai, militar experiente e corajoso, que lhe transmitiu conhecimentos de estratégia e lhe inculcou dotes de comando. O enérgico e bravo jovem teve oportunidade de demonstrar seu valor aos 18 anos, quando, no comando de um esquadrão de cavalaria, venceu o batalhão sagrado de Tebas na batalha de Queronéia (338).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Depois do assassinato de seu pai em 336 a.C., Alexandre subiu ao trono da Macedônia e se dispôs a iniciar a expansão territorial do reino. Para tão árdua empreitada contou com poderoso e organizado exército, dividido em infantaria, cuja principal arma era a zarissa (lança de grande comprimento) e cavalaria, que constituía a base do ataque.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Imediatamente depois de subir ao trono, Alexandre enfrentou uma sublevação de várias cidades gregas e as incursões realizadas no norte de seu reino pelos trácios e ilírios, aos quais logo dominou. Em contrapartida, na Grécia, a cidade de Tebas opôs grande resistência, o que o obrigou a um violento ataque no qual morreram milhares de tebanos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-NBKbxJhNGuY/TeU_q4R7O3I/AAAAAAAABO0/wqTgtNSF0kw/s1600/alexandre_mapa.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 320px; height: 219px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-NBKbxJhNGuY/TeU_q4R7O3I/AAAAAAAABO0/wqTgtNSF0kw/s320/alexandre_mapa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5612962516481817458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pacificada a Grécia, o jovem rei elaborou seu mais ambicioso projeto: a conquista do império persa, a mais assombrosa campanha da antigüidade. Em 334 cruzou o Helesponto, e já na Ásia avançou até o rio Granico, onde enfrentou os persas pela primeira vez e alcançou importante vitória. Em Sardes, de posse de seu tesouro, Alexandre construi um templo a Zeus, no antigo palácio real do rei Creso. Zeus, o Deus padroeiro da Macedônia, encontra-se no reverso de quase toda cunhagem de prata, entronizado, segundo a famosa estátua de Fídias em Olímpia. O verso traz Hércules com seu capuz de máscara de leão. À medida que as fontes de fabricação marchavam para leste, o Zeus, esculpido por operários não gregos, trona-se crescentemente vago e o Hércules cada vez mais parecido com Alexandre. Prosseguiu triunfante em sua jornada, arrebatando cidades aos persas, até chegar a Górdia, onde cortou com a espada o "nó górdio", o que, segundo a lenda, lhe assegurava o domínio da Ásia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ante o irresistível avanço de Alexandre, o rei dos persas, Dario III, foi a seu encontro. Na batalha de Isso (333) consumou-se a derrota dos persas e começou o ocaso do grande império. Em seguida, o rei macedônio empreendeu a conquista da Síria (332) e entrou no Egito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O sonho de Alexandre, de unir a cultura oriental à ocidental, começou a concretizar-se. O rei da Macedônia iniciou um processo pessoal de orientalização ao tomar contato com a civilização egípcia. Respeitou os antigos cultos aos deuses egípcios e até se apresentou no santuário do oásis de Siwa, onde foi reconhecido como filho de Amon e sucessor dos faraós. Em 332 fundou Alexandria, cidade que viria a converter-se num dos grandes focos culturais da antigüidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Depois de submeter a Mesopotâmia, Alexandre enfrentou novamente Dario na batalha de Gaugamela (331), cujo resultado determinou a queda definitiva da Pérsia em poder dos macedônios. Morto Dario (330), Alexandre o Grande foi proclamado rei da Ásia e sucessor da dinastia persa. Seu processo de orientalização se acentuou com o uso do selo de Dario, da tiara persa e do cerimonial teocrático da corte oriental. Além disso, no ano 328 contraiu matrimônio com Roxana, filha do sátrapa da Bactriana, com quem teve um filho de nome Alexandre IV.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A tendência à fusão das duas culturas gerou desconfianças entre seus oficiais macedônios e gregos, que temiam um excessivo afastamento dos ideais helênicos por parte de seu monarca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-BQT9DkV5SVA/TeU_XqdgJ7I/AAAAAAAABOs/crI9x-CnoO8/s1600/alexandre.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-BQT9DkV5SVA/TeU_XqdgJ7I/AAAAAAAABOs/crI9x-CnoO8/s320/alexandre.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5612962186354763698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nada impediu Alexandre de continuar seu projeto imperialista em direção ao Oriente. Em 327 dirigiu suas tropas para a longínqua Índia, país mítico para os gregos, no qual fundou colônias militares e cidades, entre as quais Nicéia e Bucéfala, esta erigida em memória de seu cavalo, às margens do rio Hidaspe. Ao chegar ao rio Bias, suas tropas, cansadas de tão dura empreitada, se negaram a continuar. Alexandre decidiu regressar à Pérsia, viagem penosa no qual foi ferido mortalmente e acometido de febres desconhecidas, que nenhum de seus médicos soube curar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alexandre o Grande morreu na Babilônia, a 13 de junho de 323 a.C., com a idade de 33 anos. O império que com tanto esforço edificou, e que produziu a harmoniosa união do Oriente e do Ocidente, começou a desmoronar, já que só um homem com suas qualidades poderia governar território tão amplo e complexo, mescla de povos e culturas muito diferentes. Depois de sua morte prematura, a influência da civilização grega no Oriente e a orientalização do mundo grego alcançaram sua mais alta expressão no que se conhece sob o nome de Helenismo, fenômeno cultural, político e religioso que se prolongou até os tempos de Roma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7966453455761178417?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7966453455761178417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7966453455761178417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7966453455761178417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7966453455761178417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/alexandre-o-grande-e-o-periodo.html' title='Alexandre o Grande e o Período Helenístico - parte 1 de 2'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nm9vpOFNwoI/TeU_Q29MA6I/AAAAAAAABOk/hMmrg1iY3pQ/s72-c/alexandre%2Bo%2Bgrande.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-563720855663669840</id><published>2011-05-25T13:30:00.001-07:00</published><updated>2011-05-25T13:43:34.636-07:00</updated><title type='text'>Maya</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-djbtUROupYg/Td1nDMsK0sI/AAAAAAAABOQ/E2hbTWAS_4g/s1600/maya.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 214px; height: 236px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-djbtUROupYg/Td1nDMsK0sI/AAAAAAAABOQ/E2hbTWAS_4g/s320/maya.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610754015417258690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;erta vez, Narada (um grande sábio) disse a Krishna:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“Senhor, mostre-me Maya (Ilusão Cósmica)”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alguns dias se passaram e Krishna convidou Narada para um passeio pelo deserto e, depois de andarem algumas milhas, Krishna disse: “Narada, estou com sede; você pode trazer-me um pouco d’água?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“Partirei imediatamente, senhor, para buscar sua água.” Assim, Narada partiu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não muito longe havia uma aldeia; entrou nela à procura de água e bateu numa porta, que foi aberta por uma linda mocinha. Ao vê-la, ele se esqueceu, imediatamente, que seu Mestre esperava pela água, talvez morrendo de sede.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esqueceu tudo e começou a conversar com a moça. Decorrido o dia todo, ele não voltou ao seu Mestre. No dia seguinte, lá estava ele de novo a conversar com a mocinha. A conversa transformou-se em amor; ele pediu a garota em casamento e eles se casaram e tiveram filhos. Passaram-se assim doze anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu sogro faleceu e ele herdou sua propriedade. Vivia, como pensava, uma vida muito feliz com sua esposa e filhos, com seus campos e o gado e assim por diante. Então, houve uma enchente. Certa noite, o rio encheu-se até transbordar e inundar toda a aldeia. As casas caíram, homens e animais foram arrastados e afogados e tudo flutuava na violência da torrente. Narada teve de fugir. Com uma das mãos segurava sua mulher e com a outra dois de seus filhos; outro filho estava em seus ombros e ele tentava atravessar aquela tremenda inundação. Após dar alguns passos, viu que a corrente estava forte demais e a criança que estava em seus ombros caiu e foi carregada pelas águas. Narada soltou um grito de desespero. Ao tentar salvar a criança, largou uma das outras, que também se perdeu. Finalmente, sua mulher, que ele agarrara com toda sua força, foi arrebatada pela torrente e ele foi arremessado às margens, chorando e soluçando com amargas lamentações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Atrás dele surgiu uma voz delicada: “Meu filho, onde está a água? Você foi procurar um bocado d’água e estou esperando por você. Já faz meia-hora que você partiu.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“Meia-hora!“, exclamou Narada. Doze anos tinham se passado em sua mente e todas essas cenas aconteceram em meia hora! É isto que é Maya.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Conto hindu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: www.deldebbio.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-563720855663669840?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/563720855663669840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=563720855663669840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/563720855663669840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/563720855663669840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/maya.html' title='Maya'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-djbtUROupYg/Td1nDMsK0sI/AAAAAAAABOQ/E2hbTWAS_4g/s72-c/maya.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-2403518948296607311</id><published>2011-05-19T04:40:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T04:41:47.680-07:00</updated><title type='text'>Pleonasmo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-PRosinfND7k/TdUB3lNmGSI/AAAAAAAABOI/lix4_aHcNhs/s1600/pleonasmo.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 281px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-PRosinfND7k/TdUB3lNmGSI/AAAAAAAABOI/lix4_aHcNhs/s400/pleonasmo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608390965353388322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-2403518948296607311?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/2403518948296607311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=2403518948296607311' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2403518948296607311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/2403518948296607311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/pleonasmo.html' title='Pleonasmo?'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PRosinfND7k/TdUB3lNmGSI/AAAAAAAABOI/lix4_aHcNhs/s72-c/pleonasmo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4173645836182254886</id><published>2011-05-17T09:02:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T04:40:51.573-07:00</updated><title type='text'>13 vezes sexta-feira 13</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-iKUy3SJNpDg/TdKw6TDNqLI/AAAAAAAABNA/P1TVTc6B77I/s1600/sexta-feira%2B13.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 133px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-iKUy3SJNpDg/TdKw6TDNqLI/AAAAAAAABNA/P1TVTc6B77I/s200/sexta-feira%2B13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607739001622341810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;O Simbolismo do Número 13!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;por Karina&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Antes de qualquer coisa, é preciso falar um pouco sobre o significado atribuído ao 13.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; O  número é também conhecido como “&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a dúzia do diabo”, um número de azar por excelência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Interessante notar que muitos “tabus” escondem &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;algo sagrado, um significado muito mais profundo do que o que acaba se tornando popular. E é assim com o número 13.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;13 simbólica e tradicionalmente significa “morte”. Tanto que se diz, “onde há 13, há morte”. O “fim do mundo” começa no 13° capítulo do Apocalipse Bíblico. Por Jesus ser o décimo terceiro junto a seus discípulos e ter morrido (tradicionalmente numa sexta-feira), boa parte da má fama do 13 que persiste nos dias de hoje pode ser considerada bíblica.   Mas de fato, o 13 só se torna um problema onde a morte é encar&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ada como um problema, onde temos &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a ideia&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; da morte como algo a ser afastado e/ou reprimido. Então é mais do que natural o fato de que a maioria das pessoas tenha&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;m uma ideia negativa as&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;sociada a ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-jfeVmGDZ3gU/TdKcdjRp-JI/AAAAAAAABMg/x2UirLFW48U/s1600/A_%2BSanta_Ceia.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 212px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-jfeVmGDZ3gU/TdKcdjRp-JI/AAAAAAAABMg/x2UirLFW48U/s320/A_%2BSanta_Ceia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607716517529122962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;A Última Ceia, de Leonardo da Vinci: a face de Jesus é o "ponto de fuga" da pintura, o que&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; enfatiza Jesus como ponto focal (o centro) na obra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Utilizando uma história que nos é familiar, eram 13 pes&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;soas na Última Ceia. Simbolicament&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;e, o 13 seria o centro, o ponto mais importante do círculo, já que ele é q&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ue une a todos. Sendo o ponto unificador, é o local simbolicamente ocupado por Cristo, por exemplo. A morte do 13° (Cristo) simboliza, portanto, a forç&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a transformadora que por meio do sacrifício de um, possibilita a salvação do todo. Mas a interpretação popular da metáfora distorceu o significado original e o número 13 virou um número de Judas, com conotações nefastas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;E isso, como já é de se esperar, é um tema relativamen&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;te comum na mitologia. Por exemplo, na mitologia germâni&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ca, o trapaceiro – e décimo terceiro – deus Loki, traiu Baldur, o deus da primavera – uma divindade de justiça e sabedoria, disseminador da boa vontade e da paz, que, esp&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;erava-se, iria governar o novo mundo, após uma catástrofe mundial – levando-o, por fim à morte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Mas, você talvez esteja se perguntando, de onde saiu a i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;deia de que o número 13 representa morte? É disso que trata o próximo item da nossa lista!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;12 – O 13 e a Morte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-ubLPWxMnUQ8/TdKcqTwkzhI/AAAAAAAABMo/dWOCjNf6ha8/s1600/grande-tarot.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 227px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ubLPWxMnUQ8/TdKcqTwkzhI/AAAAAAAABMo/dWOCjNf6ha8/s320/grande-tarot.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607716736702139922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;A história aqui é longa, e vou tentar resumi-la o máximo possível (omitindo muitos detalhes e maiores explicações, eu sei), já que o objetivo desse post é ape&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;nas provocar a curiosidade!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Tudo começa nas antigas sociedades matriarcais, onde o número 13 era sagrado pois representava os 13 meses do ano lunar. Sociedades que se baseavam em calendários lunares (baseados nas fases da lua) – os mais antigos calendários criados – viam o tempo como um fenômeno cíclico, não linear. A natureza funciona em ciclos – nascimento, crescimento, morte; nas estações: verão, outono, inverno, primavera etc. – e as sociedades que utilizavam esses calendários se baseavam nesses ciclos que observavam ao seu redor para entender a vid&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a, a natureza e a “realidade”. Portanto, para esses povos não existia &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a mesma ideia de “fim” absoluto o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;u de “morte” como entendemos hoje.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Assim, voltando ao c&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-U-EswFWOPmk/TdKc3ACHHdI/AAAAAAAABMw/kCxOwQdW1Qs/s1600/Calend%25C3%25A1rio%2Blunar.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 196px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-U-EswFWOPmk/TdKc3ACHHdI/AAAAAAAABMw/kCxOwQdW1Qs/s200/Calend%25C3%25A1rio%2Blunar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607716954745282002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;alend&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ário lunar, no 13° mês o sol “morre”, no solstício de inverno. Nessas sociedades isso não era um probl&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ema, já que a morte faz parte de um ciclo, dessa forma, o jovem Sol renasceria no dia seguinte. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Mas, diga isso para um&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a sociedade que entende o tempo de forma linear… 13 = Morte. Quando se concebe o tempo de forma linear, em que s&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;e inicia a partir de um ponto e termina em outro, a ideia de “ciclo” ou “renascimento” ou ainda “morte como mudança, recomeço, transformação” é algo inconcebível. Num calendário lunar todos os meses tem 2&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;8 dias (uma média dos ciclos lunares) – como o ciclo menstrual feminino -, por isso possuíam uma relação profunda com o feminino. Em Gaélico, por exemplo,  as palavras para “menstruação” e “calendário” são praticamente idênticas: miosach e miosachan. Mas, quando a noção de tempo linear se impõe nas culturas patriarcais, que passam a preferir a constância do Sol do&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; que à inst&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;abilidade da Lua, “matar o sol” é um problema. Assim, as culturas que adotam o calendário solar, e o prin&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;cípio &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;masculino, passam a considerar tudo que se refere aos ciclos lunares &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;e seus calendários como relacio&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;nados a mau augúrio, maldição, enfim, desgr&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;aça e azar. 13 passa a ser um número ligado a coisas ruins.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Mas esse é só início da má fama do número 13. A História nos dá muito mais eventos ruins que ficaram marcados pelo número 13 e que terminaram por colocá-lo de vez no imaginário popular como um número sinistro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;11 – Sexta-Feira, 13 de Outubro de 1307&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-zKXKalx-2ts/TdKdG7Pn64I/AAAAAAAABM4/aBpzm2oj2Vg/s1600/Jacques%2BDemolay.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 158px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zKXKalx-2ts/TdKdG7Pn64I/AAAAAAAABM4/aBpzm2oj2Vg/s200/Jacques%2BDemolay.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607717228337687426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Muitos acreditam que esse foi o acontecimento que marcou definitivamente a Sexta-Feira 13 como dia de azar. O que aconteceu nesse dia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Basicamente foi o dia em que Jacques Demolay, 23° Grão Mestre da Ordem dos Templários&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;, traído pela Igreja e pelo Rei, juntamente com outros companheiros seus, foi capturado e levado a masmor&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ra, por ordem do Rei Filipe, “O Belo”. O porquê disso? B&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;em, a ideia por trás da Ordem dos Templários era “proteger e guardar as estradas entre Jerusalém e Acr&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;e”, defender a Terra Santa, cuidar dos peregrinos,  e era uma ordem que apenas respondia a autoridade da Igreja Católica Romana. Só que os Templários começaram a ficar ricos demais, misteriosos demais, poderosos demais,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; e bem, tanto o Rei como o Papa Clemente V se sentiram um bocado ameaçados. Assim, criaram uma série de acusações falsas (já que ambos mal tinham ideia do que se passava entr&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;e os templários) contra a Ordem, na base da tortura  e fizeram com que alguns de seus membros “confessassem” uma série de crime&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;s&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; e heresias. Durante 7 longos anos Jacques e seus c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ompanheiros viveram em condições precárias e sofrendo torturas, enquanto o Rei&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; Filipe ia acompanhando o “processo” das acusações e co&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;nfiscando todos os bens da ordem. Mesmo após três julgamentos, Jacques Demolay se recusava a denunciar companheiros e revelar locais onde haviam riquezas da Ordem. Como não havia uma confissão dele, forjaram. Assim, em 18 de março de 1314, por desmentir suas confissões forjadas, o Rei Filipe e o Papa Clemente condenaram Jacques e outro cavaleiro, Guy d’Auvergne (que também desmentiu as confissões forjadas), a morrerem queimados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;O mais interessante que um pouco antes de morrer na estaca, Jacques lançou uma maldição contra seus algozes: Rei Filipe, Papa Clemente e o Chefe da guarda e conselheiro real Guilherme de Nogaret (que havia capturado os templários e feito acu&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;sações). O que aconteceu? O primeiro a morrer foi o Papa Clemente V, logo em seguida  Guilherme de Nogaret e no dia 27 de novembro de&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;1314 morreu o rei Filipe IV com seus 46 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Quer saber qual foi a maldição?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; Nekan, adonai &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;!!! Chol-begoal!!! Papa Clemente… Cavaleiro Guilherme de Nogaret… Rei Filipe. Intimo-os a comparecer perante ao tribunal de deus dentro de um ano para receberem o justo castigo. Malditos! Malditos! Todos malditos até a décima terceira geração de vossas raças!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;10 – Por que Sexta?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-afxldipCF6Y/TdKxMV1OEgI/AAAAAAAABNI/w15RVyaS-qA/s1600/michelangelo2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 140px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-afxldipCF6Y/TdKxMV1OEgI/AAAAAAAABNI/w15RVyaS-qA/s320/michelangelo2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607739311606600194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Pois é. Não é só o número 13 que tem uma má fama própria. A sexta-feira historicamente também está associada a infortúnio e mau augúrio. É claro que quando os dois aparecem combinados, é considerado um “combo mortal”. Mas o que há de errado com a sexta-feira??? Bem, a sexta-feira é um dia consagrado a Freya, ou, em sua correspondência ro&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;mana, a Vênus. Ambas são deusas que personificam uma feminilidade prazeirosa, e certamente que um dia como Sexta-Feira 13 era considerado &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;um dia de alegria em tempos antigos. Sexta, um dia consagrado as deusas, e 13, um número da Deusa. A má fama da sexta surgiu com monges cristãos, que decidiram que o dia delas era de má sorte, não somente pelo que elas representavam, mas pelo fato de Jesus ter morrido em uma sexta (esse é um dado que foi colocado em dúvida recentemente por um pesquisador, mas os monges daquela época ainda não&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; sabiam…). Basicam&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ente eles juntaram a fome com a vontade de comer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva come&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ram do fruto proibido numa sexta-feira, e que o Grande Dilúvio também começou numa sexta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;9 – A omissão do 13&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;A superstição q&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-bA8Za82lppk/TdKyIwEbmoI/AAAAAAAABNQ/_sOkMaA2AVo/s1600/13%2Bandar.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-bA8Za82lppk/TdKyIwEbmoI/AAAAAAAABNQ/_sOkMaA2AVo/s200/13%2Bandar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607740349441874562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ue envolve o número 13 é tanta, que muita gente prefere não ficar em quarto de hotel com esse número ou morar num 13° andar. Em muitos hoteis da China e EUA, por&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; exemplo, o décimo-terceiro andar não existe, do 12, vai direto ao 14. Assim como há hoteis que não tem quartos numera&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;dos com 13.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Para se ter uma ideia, em restaurantes mais “supersticiosos” de Paris, se numa mesa houver 13 pessoas, eles têm um 14° convidado contratado, o chamado quatorzieme, para não correr o risco da maldiç&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ão que diz “onde 13 se sentam a mesa, um morrerá no período de um ano”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Alguns hospitais também evitam numerar um quarto com o número 13, e há cidades &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;em que ruas pulam da 12 direto&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; para a 14.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Muitos aeroportos não têm o portão 13, como Ronald Reagan National em Washington e o Chicago’s Midway.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Um fato recente. Parece que mesmo uma grande empresa como Microsoft prefere evi&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;tar o 13. O Microsoft Office 2007, predecessor do Office 2010, é versão 12. O Office 2010 é versão 14, pulando a 13, que a Microsoft considerou possivelmente de má sorte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;8 – A tentativa (frustrada) de desmistificar a Sexta-Feira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-XpiyoAjlNFA/TdKypBVEs0I/AAAAAAAABNg/ZZvjNljlX5I/s1600/ghost-ship.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 133px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-XpiyoAjlNFA/TdKypBVEs0I/AAAAAAAABNg/ZZvjNljlX5I/s200/ghost-ship.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607740903830893378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;No afã de acabar com a superstição em torno da Sexta-Feira, no século 18 &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a Marinh&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;a Britânica construiu um navio, o H.M.S. Friday (friday = sexta-feira) especialmente para isso. A marinha i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;niciou a construção do navio numa sexta, selecionou a tripulação numa sexta, lançou o navio numa sexta e até mesmo colocou como capitão um homem chamado James Friday. Então, na viagem de inauguração realizada numa sexta-feira, o navio partiu para nunca mais voltar. Desapareceu para sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Apesar de ser uma lenda – o próprio Museu da Marinha&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; Real afirmou que a história é só boato -  isso só prova o quão forte é também a associação da Sexta-feira com tragédias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;7 – A Fobia de Sexta-Feira 13&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-E4Bw8qGV0Yk/TdKy6ESZy4I/AAAAAAAABNo/9O6JMiaTFrg/s1600/fobia-grande.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-E4Bw8qGV0Yk/TdKy6ESZy4I/AAAAAAAABNo/9O6JMiaTFrg/s320/fobia-grande.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607741196682775426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Para alguns é muito mais do que uma superstição, é uma fobia! O nome para os que sofrem dessa condição é Paraskevidekatriaphobia. Já a Triskaidekaphobia é a fobia relativa somente ao número 13.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Segundo o psicólogo norte-americano Donald Dossey, especialista no tratamento de fobias, possivelmente mais de 21 milhões de americanos padecem desse mal. Praticamente 8% da população norte-americana então ainda se encontra presa a uma superstição secular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;O Instituto Stress Management Center and Phobia em Asheville, Carolina do Norte – EUA, estima que somente nos Estados Unidos, de U$800 a U$900 milhões são perdidos nos negócios a cada Sexta-Feira 13 por que as pessoas não viajam ou faltam ao trabal&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;6 – O Fracasso da Apollo 13&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-aLdLFj1SaDc/TdLfC6fHGxI/AAAAAAAABNw/PQ1SG93bWIU/s1600/apollo-13-patch.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-aLdLFj1SaDc/TdLfC6fHGxI/AAAAAAAABNw/PQ1SG93bWIU/s200/apollo-13-patch.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607789727182166802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Não dá para falar da má fama do 13 sem falar na fracassada missão Apollo 13!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;A missão&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; – a sétima tripulada e a terceira a tentar pousar na lua -  foi lançada no dia 11 de Abril de 1970 às 13:13 CST. A soma dos dígitos da data é 13 (como em 1+1+4+7+0 = 13). A e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;xplosão no tanque de oxigênio, que danificou o sistema elétrico da espaçonave ocorreu no dia 13 de Abril de 1970 – não era sexta-feira. Apesar dos problemas, os três astronautas a bordo conseguiram retornar com segurança a Terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Essa missão é&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt; usada como mais um exemplo do “azar ineren&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;te” ao 13, pelos fóbicos e supersticiosos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;5 – Seu nome tem 13 letras?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-qnJ7j14iQ48/TdLfXLyPekI/AAAAAAAABN4/2fPeeGJdgoI/s1600/jack-the-ripper.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 168px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-qnJ7j14iQ48/TdLfXLyPekI/AAAAAAAABN4/2fPeeGJdgoI/s320/jack-the-ripper.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607790075423193666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Alguns acreditam que quem po&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;ssui 1&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;3 letras no nome tem a “sorte do diabo”. Alguns exemplos famosos (com os nomes nas línguas de origem):  Jac&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;k the Ripper (Jack O Estripador), Charles Manson, Jeffrey Dahmer, Theodore Bundy e Albert De Salvo. Todos conhecidos pela maldade e sangue frio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;É claro que iremos encontrar nome de outras pessoas tão ou mais malévolas com números de letras diferentes de 13. Mas isso, obviamente não impede que a superstição continue!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;4 – O Thirteen Club (Clube dos 13)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;O 13 é um número tão azarado, que em 1881 uma organização nos EUA chamada “The Thirteen Club” tentou melhorar a reputação desse número. Na primeira reunião, os membros (todos os 13, é claro) passaram por baixo de escadas para entrar em uma sala coberta de sal derramado. O clube durou muitos anos e cresceu para mais de 400 membros, incluindo 5 ex-presidentes norte-americanos: Chester Arthur, Grover Cleveland, Benjamin Harrison, William McKinley e  Theodore Roosevelt. Apesar dos esforços do grupo, a fobia do 13 continuou a prosperar, sendo popular até hoje.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;3- O problema dos Gatos Pretos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Pois, não dá para falar de Sexta-feira 13 sem falar em gato preto. Então, gato preto tem má fama por conta própria, mas numa sexta-feira 13, se um gato preto aparecer pra você ou cruzar seu caminho pode ser trágico. Ou pelo menos é o que algumas pessoas acreditam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Para se ter uma ideia da dimensão dessa superstição associada, em 1939,  uma cidadezinha em Indiana, chamada French Lick – EUA, decretou que todos os gatos usassem sininhos no pescoço numa sexta-feira 13 de Outubro, para que as pessoas pudessem evitá-los. Como a medida aparentemente pareceu funcionar (nada de ruim aconteceu, de qualquer maneira), a cidade continuou com a prática por mais 3 anos…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;2 – Algumas crenças em torno do 13&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-OS3YOYkNo9c/TdLhZ5KTNCI/AAAAAAAABOA/mKmyXeAIce8/s1600/amuletos.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 163px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-OS3YOYkNo9c/TdLhZ5KTNCI/AAAAAAAABOA/mKmyXeAIce8/s200/amuletos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607792320986690594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Existem muuuuitas superstições sobre o número 13, como já deve ter dado para perc&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;eber! Aqui listo mais algumas, que considerei interessantes (e até engraçadas):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;- Dá azar casar em uma Sexta-feira 13 – inclusive, em 1913, um pastor em Middleton, New York, ofereceu casar os casais de graça nesse dia, como uma forma de combater a superstição. Mais uma tentativa frustrada!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;- Se você nasceu numa Sexta-feira 13, será azarado por toda a vida. Mas não se preocupe, não será uma vida longa mesmo…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;- Treze degraus? Melhor não… na tradição britânica diz-se que a escada para a forca possui 13 degraus, e a sexta-feira é conhecida como “dia do enforcado”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;- Se você cortar o seu cabelo numa sexta-feira 13, alguém da sua família morrerá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;- Se um cortejo fúnebre passar por você em uma sexta-feira 13, você será o próximo a morrer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;- Usar roupa preta numa sexta-feira 13 fará com que você precise usá-la num funeral em breve. E por culpa sua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;1 – De 1 a 3 Sextas-feiras 13&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;O calendário de 365 dias pode ter de 1 a 3 sextas-feiras 13. Acredita-se que os anos que possuem 3 sextas “negras” sejam anos calamitosos. Felizmente, para os temerosos e fóbicos, um ano com 3 sextas do tipo não acontece com frequência. 2009 foi o primeiro ano deste século a ter 3 sextas 13. Antes disso, 1998 e 1987 foram os anos azarados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;2011 só possui uma sexta-feira 13, hoje. Porém, 2012 nos aguarda com 3…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;fonte: inconscientecoletivo.net&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4173645836182254886?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4173645836182254886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4173645836182254886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4173645836182254886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4173645836182254886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/13-vezes-sexta-feira-13.html' title='13 vezes sexta-feira 13'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-iKUy3SJNpDg/TdKw6TDNqLI/AAAAAAAABNA/P1TVTc6B77I/s72-c/sexta-feira%2B13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4370787785121508454</id><published>2011-05-13T14:09:00.001-07:00</published><updated>2011-05-13T14:10:18.990-07:00</updated><title type='text'>Sincronicidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-hfOK5Ohgm8k/Tc2eBmzz71I/AAAAAAAABMY/BPnZxxOtATA/s1600/sincronicidade.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-hfOK5Ohgm8k/Tc2eBmzz71I/AAAAAAAABMY/BPnZxxOtATA/s400/sincronicidade.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606310861581053778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: lucida grande;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;ermo cunhado por Carl Gustav Jung para sua teoria de que tudo no Universo estava interligado por um tipo de vibração, e que duas dimensões (física e não física) estavam em algum tipo de sincronia, que fazia certos eventos isolados parecerem repetidos, em perspectivas diferentes. Tal idéia desenvolveu-se primeiramente em conversas com Albert Einstein, quando ele estava começando a desenvolver a Teoria da Relatividade. Einstein levou a idéia adiante no campo físico, e Jung, no psíquico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A sincronicidade é definida como uma coincidência significativa entre eventos psíquicos e físicos. Um sonho de um avião despencando das alturas reflete-se na manhã seguinte numa notícia dada pelo rádio. Não existe qualquer conexão causal conhecida entre o sonho e a queda do avião. Jung postula que tais coincidências apóiam-se em organizadores que geram, por um lado, imagens psíquicas e, por outro lado, eventos físicos. As duas coisas ocorrem aproximadamente ao mesmo tempo, e a ligação entre elas não é causal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Antecipando-se aos críticos, Jung escreve: "O ceticismo deveria ter por objeto unicamente as teorias incorretas, e não assestar suas baterias contra fatos comprovadamente certos. Só um observador preconceituoso seria capaz de negá-lo. A resistência contra o reconhecimento de tais fatos provém principalmente da repugnância que as pessoas sentem em admitir uma suposta capacidade sobrenatural inerente à psique".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os fenômenos sincronísticos manifestam-se com muito maior freqüência quando a psique está funcionando num nível menos consciente (estado de ondas alfa), como em sonhos, meditações ou devaneios. Assim que a pessoa se aperceba do evento sincronístico e se concentre nele, o perde, pois a idéia de tempo e espaço volta a reinar na consciência. Jung sublinha que a sincronicidade parece depender consideravelmente da presença de afetividade, ou seja, sensibilidade a estímulos emocionais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A grande sacada de Jung foi colocar a sincronicidade como algo abrangente do TODO, e não de um mero evento. Ele pergunta: Como pode um acontecimento remoto no espaço e no tempo produzir uma correspondente imagem psíquica, quando a transmissão de energia necessária para isso não é sequer concebível? Por mais incompreensível que isso possa parecer somos compelidos, em última instância, a admitir a existência no inconsciente de algo como um conhecimento a priori ou uma relação imediata de eventos que carecem de qualquer base causal. Ou seja: a pessoa que acessou o avião caindo sempre soube, só que não sabia que sabia, porque na verdade não existe espaço nem tempo para o Self! É o nível búdico!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Segundo ele, os pensamentos vêm-nos à consciência; as intuições e pensamentos que surgem do inconsciente não são produtos de esforços deliberados para pensar, mas objetos internos, parcelas do inconsciente que pousam ocasionalmente na superfície do ego. Jung gostava de dizer, por vezes, que os pensamentos são como pássaros: eles chegam e fazem ninho nas árvores da consciência por algum tempo, e depois alçam vôo de novo. São esquecidos e desaparecem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A matemática é um produto puro da mente, e não se mostra em parte alguma do mundo natural; no entanto, pessoas podem sentar-se em seus gabinetes e gerar equações que rigorosamente predizem e captam objetos e eventos físicos. A Jung impressionava que um produto puramente psíquico (uma fórmula matemática) pudesse ter um relacionamento tão extraordinário com o mundo físico. Por outro lado, Jung propõe que os arquétipos também servem como ligações diretas entre a psique e o mundo físico, mas não são as causas destes. Parece sim, ligá-lo a "operadores" que organizam a sincronicidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os junguianos comentam que no inconsciente não há segredos. Todo o mundo sabe tudo. Pode-se comparar esse conhecimento com o "Olho de Deus", o "Olho que tudo vê" ou o "Grande Irmão". Não é apenas o que fazemos, mas até o que pensamos - que É o que somos! - que pode ser acessado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Jung vai ainda mais longe em sua definição de Sincronicidade, que recebe o nome de Cosmologia na sua forma mais abrangente, onde relaciona a organização acausal no mundo, sem referência à psique humana. Antes de nós existirmos existia a organização, a sincronicidade. Então, quem geria isso? Ele diz: "Nessa categoria se incluem todos os "atos de Criação", fatores a priori, tais como, por exemplo, as propriedades dos números primos, as descontinuidades da física moderna, etc."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Nós, seres humanos - ensina ele - temos um papel especial a desempenhar no universo. O nosso inconsciente é capaz de refletir o Cosmos e de introduzi-lo no espelho da consciência. Cada pessoa pode testemunhar o Criador e as obras Criativas desde dentro, prestando atenção à imagem e à sincronicidade. Pois o arquétipo não é só o modelo da psique, mas também reflete a real estrutura básica do universo. "Como em cima, assim embaixo" falou o Mestre Hermes Trismegisto. "Como dentro, assim fora" responde o moderno explorador da alma, Carl Gustav Jung.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Extraído e adaptado do livro Jung, o mapa da alma, de Murray Stein. Agradecimentos a Klash pela introdução.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não posso provar a você que Deus existe, mas meu trabalho provou empiricamente que o "padrão de Deus" existe em cada homem, e que esse padrão (pattern) é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo. Encontre esse padrão em você mesmo e a vida será transformada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;(C.G. Jung)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;fonte: saindodamatrix.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4370787785121508454?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4370787785121508454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4370787785121508454' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4370787785121508454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4370787785121508454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/sincronicidade.html' title='Sincronicidade'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hfOK5Ohgm8k/Tc2eBmzz71I/AAAAAAAABMY/BPnZxxOtATA/s72-c/sincronicidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-5135466895413346568</id><published>2011-05-10T04:34:00.000-07:00</published><updated>2011-05-11T04:03:30.319-07:00</updated><title type='text'>O Tempo é Real ou é uma Ilusão?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-HgbY2w788eo/TckkZhCIU6I/AAAAAAAABMA/wXuwhfiO7v0/s1600/o%2Btempo%252C%2BSalvador%2BDali.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 162px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-HgbY2w788eo/TckkZhCIU6I/AAAAAAAABMA/wXuwhfiO7v0/s200/o%2Btempo%252C%2BSalvador%2BDali.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605051232021926818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;por Kate Becker&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;A realidade do tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Muitos físicos argumentam que o tempo é uma ilusão. Lee Smolin prefere discordar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E se o tempo for mesmo algo real?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Se você não é um físico teórico, a pergunta colocada por Smolin pode soar como uma grande bobagem, como se alguém lhe perguntasse: "E se os seus sapatos e meias fossem reais?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Afinal, você os usa todos os dias, assim, como não poderiam ser reais?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dentro do mundo da física fundamental, porém, a noção de que o tempo possa ser real é praticamente radical.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;A sensação do tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sim, como seres humanos, vivenciamos o tempo como uma coisa que flui; nós marcamos uma linha divisória entre o passado imutável e o futuro ainda a ser escrito; e nós acreditamos que vivemos em um momento especial que chamamos de presente, que está sendo constantemente atualizado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ainda de acordo com a sabedoria convencional - ou, pelo menos, de acordo com aquele tipo peculiar de sabedoria pouco convencional que governa a física quântica e a cosmologia - o tempo é uma ilusão que emerge de uma física mais profunda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nesse ponto de vista, o tempo é uma representação ficcional para o comportamento em larga escala de algo mais fundamental.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"É comum na filosofia e na ciência presumir que as coisas que são mais profundas e mais verdadeiras sobre o mundo estão fora do tempo," resume Smolin, físico teórico do Instituto Perimeter em, Ontário, no Canadá. "A questão fundamental é, o tempo é real ou é uma ilusão? Nós experimentamos a vida como uma sequência de momentos, mas é assim que o mundo realmente é?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Não há dúvida de que o tempo existe, nós o usamos todos os dias," acrescenta Sean Carroll, físico do Instituto de Tecnologia da Califórnia. "Mas não temos certeza se o tempo é realmente fundamental, se é uma parte necessária de uma compreensão profunda da física, ou se é apenas uma aproximação útil."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;A realidade do tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Smolin prefere continuar defendendo a realidade do tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas, para isso, ele deve superar um grande obstáculo: as teorias da relatividade especial e geral parecem implicar o oposto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na visão clássica de Newton, a física funciona obedecendo ao tique-taque de um relógio universal invisível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas Einstein descartou esse relógio-mestre quando, em sua teoria da relatividade especial, ele argumentou que não há dois eventos verdadeiramente simultâneos a menos que entre eles haja uma relação de causalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se a simultaneidade - a noção do "agora" - é relativa, o relógio universal deve ser uma ficção, e o próprio tempo é uma aproximação para o movimento e a mudança dos objetos no universo. O tempo está literalmente descartado da equação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Embora tenha passado grande parte de sua carreira explorando as facetas de um Universo atemporal, Smolin se convenceu de que isto está "profundamente errado", diz ele. Ele agora acredita que o tempo é mais do que apenas uma aproximação útil, que ele é tão real quanto a fome que sentimos nos diz que é, mais real, na verdade, do que o próprio espaço.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Física quântica e relatividade geral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A noção de um "tempo real e global" é a hipótese de partida para os novos trabalhos de Smolin, que ele vai realizar este ano com a ajuda de dois estudantes de pós-graduação, financiado pelo Instituto FQXi, uma entidade sem fins lucrativos cuja proposta é discutir as questões fundamentais da física e do Universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Smolin espera que este estudo possa permitir-lhe superar um dos maiores problemas não resolvidos da física e da cosmologia - unir as leis da física quântica com as leis da relatividade geral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A física quântica funciona maravilhosamente bem quando aplicada aos átomos e suas partes constituintes; a relatividade geral é uma descrição testada e comprovada do espaço-tempo na escala macro dos planetas, estrelas e galáxias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando estes dois conjuntos de leis se encontram, porém, como devem fazer para descrever o que acontece dentro de um buraco negro ou como o universo era na época do Big Bang, surge o conflito e o desentendimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Poderia o tempo ser a linha que irá costurá-las em uma peça única?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-OB-cEpBQNHQ/TckjRHI_2qI/AAAAAAAABL4/Rrg3iW07ecU/s1600/telescopio_fermi.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 199px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-OB-cEpBQNHQ/TckjRHI_2qI/AAAAAAAABL4/Rrg3iW07ecU/s400/telescopio_fermi.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605049988120828578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Telescópio de Raios Gama Fermi revela emissões brilhantes no céu: poderiam essas emissões revelar a verdade sobre o tempo? [Imagem: NASA/DOE/Intl. LAT Team]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Relógio cósmico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Smolin espera que o levar o tempo a sério vai ajudar a desvendar o que aconteceu no cosmo primordial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Até agora, é difícil distinguir as leis da natureza atuais das condições iniciais do universo - Em comparação, é fácil distinguir entre dois experimentos no laboratório porque estes testes podem ser repetidos com diferentes condições de partida. Os cosmólogos, entretanto, não podem reinicializar o universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se ele puder lidar com as leis da física com a ajuda de um relógio cósmico fundamental, Smolin pode examinar a possibilidade de que essas leis possam ter sido diferentes no passado. A ideia de que as leis da física podem evoluir com o tempo só faz sentido num quadro em que o tempo é fundamental, afirma ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para entender o porquê, imagine um jogo de futebol no qual as regras são programadas para mudar a cada minuto. Se o próprio relógio não for fundamental, mas também for governado por essas regras flutuantes, os pobres jogadores e árbitros estariam presos em um loop lógico infinito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As idéias de Smolin podem ser pouco convencionais, mas outros cientistas admiram suas tentativas para salvar o tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Não fazer isso é negar os dados mais fundamentais que coletamos na vida diária - que estão na base da nossa capacidade de realizar experimentos e analisar teorias," diz George Ellis, um matemático da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Entretanto, Carlo Rovelli, um físico da Universidade de Marselha, na França, é de opinião contrária: "Nós não devemos forçar as teorias à nossa intuição: nós mudamos a intuição para entender as teorias."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Além da filosofia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Smolin tem consciência de que suas teorias devem ser mais do que filosoficamente agradáveis para que possam ser consideradas científicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele observa que os astrônomos já estão usando telescópios de raios gama e observatórios de raios cósmicos para investigar se as leis da relatividade especial ainda se mantêm sob energias extremas. Esses experimentos produziram resultados que restringem algumas teorias quânticas da gravidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Embora eles não resolvam a questão de saber se o tempo é real," diz Smolin, "esses experimentos limitam as opções para teorizações sobre a natureza do tempo."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: inovacaotecnologica.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-5135466895413346568?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/5135466895413346568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=5135466895413346568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5135466895413346568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5135466895413346568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/por-kate-becker-realidade-do-tempo.html' title='O Tempo é Real ou é uma Ilusão?'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-HgbY2w788eo/TckkZhCIU6I/AAAAAAAABMA/wXuwhfiO7v0/s72-c/o%2Btempo%252C%2BSalvador%2BDali.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7935945511251109339</id><published>2011-05-05T06:15:00.000-07:00</published><updated>2011-05-05T06:27:27.059-07:00</updated><title type='text'>O Universo Auto-Consciente e a Filosofia do Idealismo Monista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-XiuuXtfb9NA/TcKkITVTWxI/AAAAAAAABLQ/cHz0ZluCC4E/s1600/universo%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 222px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-XiuuXtfb9NA/TcKkITVTWxI/AAAAAAAABLQ/cHz0ZluCC4E/s400/universo%2B%25281%2529.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603221348937849618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;"O universo é auto-consciente através de nós".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Amit Goswmi - PhD&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Uma pequena biografia de Amit Goswami PhD: É um dos mais importantes físicos da atualidade e um dos poucos que penetrou fundo na espiritualidade humana. No seu livro "O Universo Auto-Consciente" - demonstra como a consciência cria o mundo material. Cientificamente, através da física quântica, ele prova que o universo é um conjunto superior - Deus_. Isto torna sólida a sua afirmação de que á a consciência que cria a matéria e não o contrário, como até hoje "crê" o Realismo Materialístico implantado na ciência por Isaac Newton e Rennè Descartes. Amit Goswami é professor titular de física quântica no Instituto de Física Teórica da Universidade do Oregon e autor de numerosos textos científicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Rose Marie Muraro - Editora Rosa dos Tempos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Infinito: Atualmente, o físico Amit Goswami presta serviços no Instituto de Ciências Noéticas, fundado pelo astronauta e psicólogo Edgard Mitchell.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A Filosofia do "Idealismo Monista"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;"Quanto mais eu obser&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana; font-style: italic;" href="http://2.bp.blogspot.com/-QCXKkzVjfnU/TcKkemvDRfI/AAAAAAAABLg/_5OhIJJvn5k/s1600/vishnu.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 247px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-QCXKkzVjfnU/TcKkemvDRfI/AAAAAAAABLg/_5OhIJJvn5k/s320/vishnu.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603221732103243250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;vo o universo mais ele se parece a um grande pensamento do que a uma grande máquina".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Albert Einstein&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A base do Idealismo Monista é a CONSCIÊNCIA e não a matéria. Reduzindo-se tudo à sua origem encontramos a CONSCIÊNCIA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ela é a realidade única e final da matéria, dos pensamentos, a noção do imanente e do transcendente, os arquétipos, idéias, do mundo manifesto, enfim, tudo é a consciência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A filosofia do Idealismo Monista é unitária, as subdivisões são realizadas pela e na consciência. Na Grécia, o filósofo Platão deixou na sua "República" a proposta do Idealismo Monista, na atualidade, ela é defendida pelo físico teórico Amit Goswami Phd.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Na "República", Platão exemplifica a sua teoria usando a "Alegoria da Caverna", que se tornou célebre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A Alegoria da Caverna - Platão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dentro de uma caverna estão sentados seres humanos, hipnotizados pelo jogo de luzes e sombras projetado na parede da caverna. A hipnose é tão grande, que estes seres não se voltam e não conseguem tirar os seus olhos daquela projeção. Entretanto, é a luz que projeta aquele espetáculo de sombras, do universo que está lá fora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Nós somos idênticos aos seres que estão nesta caverna, como eles, confundimos a realidade com as sombras-ilusões, que contemplamos embevecidos na parede da nossa caverna. Entretanto, a realidade genuína está às nossas costas na luz e nas formas arquetípicas que ela projeta como sobras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Esta alegoria serve para demonstrar que os nossos "espetáculos de sombra" são as manifestações imanentes-irreais da nossa experiência humana de realidades arquetípicas, pertencentes a um mundo transcendente. A LUZ é a única realidade nesta alegoria, pois é tudo o que percebemos. - "No idealismo Monista, a CONSCIÊNCIA é como a luz na Caverna de Platão". Amit Goswami.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Idealismo Monista nas literaturas idealistas das diversas culturas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Vedanta - Índia: NAMA são os arquétipos transcendentes e RUPA a sua forma imanente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A Consciência Universal é Brahman, o ser fundamental e único. Brahman existe para além de Maya (ilusão).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;"Todo este universo sobre o qual falamos e pesamos nada mais é do que Brahman. Nada mais existe".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Budismo: NIRMANAKAYA e SAMBHOGAKAYA são os reinos materiais e das idéias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; DHARMAKAYA, acima destes reinos é a consciência única que os ilumina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Na realidade, só existe o Dharmakaya! "Nirmanakaya é a aparência do corpo de Buda e as suas atividades inescrutáveis. O Dharmakaya de Buda está livre de qualquer percepção ou concepção de forma".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Yin-Yang é um símbolo taoísta. O yang é a parte clara, símbolo masculino e o yin a parte escura, símbolo do feminino. O yang é o reino do transcendente e o yin o imanente. "Aquilo que permite ora as trevas, ora a luz, é o TAO", o Uno que transcende suas manifestações complementares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A Kabbalah judaica - são duas as ordens de realidade: Sefiroth - transcendente, teogonia e a Alma de peruda imanente "o mundo da separação". O ZOHAR dia: "Se o homem contempla as coisas em meditação mística, tudo se revela com Uno".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Cristandade - Céu, transcendente e Terra, imanente. São originadas, estas palavras, do Idealismo Monista. O que está além do céu e da terra? O Rei, a Divindade. "Ela (a consciência fundamento do SER) está em nosso intelecto, alma e corpo, no céu, na terra, enquanto permanece em SI MESMA. Ela está simultaneamente em, à volta e acima do mundo supercelestial, um sol, uma estrela, fogo, água, espírito, orvalho, nuvem, pedra, rocha, tudo o que há". Dionísio - idealista cristão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Há que se observar que em todas estas descrições a Consciência é tida como ÚNICA, mas chega até nós através das suas manifestações complementares, idéias e formas. Este é um importante e precioso componente da Filosofia Idealista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Misticismo - Você pode pegar uma pedra, pode arrastar e se sentar em uma cadeira, observar as coisas ao seu redor e crer que são realidades materiais separadas de você e das outras pessoas. Você as considera REAIS, porque as experiências da forma como se fossem materiais e perfazendo toda uma realidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;As experiências mentais são diferentes, não se parecem com as ditas reais e materiais, por esta razão, nós resolvemos que "mente" e "corpo" são separados, cada qual no seu domínio, nos tornamos, portanto, dualistas.Com o dualismo as explicações ficam dificultadas: como pode uma coisa imaterial, como a mente, interagir com outra material, como corpo material? Se interagirem uma com o outro, qual seria a troca de energias entre os dois? Pela lei da "conservação de energia" no universo material, a energia permanece constante e nada ainda nos provou que essa energia foi desviada para o domínio mental ou que dele foi retirada. E agora? Como estes dois domínios agem para fazerem as suas interações?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os seguidores do idealismo sustentam a realidade primária da consciência e dão o justo valor às nossas experiências subjetivas, mas... não sugerem e nem afirmam que a consciência é a MENTE. Muita atenção: costumamos confundir "alhos com bugalhos" - A CONSCIÊNCIA NÃO É A MENTE! Mantenham esta explicação para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Então o que é a consciência?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-6KjRGqPdyjs/TcKktz-2WuI/AAAAAAAABLo/VL85qAso5Ss/s1600/universo.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 320px; height: 272px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-6KjRGqPdyjs/TcKktz-2WuI/AAAAAAAABLo/VL85qAso5Ss/s320/universo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603221993357204194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Pego, nas minhas mãos uma bola que é um objeto material. E penso neste objeto como sendo uma bola. O objeto material-bola - e o mental - meu pensamento sobre o objeto bola - todos os dois se tornam objetos na consciência e nesta experiência existe um observador, um sujeito que está experimentando - pegar na bola e nela pensar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;De acordo com Idealismo Monista, a consciência do sujeito em uma experiência sujeito-objeto é a mesma que constitui o fundamento de todo o ser: só há um "sujeito-consciência" pois a consciência é UNITIVA e SOMOS essa consciência!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os Upanishades, livros sagrados da Índia, afirmam - "Tu és ISSO" - e os hindus chamam à consciência, sujeito/ser do ATMAN.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;No cristianismo, a consciência é o Cristo Interno, o Eu Superior ou o Espírito Santo. Para os cristãos quakre, ela é a LUZ interna. O que importa não são os seus nomes e sim a sua experiência transmutadora inefável, inestimável. O filósofo Aldous Huxley escreveu um livro "A Filosofia Perene", o testemunho dos grandes vultos da humanidade que vivenciaram o ser-consciência, todos eles falam a mesma linguagem e expressam a linguagem da consciência de forma semelhante, a Unidade na Diversidade dos vários personagens que dela forneceram os seus testemunhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;As religiões&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;As religiões foram fundadas, com o fito de simplificarem para as massas os ensinamentos místicos dos que vivenciaram a Realidade Absoluta. Cada uma apresenta a sua senda, um caminho, mas a DESCOBERTA final só poderá ser feita por cada um dos peregrinos, ninguém, ninguém mesmo poderá faze-la por você, este é o SEU trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Infelizmente, todas as religiões se tornaram DUALISTAS. O dualismo das religiões monoteístas judaico-cristãs absorveu a psique ocidental se apoiando em uma hierarquia de intérpretes. Tal como separou Descartes - Mente e Corpo -, o dualismo - Deus/mundo, não parece resistir ao exame científico, explicita o físico teórico Amit Goswami.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Idealismo Monista, compatível com a física quântica, fornece um novo paradigma que pode solucionar os paradoxos do misticismo (transcendência e pluralidade) e dar partida a uma ciência idealista e de fazer a revitalização das religiões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Goswami aponta: os quatro aspectos da consciência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;1. Percepção: campo da mente, trabalho global.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;2. Os objetos da consciência: pensamentos e sentimentos passageiros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;3. O sujeito/observador/experienciador e testemunha - o self consciente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;4. Consciência, fundamento de todo o SER.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não podemos identificar a consciência com as nossas percepções motoras, sensações e impressões sensoriais. Você se identifica com os seus dedos, no ato de escrever ou com os seus pés no ato de andar? Nada disto e nem um dos chamados "concomitantes" externos da nossa experiência consciente podem ser confundidos com os elementos fundamentais da nossa consciência. No âmago da nossa mente, os pensamentos, sentimentos e opções se encarados assim, nos jogariam dentro do conceito errôneo de Descartes - penso logo existo - quando o correto é - "escolho, logo existo" - Ulrich Neisser adverte e prova o que diz através da física quântica. Escolher é uma função primordial da consciência. "A psicologia não está pronta para enfrentar a consciência" - Amit Goswami retruca - "por sorte, a física está".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Universo Autoconsciente - Amit Goswami, Phd - Ed. Rosa dos Ventos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A Filosofia Perene - Aldous Huxley.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;jornalinfinito.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7935945511251109339?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7935945511251109339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7935945511251109339' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7935945511251109339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7935945511251109339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/o-universo-auto-consciente-e-filosofia.html' title='O Universo Auto-Consciente e a Filosofia do Idealismo Monista'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-XiuuXtfb9NA/TcKkITVTWxI/AAAAAAAABLQ/cHz0ZluCC4E/s72-c/universo%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-7523039093373477000</id><published>2011-05-03T06:14:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T06:45:40.755-07:00</updated><title type='text'>Para refletir...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-rIRE9IyHwrg/TcADn7eAAmI/AAAAAAAABLA/OsNEt5SoraQ/s1600/guimaraes-rosa.gif"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 174px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-rIRE9IyHwrg/TcADn7eAAmI/AAAAAAAABLA/OsNEt5SoraQ/s200/guimaraes-rosa.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602481920962200162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"A vida é assim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esquenta e esfria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aperta e daí afrouxa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sossega e depois&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;desinquieta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O que ela quer da gente é coragem"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: right; color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Guimarães Rosa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-7523039093373477000?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/7523039093373477000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=7523039093373477000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7523039093373477000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/7523039093373477000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/05/reflexao-sobre-vida.html' title='Para refletir...'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rIRE9IyHwrg/TcADn7eAAmI/AAAAAAAABLA/OsNEt5SoraQ/s72-c/guimaraes-rosa.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4015833523766048330</id><published>2011-04-28T04:52:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T04:53:44.530-07:00</updated><title type='text'>Amigos...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-GpddPNP3jdI/TblVQBaiiGI/AAAAAAAABK4/CH2cgogXkbo/s1600/Calvin%2Bamigos.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-GpddPNP3jdI/TblVQBaiiGI/AAAAAAAABK4/CH2cgogXkbo/s400/Calvin%2Bamigos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5600601345357940834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4015833523766048330?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4015833523766048330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4015833523766048330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4015833523766048330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4015833523766048330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/04/amigos.html' title='Amigos...'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-GpddPNP3jdI/TblVQBaiiGI/AAAAAAAABK4/CH2cgogXkbo/s72-c/Calvin%2Bamigos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-1741916999840611345</id><published>2011-04-25T12:26:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T12:33:27.696-07:00</updated><title type='text'>O Quinto Compromisso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-PaD8d6IhN_I/TbXLJqWlysI/AAAAAAAABKo/q3Avmx-k-2w/s1600/D%25C3%25BAvidas.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-PaD8d6IhN_I/TbXLJqWlysI/AAAAAAAABKo/q3Avmx-k-2w/s320/D%25C3%25BAvidas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599605078553381570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;oda a nossa vida é norteada por compromissos que fazemos: com nós mesmos, com nossa família, amigos, igreja, Deus etc. É claro que os mais importantes são os compromissos que fazemos com nós mesmos. O problema é que normalmente criamos esses compromissos (crenças) a partir do medo, e por isso eles nos limitam, drenam nossa energia e nos colocam para baixo. Por causa deles o nosso “sonho pessoal” é um verdadeiro pesadelo. Somos os artistas de nossa vida, mas ao invés de pintarmos uma bela obra, pintamos o nosso inferno pessoal. Tudo porque alimentamos e vivemos de acordo com crenças irreais e equivocadas: sobre nós mesmos, sobre os outros, sobre o mundo, sobre a vida. Essas crenças, ou compromissos, nos afastam de nosso ser autêntico e nos mantêm presos ao sonho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os Quatro Compromissos nada mais são do que atitudes, que se praticadas, expandem a consciência e libertam (acordam) desse sonho (pesadelo) pessoal, e consequentemente do “sonho do mundo”. São eles:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;1. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Seja impecável com a sua palavra:&lt;/span&gt; fale com integridade. Diga somente o que quer dizer. Evite utilizar a palavra para falar contra si mesmo (coisas como “Estou gordo (a)”, “Sou burro (a) mesmo”, “Ninguém me entende”, “Nada dá certo para mim”, etc) ou para fazer fofoca dos outros (o que acontece ou deixa de acontecer aos outros não é problema seu, e sua vida não tem como ficar melhor ou mais feliz se você investe seu tempo e energia especulando ou comentando sobre a vida de terceiros…).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;2. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não leve nada para o lado pessoal:&lt;/span&gt; nada que os outros façam é por sua causa. O que os outros dizem e fazem é projeção de suas próprias realidades, do sonho deles. Quando você é imune à opinião e a ação dos outros, você não será vítima de sofrimentos desnecessários. E aqui o autor tem a grande sacada de não limitar o compromisso de não levar nada para o lado pessoal apenas às opiniões e ações negativas. Quando alguém te elogia ou te agrada você também não deve levar para o lado pessoal. Afinal, tudo é projeção. Tanto as coisas ruins que te dizem, como  as boas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;3. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não tire conclusões:&lt;/span&gt; encontre a coragem de fazer perguntas e de expressar o que você realmente quer. Comunique-se com os outros o mais claramente possível, de modo a evitar desentendimentos, tristeza e drama. Com somente esse compromisso, você pode transformar completamente a sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;4. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sempre faça o seu melhor: &lt;/span&gt;o seu melhor irá mudar de momento a momento; será diferente quando você está saudável e oposto quando estiver doente. Sob qualquer circunstância, simplesmente faça o seu melhor e você irá evitar o auto-julgamento, a culpa e o arrependimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O quinto compromisso lhe ajuda ainda a não se apegar ao seu sonho pessoal, mesmo que esse sonho seja um paraíso. Você é o criador, o artista que está pintando a sua vida; e se ela é uma linda obra-prima, ótimo! De qualquer forma não se apegue, porque mesmo isso é ilusório, mesmo isso é só mais uma história. O seu ser autêntico, a única realidade, está muito além de tudo isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;5. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Seja cético. Mas Aprenda a Escutar:&lt;/span&gt; A verdade não precisa que você acredite nela ou não. As mentiras precisam que você acredite nelas. Se você fizer isso (duvidar), elas não sobreviverão ao seu ceticismo e simplesmente desaparecerão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"(…) o ceticismo pode tomar duas direções. Uma delas é fingir que se é cético, porque acha que é inteligente demais para ser crédulo. “Vejam como eu sou inteligente. Não acredito em nada.” Isso não é ceticismo. Ser cético é não acreditar em tudo o que você ouve, e você não acredita porque não é verdade, só isso. A maneira de ser cético é apenas estar ciente de que toda a humanidade acredita em mentiras. Você sabe que os homens distorcem a verdade porque estamos sonhando, e nosso sonho é apenas um reflexo da verdade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todo artista distorce a verdade, mas você não precisa julgar o que alguém diz ou chamar a pessoa de mentirosa. Todos nós falamos mentiras de um jeito ou de outro, e não é por querer. É por causa daquilo que acreditamos, é por causa dos símbolos que nós apreendemos e da maneira como nós aplicamos todos eles. Uma vez que você esteja ciente disso, o quinto compromisso faz muito sentido, e isso pode fazer uma grande diferença na sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As pessoas irão até você para contar a história pessoal delas. Vão contar o ponto de vista delas, o que elas acreditam ser verdade. Mas você não julgará se isso é verdade ou mentira. Você não julga, mas respeita. Você ouve a maneira como os outros expressam os símbolos deles, ciente de que qualquer coisa dita por eles é distorcida pelas crenças que eles possuem. Você sabe que o que eles estão lhe dizendo não é mais do que uma história, e sabe disso porque pode sentir. Você simplesmente sabe. Mas também sabe quando as palavras vêm da verdade, e sabe disso sem precisar de palavras, e essa é a questão principal&lt;/span&gt;."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(O Quinto Compromisso, Don Miguel Ruiz – pg. 95)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: inconscientecoletivo.net&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-1741916999840611345?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/1741916999840611345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=1741916999840611345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/1741916999840611345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/1741916999840611345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/04/o-quinto-compromisso.html' title='O Quinto Compromisso'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-PaD8d6IhN_I/TbXLJqWlysI/AAAAAAAABKo/q3Avmx-k-2w/s72-c/D%25C3%25BAvidas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4663398296077528770</id><published>2011-04-21T08:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-21T12:07:56.447-07:00</updated><title type='text'>Manhattan</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-e7xZzdZb2a4/TbBScL1mjVI/AAAAAAAABKg/xKI7GfARIjE/s1600/vento.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-e7xZzdZb2a4/TbBScL1mjVI/AAAAAAAABKg/xKI7GfARIjE/s400/vento.gif.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598064980988955986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:78%;"&gt;&lt;i style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;“&lt;strong style="border-width: 0px; margin: 0px; padding: 0px; outline-width: 0px; vertical-align: baseline; background-color: transparent;"&gt;cinemagraphs&lt;/strong&gt;” from &lt;/span&gt;http://fromme-toyou.tumblr.com/tagged/gif/&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4663398296077528770?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4663398296077528770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4663398296077528770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4663398296077528770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4663398296077528770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/04/manhattan.html' title='Manhattan'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-e7xZzdZb2a4/TbBScL1mjVI/AAAAAAAABKg/xKI7GfARIjE/s72-c/vento.gif.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-6097541169316055598</id><published>2011-04-11T13:03:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T13:15:03.672-07:00</updated><title type='text'>O Fantasma do Futuro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-7s0NO9YYK88/TaNf1W0SB-I/AAAAAAAABJw/m_Qiyfuj1ng/s1600/wallpaper-Ghost-in-the-Shell-007.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-7s0NO9YYK88/TaNf1W0SB-I/AAAAAAAABJw/m_Qiyfuj1ng/s320/wallpaper-Ghost-in-the-Shell-007.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594420532386858978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ghost in the Shell [Kokaku Kidotai]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em 2029, as ligações directas da mente humana à rede informática tornaram-se algo de banal, tal como a cibernética que permite a substituição de partes de corpos humanos, a utilização de um cérebro humano integrado num corpo diferente, parcial ou totalmente artificial, ou mesmo a utilização de cérebros artificiais, preenchidos com um “espírito” duplicado. Os crimes mais perigosos estão relacionados com a violação (“hacking”) do “espírito”, para os mais diversos fins, nomeadamente para o desvio de fundos. Um indivíduo pode assim ser transformado numa verdadeira marionete a serviço de um mestre criminoso que lhe atribui memórias artificiais, enquanto o usa para a prossecução dos seus objectivos. Na Hong Kong do futuro (sob administração japonesa?), foram criados departamentos especiais da polícia para o combate a esses crimes, alguns dos quais recorrem a meios à margem da lei, não assumidos oficialmente pelo governo. Um novo criminoso anda à solta na rede, sendo conhecido por “Mestre das Marionetas”, devido à facilidade com que ganha controle de inúmeras “conchas”, para cometer crimes, como manipulação do mercado bolsista, espionagem ou terrorismo. A Secção 9, liderada por Kusanagi Motoko (Tanaka), conhecida como “Major”, segue o seu rasto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O argumento de «Kokaku Kidotai» é mais denso do que complexo, uma vez que há uma série de relações perceptíveis entre interesses políticos e os acontecimentos que presenciamos, só que a narrativa desenrola-se num espaço de 80 e poucos minutos, contendo material para um filme de duas horas e ainda há tempo para uma bela sequência, em jeito de promoção da excelente banda sonora de Kawai Kenji, destinada a capturar alguns momentos de introspecção da personagem de Motoko. É um daqueles filmes que exige muita atenção por parte do espectador, não sendo de todo recomendável o visionamento a altas horas da noite. Talvez seja mais proveitoso deixar a completa apreciação de todos os enlaces e pormenores tecnico-cibernéticos para uma segunda ou terceira visita à obra de Oshi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No cerne do filme temos uma intriga política entre diferentes secções da polícia, uma ligada mais diretamente ao governo e a outra dependente do Ministério dos Negócios Estrangeiros, além da entrada em cena de representantes duma república asiática, que se afirma uma jovem democracia e parece mais interessada em dar guarida a piratas do cyberespaço. Surge então o Mestre das Marionetas, que inicialmente se julga ser um hacker americano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/-2smYTSW3glQ/TaNf-ORambI/AAAAAAAABJ4/Nrg8UlLb_k0/s1600/Ghost%2Bin%2Bthe%2BShell%2BWallpaper%2BBackgrounds.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-2smYTSW3glQ/TaNf-ORambI/AAAAAAAABJ4/Nrg8UlLb_k0/s320/Ghost%2Bin%2Bthe%2BShell%2BWallpaper%2BBackgrounds.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594420684711958962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Apesar da acção ser praticamente irrelevante no conjunto do argumento, o filme contém algumas sequências movimentadas muito bem realizadas do ponto de vista artístico. Tudo aqui é criteriosamente trabalhado, desde a animação propriamente dita, à iluminação, à montagem e aos efeitos sonoros. Não estamos definitivamente perante um “filme de acção”; os temas centrais de «Ghost in the Shell» são a preservação da identidade humana num mundo em que a maior parte dos indivíduos já tem pouco de orgânico e a possibilidade de se manter a individualidade quando o cérebro (a alma) é uma criação informática, manipulada, ou uma duplicação das emoções e memórias de outra pessoa. É sobre a alma e a consciência, quando o conteúdo do cérebro humano puder ser totalmente convertido em impulsos eléctricos e transmitido através de uma rede informática, duplicado ou alterado, e transferido para outro corpo. Poderão conviver dois “espíritos” num mesmo corpo? A partir daqui é fácil de conceber a existência de um ser que vive sem precisar de uma existência física, um ser que vive numa rede informática, transferindo-se de corpo para corpo, da mesma forma que se movimenta de computador para computador. Outra das perguntas-chave é: um ser que parta para a Rede e que abandone o seu corpo ou um programa informático que ganhe auto-consciência e integre memórias de outros “espíritos”, recolhidas ao longo da sua vida, em que medida é que se assemelhará àquilo que nós definimos como um ser humano?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os temas da humanidade de seres artificiais foram abordados com alguma frequência na literatura e no cinema, como no clássico «Blade Runner», de Scott ou no mais recente «A.I.» de Spielberg, talvez demasiado preocupado em ser “bonito” e ter impacto melodramático, para poder explorar realmente bem o tema. No que toca a animé, em 2001, Rintaro revisitou «Metropolis», apresentando, uma vez mais, uma máquina que deseja a humanidade, revoltando-se contra as linhas de código que lhe comandam o cérebro. O filme de Oshii, baseado na manga de Shirow Masamune, é um produto sem falhas a apontar, construído meticulosamente de raiz, sem um milímetro de filme desperdiçado com futilidades ou concessões, e que recebeu aplausos unânimes da crítica e de cineastas como James Cameron, tendo tido influência considerável em filmes como «The Matrix».&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-oU98H5tU9MI/TaNgW1bWhzI/AAAAAAAABKA/snovjuq0OyE/s1600/Ghost_in_The_Shell___Lina_by_stardock.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 201px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-oU98H5tU9MI/TaNgW1bWhzI/AAAAAAAABKA/snovjuq0OyE/s320/Ghost_in_The_Shell___Lina_by_stardock.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594421107539478322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;«Ghost in the Shell» conta com uma excelente banda sonora de Kawai Kenji e com um hipnótico tema musical, interpretado por Higuchi Saeko e revisitado várias vezes durante o filme. O design de personagens tem a assinatura de Okiura Hiroyuki, realizador de «Jin Roh».&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Este "anime-movie" foi levado ao público brasileiro com o nome de "O Fantasma do Futuro", e surgiu de um mangá homônimo criado por Masamune Shirow e lançado entre os anos de 1989 e 1990 (mas existem algumas diferenças entre o anime e o mangá), além de ser uma das poucas obras que podem ser encontradas em locadoras brasileiras. A versão do "movie" foi produzida em 1995 pelos Studios I.G e dirigida, de forma independente, pelo genial Oshii Mamoru.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E dele surgiu a&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://2.bp.blogspot.com/-xnLEgFrVb8Y/TaNgn8XRYFI/AAAAAAAABKI/kOlFdZx7XC0/s1600/thumb-6567.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-xnLEgFrVb8Y/TaNgn8XRYFI/AAAAAAAABKI/kOlFdZx7XC0/s200/thumb-6567.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594421401459187794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;inda Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, com 52 episódios, produzidos pela IG em 2002, e esta história transcorre num universo paralelo, onde a Major Kusanagi jamais se encontra com o Puppet Master. Como uma consideração final: se não gostaram do "movie" ou ficaram cheios de perguntas, sugiro que leiam o mangá. É bastante interessante e esclarece muito sobre a história. Inclusive partes que foram censuradas, por exibir um certo "lesbianismo" explícito como uma possibilidade cibernética; e outras coisas que, digamos, entrariam em confronto religioso, como as constantes comparações com Deus (na hora da criação do homem ou atingir a perfeição de Deus). Mais uma informação: o "Kusanagi", usado como nome de um dos personagens, tem uma referência mitológica: Kusanagi é o segundo nome da espada retirada de Orochi (Kusanagi no Tsurugi), que foi presenteada ao neto da deusa Amaterasu (Deusa do Sol), Niniji. Este, por sua vez, se tornou o avô do Imperador Jinmu, o Primeiro Imperador do Japão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Abram suas mentes ao assistir a Ghost in the Shell, e irão entendê-lo logo de cara. Do contrário, irão assisti-lo 10, 20 vezes e não encontrarão sentido algum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;fonte: www.asia.cinedie.com e www.animehaus.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-6097541169316055598?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/6097541169316055598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=6097541169316055598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6097541169316055598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/6097541169316055598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/04/o-fantasma-do-futuro.html' title='O Fantasma do Futuro'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7s0NO9YYK88/TaNf1W0SB-I/AAAAAAAABJw/m_Qiyfuj1ng/s72-c/wallpaper-Ghost-in-the-Shell-007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-3629858868428207373</id><published>2011-04-05T08:06:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T08:36:22.672-07:00</updated><title type='text'>28 dias, 6 horas, 42 minutos e 12 segundos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-zH4I54-HW24/TZswctxDxaI/AAAAAAAABJg/RdDrGkwmcl0/s1600/donnie-darko%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 169px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zH4I54-HW24/TZswctxDxaI/AAAAAAAABJg/RdDrGkwmcl0/s400/donnie-darko%2B%25281%2529.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592116632190436770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;por Ricardo Rangel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:lucida grande;" &gt;Q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;ue relação poderia ligar entre si um garoto adolescente esquizofrênico, viagens no tempo provocadas por portais abertos no espaço-tempo chamados de worm holes ("buracos de minhoca"), um livro escrito por uma ex-professora secundarista - conhecida como "Vovó Surda" - sobre tais assuntos, um guru fundamentalista que é, na verdade, um falso profeta, um grupo infantil de dança, uma noite de Halloween e um ser fantasiado de coelho que diz ser um viajante do tempo, o qual vem ajudar o já citado garoto (que tem visões do tal coelho, mas não sabe se este é real ou um delírio da sua mente) a salvar o mundo do seu final, além de outras "viagens" de várias naturezas? Aparentemente, nada, ou muito pouco. Pois o genial diretor e roteirista juvenil norte americano Richard Kelly conseguiu uma proeza aos moldes de David Lynch no seu inteligente, curiosíssimo e impressionante filme de estréia, "Donnie Darko", realizado em 2001, e que foi lançado diretamente em vídeo e DVD, sem passagem pelos cinemas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify; font-family: verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aparentemente, uma estratégia proposital esta, de Kelly, a de restringir a distribuição do seu perturbador filme, que se tornou objeto de culto no cinema alternativo americano pela complexidade do roteiro, que, além de reunir todos estes elementos referidos acima, constitui-se em um desafio lógico na sua compreensão, um quebra-cabeças consistente, detentor de uma lógica interna difícil e intrincada, tudo isso permeado por uma trilha sonora doce, suave, nostálgica: um passeio pelas melhores bandas de sucesso dos anos 80, como Echo and the Bunnyman, Joy Division, Tears for Fears (da enigmática música "Mad World", cuja letra tem tudo a ver com o filme, sendo o tema que toca na, talvez, cena principal e mais difícil de ser interpretada), Duran Duran (com a inesquecível balada "Notorius"), The Church, dentre outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify; font-family: verdana;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aliado a tudo isso, o livro da "Vovó Surda", a ex-professora Roberta Sparrow, cujo título é "A Filosofia da Viagem no Tempo", existe de fato para além do filme, estando disponível na internet, e funciona como uma espécie de roteiro de apoio na tentativa de buscar solucionar os vários enigmas do filme (a personagem Sparrow é fictícia, mas o seu livro é real, e foi escrito também por Richard Kelly, assim como a carta de Donnie Darko para a vovó surda, outro documento fundamental para buscar as possíveis soluções). Percebe-se, assim, uma estratégia de marketing para divulgar o filme mais ou menos no estilo feito de "A Bruxa de Blair", que lançou um site para divulgar os resultados das investigações da procura pelos estudantes de cinema que desapareceram na floresta de Burskitsville, porém no caso de "Blair Witch Project" houve todo um apelo comercial de divulgação e marketing para promover o filme, que se tornou um sucesso de bilheteria por apresentar a proposta de um terror novo, e conseguiu, pois, alem de ser muito bom, surgiu como um produto diferente no mercado. Com "Donnie Darko", entretanto, não houve uma estratégia tão massiva, e nem era intenção dos realizadores tal alarde e propaganda do filme, que graças à produção executiva de Drew Barrymore, que também atua na fita, pôde ser realizado e produzido, sendo sucesso nos meios alternativos, transformando-se num fenômeno em escala menor, à margem da grande indústria hollywoodiana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p face="verdana" style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify; font-family: verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Donnie Darko" imediatamente se converteu numa referência para discussões filosóficas, científicas, místicas e religiosas, e o que é melhor, sem cair em conceitos frouxos ou ridículos, sem embasamento: há coerência na história, o roteiro é genialmente bem construído por Kelly, conservando o ar de mistério, de enigma oculto no ar, e todas as explicações, até mesmo aquelas mais fantasiosas e talvez um pouco inverossímeis, dependendo da interpretação, tem fundamento científico. A metafísica que resulta daí não é nem um pouco carente de conteúdo e fraca, muito pelo contrário, leva a questões profundas sobre temas como, por exemplo, destino, acaso, determinação, revelação, além de levantar questões éticas e psicológicas bastante curiosas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="verdana" style="color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify; font-family: verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://alegrolla.blogspot.com/p/28-dias-6-horas-42-minutos-e-12.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; para continuar a ler este artigo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Absolutamente Imperdível!)&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-3629858868428207373?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/3629858868428207373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=3629858868428207373' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3629858868428207373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/3629858868428207373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/04/28-dias-6-horas-42-minutos-e-12.html' title='28 dias, 6 horas, 42 minutos e 12 segundos'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zH4I54-HW24/TZswctxDxaI/AAAAAAAABJg/RdDrGkwmcl0/s72-c/donnie-darko%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-5021716008580272208</id><published>2011-03-29T13:04:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T13:17:55.092-07:00</updated><title type='text'>Só porque consegue ver uma coisa não quer dizer que ela esteja lá...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-eCZyugQ1K4w/TZI8-jNmsVI/AAAAAAAABJE/BmMzDD7Ydfo/s1600/cod13.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 129px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-eCZyugQ1K4w/TZI8-jNmsVI/AAAAAAAABJE/BmMzDD7Ydfo/s200/cod13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589597132822065490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;[...]&lt;br /&gt;— Bem, na verdade eu estava recuando no tempo, sim. Humm. Bem, acho que já resolvemos isso. Se você quiser saber, posso lhe contar que no seu universo é possível se movimentar livremente nas três dimensões que vocês chamam de espaço. Vocês se movem em linha reta numa quarta dimensão, a que chamam de tempo, e ficam estáticos em uma quinta, que é a primeira fundamental da probabilidade. Depois disso, a coisa fica um pouco complicada e acontece virtualmente de tudo nas dimensões treze à vinte e dois, nem queira saber. Tudo o que você precisa saber por enquanto é que o universo é muito mais complicado do que você pode imaginar, mesmo se você já imagina que ele é complicado pra cacete, para começar. Posso evitar palavras como “cacete”, se isso te ofender.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Pode falar o que quiser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Está bem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Que diabos é você? — perguntou Random.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Eu sou o Guia. No seu universo, sou o seu Guia. Na verdade, habito o que é tecnicamente conhecido como a Mistureba Generalizada de Todas as Coisas, que significa… bom, é melhor te mostrar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O pássaro virou-se em pleno ar e voou para fora da caverna. Empoleirou—se em uma pedra, logo abaixo de uma marquise natural, fora da chuva, que estava voltando a ficar forte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Venha até aqui — disse ele — e veja isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Random não gostava de receber ordens de um pássaro, mas o seguiu mesmo assim até a entrada da caverna, apalpando a pedra que estava em seu bolso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Chuva — disse o pássaro. — Está vendo? Apenas chuva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Eu sei o que é chuva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Torrentes de chuva assolavam a noite, a luz do luar filtrada pelos pingos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Então o que é chuva?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Como assim, o que é chuva? Olha só, quem é você? O que você estava fazendo dentro da caixa? Por que tive que passar uma noite inteira correndo pela floresta, espantando esquilos retardados para, no final das contas, ter que aturar um pássaro me perguntando se eu sei o que é chuva? É água caindo pela droga do ar, pronto. Mais alguma coisa que você queira saber ou já podemos ir para casa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Após uma longa pausa, o pássaro respondeu:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Você quer ir para casa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Eu não tenho casa! — Random berrou as palavras tão alto que quase assustou a si mesma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Olhe para a chuva… — disse o pássaro—Gwza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Estou olhando para a chuva! O que mais tem para olhar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— O que você está vendo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Como assim, seu pássaro idiota? Estou vendo um monte de chuva. É apenas água caindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Que formas você vê na água?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Formas? Não tem forma nenhuma. É só uma… uma…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Só Uma Mistureba Generalizada — completou o pássaro—Guia. — É…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— E agora, o que você está vendo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quase no limite da visibilidade, um feixe tênue e fino transbordou dos olhos do pássaro. No ar seco, protegido pela marquise, não se via nada. Mas nos pontos onde o raio atingia os pingos de chuva conforme caíam havia uma lâmina de luz tão brilhante e viva que parecia sólida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Uau, que ótimo. Um show de lasers — comentou Random, debochada. — Nunca vi um desses antes, é claro, só em uns cinco milhões de shows de rock.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Diga—me o que você está vendo!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Apenas uma lâmina plana! Pássaro burro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/-sLrcjBbMXsM/TZI9HLxaCKI/AAAAAAAABJM/UH4cmLupO9Y/s1600/ilusao_de_otica.JPG"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 294px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-sLrcjBbMXsM/TZI9HLxaCKI/AAAAAAAABJM/UH4cmLupO9Y/s320/ilusao_de_otica.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589597281148602530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Não há nada ali que não estivesse ali antes. Só estou usando a luz para cham&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ar a sua atenção para determinados pingos, em determinados momentos. E, agora, o que está vendo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A luz se apagou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Continuo fazendo a mesma coisa, só que com luz ultravioleta, que você não consegue ver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— E de que adianta me mostrar uma coisa que eu não consigo ver?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Para que você entenda que só porque consegue ver uma coisa não quer dizer que ela esteja lá. E que, se você não vê uma coisa, não significa que ela não esteja. Tudo se resume ao que seus sentidos fazem com que você note.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;— Estou de saco cheio disso — disse Random.&lt;br /&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: Guia do Mochileiro das Galaxias – Livro 5 da trilogia – Praticamente Inofensiva - divagacoes.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-5021716008580272208?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/5021716008580272208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=5021716008580272208' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5021716008580272208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/5021716008580272208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/03/so-porque-consegue-ver-uma-coisa-nao.html' title='Só porque consegue ver uma coisa não quer dizer que ela esteja lá...'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-eCZyugQ1K4w/TZI8-jNmsVI/AAAAAAAABJE/BmMzDD7Ydfo/s72-c/cod13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-8876189373484321485</id><published>2011-03-27T07:24:00.000-07:00</published><updated>2011-03-27T07:25:19.967-07:00</updated><title type='text'>Estamos Todos Conectados</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/XGK84Poeynk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-8876189373484321485?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/8876189373484321485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=8876189373484321485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8876189373484321485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8876189373484321485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/03/estamos-todos-conectados.html' title='Estamos Todos Conectados'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/XGK84Poeynk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-8522341863531381936</id><published>2011-03-22T13:40:00.001-07:00</published><updated>2011-03-22T13:48:32.085-07:00</updated><title type='text'>Apenas Feche a Boca...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-pZt0aF4Wwws/TYkJdvjApuI/AAAAAAAABI0/WNfxeOo9j7Y/s1600/silencio6.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 246px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-pZt0aF4Wwws/TYkJdvjApuI/AAAAAAAABI0/WNfxeOo9j7Y/s320/silencio6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587007219313977058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; boca é realmente muito, muito significativa, porque é onde a primeira atividade começou: seus lábios começaram a primeira atividade. Ao redor da área da boca está o princípio de toda atividade: você respirou, você chorou, você abocanhou os seios da mãe. E sua boca permanece sempre em plena atividade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sempre que você se acomoda para meditar, sempre que quiser ficar em silêncio, a primeira coisa é fechar a boca completamente. Se você fechar completamente a boca, a sua língua irá tocar o céu da sua boca; ambos os lábios estarão completamente fechados e a língua tocará o céu da boca. Feche-a totalmente; mas isso só pode ser feito se tiver seguido tudo que lhe tenho dito, não antes disso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Você pode fazer isso; fechar a boca não é um esforço muito grande. Pode sentar-se como uma estátua, com a boca completamente fechada, mas isso não irá cessar a atividade. Bem lá dentro o pensar irá continuar e se o pensar continuar você pode sentir vibrações sutis nos lábios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outras pessoas podem não ser capazes de perceber isso porque elas são muito sutis, mas se você estiver pensando seus lábios tremem um pouco; um tremor muito sutil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando realmente relaxa, esse tremor cessa. Você não está falando, você não está realizando qualquer atividade dentro de si. E assim, não pense.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O que irá fazer? – pensamentos estão indo e vindo. Deixe-os vir e ir; esse não é o problema. Você não se envolve; você permanece separado, à parte. Simplesmente os observa vindo e indo; eles não são seu problema. Feche a boca e permaneça em silêncio. Pouco a pouco, os pensamentos cessarão automaticamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eles precisam da sua cooperação para estar lá. Se você cooperar, eles estarão lá; se você luta, assim também eles estarão presentes; porque ambas são cooperações: uma a favor, outra contra. Ambas são tipos de atividade. Simplesmente observe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas fechar a boca ajuda muito. Então primeiro, como tenho observado muitas pessoas, vou lhe sugerir primeiro escancarar. Abra a sua boca tão escancaradamente quanto possível, deixe a sua boca tão tensa quanto possível e escancare-a totalmente; até começar a doer. Faça isso duas ou três vezes. Isso ajudará a boca a ficar fechada por um tempo mais longo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E então por dois ou três minutos, diga gibberish, bobagens, em voz alta. Qualquer coisa que ocorra à mente, diga-o em alta voz e desfrute disso. Então cale a boca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É mais fácil mover-se a partir do lado oposto. Se você quer relaxar a sua mão, é melhor primeiro torná-la tão tensa quanto possível. Aperte o punho e deixe-o ficar tão tenso quanto possível. Faça exatamente o oposto e então relaxe; e assim alcançará um relaxamento mais profundo do sistema nervoso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Faça gestos, caretas, movimentos da face e distorções. Escancare a boca, diga bobagens por dois ou três minutos e então cale a boca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa tensão lhe dará uma possibilidade mais profunda para relaxar os lábios e a boca. Feche a boca e seja apenas um observador. Logo um silêncio descerá sobre si.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seja passivo; assim como você senta ao lado de um rio e o rio passa e simplesmente observa. Não há nenhuma ansiedade, nenhuma urgência, nenhuma emergência. Ninguém o está forçando. Mesmo se você perde, nada está perdido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Você simplesmente observa, você apenas olha. Até mesmo a palavra observar não é boa, porque a própria palavra observar dá um sentido de estar ativo. Você simplesmente olha, não tendo que fazer nada. Você simplesmente senta à beira do rio, você olha, e o rio passa. Ou, você olha passivamente para o céu e as nuvens flutuam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa passividade é essencial. Isso precisa ser compreendido devido a que a sua obsessão pela atividade pode se tornar avidez, pode se transformar numa espera ativa. Assim você perde todo o ponto; dessa forma, a atividade entrou novamente pela porta dos fundos. Seja um observador passivo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa passividade irá automaticamente esvaziar a sua mente. As ondas de atividade, as ondas de energia da mente, pouco a pouco cederão, e toda a superfície da sua consciência ficará sem ondas, sem qualquer ondulação. Ela se torna como um espelho silencioso”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;por Osho, Extraído de “Tantra: The Supreme Understanding”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;fonte: Universo de luz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-8522341863531381936?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/8522341863531381936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=8522341863531381936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8522341863531381936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/8522341863531381936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/03/apenas-feche-boca.html' title='Apenas Feche a Boca...'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pZt0aF4Wwws/TYkJdvjApuI/AAAAAAAABI0/WNfxeOo9j7Y/s72-c/silencio6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-4850702589533848913</id><published>2011-03-17T06:41:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T06:48:24.922-07:00</updated><title type='text'>Eu, Homem Digital</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-VtCGnIRmNPY/TYIPvl5PKvI/AAAAAAAABIc/_oTS-N2P8Yo/s1600/homem_digital.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-VtCGnIRmNPY/TYIPvl5PKvI/AAAAAAAABIc/_oTS-N2P8Yo/s320/homem_digital.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585043798193285874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por: Ricardo Murer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Revolução Industrial causou brutais transformações sociais, expandiu as cidades, aumentou o consumo de bens e criou a classe operária fazendo surgir o homem-máquina. Conectados às unidades de produção por horas a fio, sem conforto, longe de suas terras e famílias, homens e mulheres eram (e em alguns países ainda são) parte dos motores, das engrenagens, do óleo e da fumaça das indústrias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Faz algumas décadas, vivemos agora a Revolução Tecnológica, o microchip, a Internet, a robótica, a ubiquidade computacional e a crescente relação intrínseca e inseparável do digital dos aparatos e ferramentas sobre as quais passamos nosso dia-a-dia. A “sociedade da informação”, dos bancos de dados, fluxos de bits e imagens artificiais está cada vez mais próxima de nós.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ora porque nos lançamos dentro do ciberespaço como abelhas no mel, ora porque ela projeta estrutura binária sobre nossa realidade (Kinect, Realidade Aumentada, Wii, cinema 3D…).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O fato é que a fronteira entre o real e o virtual está desaparecendo e eu, você, a natureza e tudo mais está se desmaterializando, estamos nos tornando “ativos digitais”. Se no passado era fácil saber onde começavam as máquinas e onde estavam os homens-máquinas, o mesmo não se pode observar na sociedade virtualizada, onde tudo está reduzido a bits.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O homem-digital é indestrutível, transmutável e reprodutível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Indestrutível porque o digital desconhece o desgaste do tempo. Livros digitais estão sempre novos, páginas sempre brancas, textos sempre legíveis. Assim como o livro virtualizado, nosso corpo digital não experimenta o envelhecimento, a morte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-ZtkfrXgyMHk/TYIP14DwMAI/AAAAAAAABIk/6c8fTiDdM10/s1600/Homem%2BDigital.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZtkfrXgyMHk/TYIP14DwMAI/AAAAAAAABIk/6c8fTiDdM10/s200/Homem%2BDigital.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585043906148446210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Transmutável porque posso mudar meu perfil, minha identidade, a cor dos meus olhos, o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; que bem entender. Não existe limite para minha forma, meu aspecto físico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Reprodutível porque não estou limitado ao espaço único do meu corpo, posso copiá-lo com total perfeição, sou um e muitos, clones navegando por mares digitais sob o meu comando, com uma biomecânica de movimento livre das leis da gravidade. Este “eu digital” é repleto de potencialidades que nunca tive. Fascinante, perpétuo, livre das limitações da dura realidade que vivemos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Estaria neste grande fluxo migratório do real para o virtual o futuro de nossa sociedade? Mais: seríamos capazes, uma vez transformados em entidades binárias, avatares, de construir uma nova civilização, uma história sem guerras, drogas, violência ou abuso de poder?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esta reflexão irá nos levar para ainda mais longe do que nosso corpo virtualizado, chegando a nossa mente, nossos sentimentos, nossa essência. Mais do que desmaterializar o corpo, será preciso mudar nossa forma de pensar e agir, algo que até agora, até mesmo a revolução tecnológica ainda não conseguir realizar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;[Webinsider]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-4850702589533848913?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/4850702589533848913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=4850702589533848913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4850702589533848913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/4850702589533848913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/03/eu-homem-digital.html' title='Eu, Homem Digital'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-VtCGnIRmNPY/TYIPvl5PKvI/AAAAAAAABIc/_oTS-N2P8Yo/s72-c/homem_digital.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-1688610697660437266</id><published>2011-03-15T05:56:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T13:04:00.431-07:00</updated><title type='text'>O Som do Pi</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/iOjsRyxL7Rs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6687900512571510158-1688610697660437266?l=alegrolla.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegrolla.blogspot.com/feeds/1688610697660437266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6687900512571510158&amp;postID=1688610697660437266' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/1688610697660437266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6687900512571510158/posts/default/1688610697660437266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegrolla.blogspot.com/2011/03/o-som-do-pi.html' title='O Som do Pi'/><author><name>Alexandre Grolla Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07598717653338901058</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_wHURmdXcPVk/SfmYCuMmlbI/AAAAAAAAATg/TYLDDY_2b4k/S220/duende.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/iOjsRyxL7Rs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6687900512571510158.post-3434128786776895877</id><published>2011-03-07T05:06:00.000-08:00</published><updated>2011-03-07T05:24:57.224-08:00</updated><title type='text'>O Último Filho de Krypton</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-EC0tWBrh2Zs/TXTYqg5P3XI/AAAAAAAABH4/9R9gwHEiGps/s1600/superman_01.jpg"&
