11 de setembro de 2007

Viajantes da Tormenta

I

No sol do deserto o viajante angustia
O seu corpo envolto em panos chora em prantos
Sua esperança e alegria acabou-se com o romper do dia
Nada mais resta ao viajante desperto,
Que deitar-se no infinito deserto.


II (Delírios)

Mas o que é aquilo que vê-se ao longe
Seria a morte a espreitar ou um anjo para me levar
Sua forma divina mostra a natureza feminina
E na cabeça do viajante um pensamento atormenta:
O que mais desejo, um gole de água fria ou sua pele macia?

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